A campanha Dia D de Mobilização Contra Poliomielite – uma doença que causa paralisia infantil – aconteceu em Campos neste sábado (8), das 8h às 17h, marcada pela vacinação de centenas de crianças. Um dos locais de procura pela vacina foi onde estava sendo desenvolvido o Programa Morar com Saúde, no Parque Prazeres. Até às 13h, cerca de 200 crianças já tinham sido vacinadas. (Leia mais abaixo)
O local de vacinação funcionou com 21 técnicos e três enfermeiros. Além do estande no programa, a vacina foi disponibilizada em mais 28 salas de vacinação distribuídas pelo município. A campanha foi exclusiva para crianças menores de 5 anos, segundo a coordenadora de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Amanda Carvalho. Ela lembra que, apesar da realização do Dia D ter sido sucesso, os pais ainda podem vacinar os filhos até o próximo dia 14.(Leia mais abaixo)
“É uma vacina aplicada aos dois, quatro e seis meses de vida da criança. Temos, ainda, a orientação de dois reforços, com um ano e três meses e a outra aos 4 anos. A campanha de hoje é para dose extra”, explicou Amanda.(Leia mais abaixo)
O subsecretário de Vigilância em Saúde (SUBVS), Charbell Kury, ressaltou que a poliomielite é uma doença gravíssima que, quando não leva à morte, pode deixar sequelas, inclusive, a paralisia nos membros inferiores, fazendo com que a criança pare de andar.(Leia mais abaixo)
A proteção contra poliomielite é feita com dois imunizantes. A Vacina Oral Poliomielite (VOP) e a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) para os menores de 1 ano. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é vacinar, ao término da campanha, 95% do público-alvo, que é formado por 25 mil pequenos.(Leia mais abaixo)
UM GOTA E UMA PICADINHA DE MOSQUITO
Entre as crianças vacinadas estava o pequeno Bernardo Lucas Gonçalves de Matos Batista, 4 anos. A dose foi em gotas e não assustou o menino. Mas, como ele também aproveitou para tomar a vacina pentavalente, que previne difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pelo Vírus Influenza, não escapou da “picadinha de mosquito” e, por isso, não resistiu ao choro, sendo amparado pela mãe e pelos profissionais da vacinação.