Por que polícia vai usar avião que está em nome de Gusttavo Lima?

O avião que foi de Gusttavo Lima e está apreendido pela Polícia Civil do Pernambuco agora poderá ser utilizado pela força policial do Estado. A apreensão se deu por causa da Operação Integration, que mira suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo jogos de apostas online, as bets. O cantor é suspeito de estar envolvido no esquema de lavagem de dinheiro e de ser sócio de uma das plataformas de apostas, a Vai de Bet. O sertanejo nega as acusações e diz ter atuado em transações regulares. (Leia mais abaixo)

A liberação para uso da aeronave pela polícia foi decidida esta semana pela 12ª Vara Criminal da Capital de Pernambuco, onde ocorrem os tramites judiciais da operação. (Leia mais abaixo)

A decisão envolve o uso das aeronaves que compõem os bens apreendidos dos investigados. Entre os itens, está essa aeronave em nome de empresa do Gusttavo Lima, mas que teria sido vendida para o dono do site de apostas Vai de Bet (leia mais abaixo).

A juíza Andréa Calado, da 12ª Vara da Capital de Pernambuco, escreveu que “o objetivo da medida é garantir o funcionamento eficaz das atividades da Polícia Civil deste Estado, refletindo assim um interesse público na sua implementação”.(leia mais abaixo).

De quem, afinal, é o avião?
Um dos jatinhos apreendidos pela Operação Integration está registrado em nome da empresa Balada Eventos, que pertence a Lima. O avião, porém, é operado pela empresa JMJ Participações, de José André da Rocha Neto, também dono da Vai de Bet, empresa de apostas online que até junho era patrocinadora máster do Corinthians.(leia mais abaixo).

A assessoria do sertanejo afirma que o avião foi vendido para a JMJ, mas no registro ainda o nome da empresa de Gusttavo Lima porque eles aguardam a documentação de transferência sair.