Colegas da inspetora baleada pelo namorado se mobilizam para doação de sangue

Colegas de profissão da inspetora Viviane Maia da Rosa, de 33 anos, seguem mobilizados na campanha de doação de sangue para ela. A agente está internada em estado grave desde terça-feira (4), no Hospital Moacyr do Carmo, após ser baleada quatro vezes no peito e abdômen pelo namorado, o policial civil Vinicius Silva de Souza, de 29 anos. (Leia mais abaixo)

A campanha teve início na quarta (5), promovida pela Coligação e pelo Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (6), a inspetora da Delegacia de Atendimento à Mulher de Duque de Caxias (Deam) ainda precisava de doações.(Leia mais abaixo)

“Estamos mobilizando doações de sangue para a policial civil Viviane Maia da Rosa. Sua ajuda é essencial! Cada doação faz a diferença. Contamos com você! Força e honra”, disse a Coligação. O Sindpol-RJ também se pronunciou nas redes sociais: “Informamos a toda a categoria que a colega policial civil Viviane Maia da Rosa precisa de doação de sangue, de qualquer tipo sanguíneo”.(Leia mais abaixo)
 
As doações podem ser de qualquer tipo sanguíneo e devem ser feitas no Hemorio, na Rua Frei Caneca, nº 8, no Centro. No momento em que doar, basta o doador informar o nome da inspetora e o Hospital Moacyr do Carmo, onde ela está internada.(Leia mais abaixo)

Veja o que se sabe sobre o ataque
– Na manhã de terça-feira (4), o policial Vinícius, lotado na 59ª DP (Caxias), atirou quatro vezes na direção da namorada, que estava no estacionamento da especializada. A vítima trabalha na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), que fica no mesmo prédio da 59ª DP, mas no andar de cima.(Leia mais abaixo)
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– Em seguida, ele fugiu em direção à sede da 59ª DP (Caxiais), onde entrou em confronto com outros policiais da delegacia e da equipe da Segurança Presente. Ao fim dos disparos, o agente foi encontrado caído no chão, baleado. Ele morreu antes de chegar no hospital.(Leia mais abaixo)

– Viviane foi socorrida e levada para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, onde passou por cirurgia. A agente segue internada no CTI em estado grave.(Leia mais abaixo)

– Nos pertences do agente, os policiais encontraram remédios para esquizofrenia, o que pode indicar um surto psicótico. O advogado Gustavo Ferreira Lopes, 26 anos, um dos feridos no tiroteio, disse que o policial não obedeceu aos comandos dos colegas e fez sucessivos disparos. “Eu acho que ele estava em surto. Ele não falava, não respondia, só atirava contra os policiais e populares. Em seguida, fez um outro disparo na porta da delegacia”, disse a testemunha.