Postado por Fabiano Venancio – Uma série de problemas que se arrastam por anos à espera de solução permanece como desafio dos pré-candidatos a deputado federal ou estadual nas eleições deste ano em Campos e região. As demandas levantadas pela reportagem do Campos 24 Horas vão desde a área da saúde, especialmente de pacientes com câncer à espera do governo do Estado, passando por insfraestrutura de transporte e logística, mobilidade e agricultura que espera a materialização do projeto que classifica o Noroeste Fluminense como região do semiárido
Uma das lacunas que emperram o desenvolvimento das potencialidades do município é o transporte aéreo. Os voos comerciais no Aeroporto Bartolomeu Lisandro estão encerrados desde agosto de 2025.
Atualmente, o aeroporto só atende à aviação comercial, executiva e às operações relacionadas ao setor offshore da região, especialmente em razão da atividade de exploração de petróleo na Bacia de Campos.
Outro gargalo do município é o impasse das obras do contorno na Rodovia BR-101 na área central da cidade. A pauta se encontra nas gavetas dos gabinetes em Brasília também sem solução à vista.
Enquanto isso, segue a rotina do trânsito lento ou engarrafado na entrada da cidade, sobretudo nos horários de pico, e que se estende pela Avenida Silvio Bastos Tavares.
Os problemas nesta área não param aí. As obras da Estrada dos Ceramistas continuam em ritmo muito lento, obrigando a população a conviver diariamente com o tráfego pesado de caminhões de carga nos pavimentos de ruas com trânsito já saturado na área central.
A saúde do município também passa por dificuldades de recursos para custear os serviços de hospitais ambulatoriais com problemas de descontinuidade de repasses de competência do governo estadual.
Ainda some-se a isto os problemas de ausência de regulação, também por parte do governo estadual, para atendimento de pacientes com câncer.
A agricultura também espera a materialização do projeto que classifica o Norte Fluminense como região do semiárido a fim de beneficiar os produtores rurais diante dos impactos da estiagem.
A precariedade do transporte público de passageiros também carece de intervenção com recursos para a aquisição de uma frota suficiente para atender os usuários e concluir as obras dos terminais de integração.