Guedes: se houver 2ª onda, governo recria auxílio emergencial

O ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu novamente que poderá prorrogar o auxílio emergencial caso haja uma segunda onda da pandemia do coronavírus no Brasil. Mas, se isso não ocorrer, espera que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça até 4% no ano que vem.( leia mais abaixo)

“Se houver segunda onda, não é possibilidade, é certeza (recriar o auxílio emergencial). Acredito que, se houver segunda onda da pandemia, o Brasil reagirá como da primeira vez. Vamos decretar estado de calamidade pública e vamos recriar (o auxílio emergencial)”, garantiu Guedes, nesta quinta-feira (12/11), em teleconferência da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Na terça-feira, em evento realizado pela Bloomberg, o ministro considerou essa possibilidade, mas em valores menores do que os pagos atualmente pelo benefício (R$ 300) para que isso ocorra por um período mais longo.

Durante a palestra para empresários do setor supermercadista e de parceiros, o ministro afirmou que ainda não trabalha com a possibilidade de uma eventual segunda onda, porque, na avaliação dele, “a probabilidade é baixa”. Contudo, não descarta como um plano de emergência, pois, no pacto federativo, existe uma “cláusula de calamidade pública”.

Fonte: Correio Braziliense