Para pôr fim aos alagamentos em pontos de topografia baixa no Parque Santa Helena, inclusive, nos pontos críticos de acesso à Ponte Alair Ferreira, o cisternão do bairro (grande caixa subterrânea), situado na Rua Alberto Gonçalves, bem como as galerias de drenagem, vão passar por obras de reestruturação. (leia mais abaixo)
As intervenções decorrem de uma ação da Prefeitura, por meio da Secretaria de Governo, que promoveu gestão junto à Concessionária dos Serviços de Água e Esgoto Águas do Paraíba, para realizar os trabalhos em parceria com a Secretaria de Obras e Infraestrutura. A concessionária fará a limpeza dos resíduos, a raspagem das paredes, do fundo e, também, a impermeabilização de todo interior do cisternão e fará a construção das bases para instalação das duas novas superbombas submersas que aduzem as águas das ruas coletadas dentro do reservatório diretamente para o Rio Paraíba do Sul. (leia mais abaixo)
Paralelamente às obras no cisternão, a Secretaria de Obras e Infraestrutura vai realizar desobstrução e reparos de tubulações das galerias pluviais (coletoras de água das chuvas) nas ruas da região de formação de bacias do bairro, conforme informa o Secretário de Governo, Angelo Rafael, que recebeu recomendação do Prefeito Wladimir Garotinho para intermediar a interação entre a Águas do Paraíba com as Secretarias Operacionais da Prefeitura para pôr fim aos alagamentos.(leia mais abaixo)
“O Prefeito Wladimir recebeu pedido de solução diretamente dos moradores. Recebi o líder comunitário Nilsinho e comuniquei as medidas que vão ser adotadas para proporcionar bemestar para a comunidade e todas as ruas que são afetadas por alagamentos, como a Rua Tenente Antônio Joaquim, que vai receber intervenções profundas, porque o propósito é pôr fim aos problemas que afetam a comunidade”, anuncia Ângelo Rafael.(leia mais abaixo)
O Secretário de Obras e Infraestrutura, Fábio Ribeiro, informa que os reparos serão feitos em todas as ruas com pontos críticos, pela Secretaria de Obras e Infraestrutura que canalizam água das ruas para o cisternão que tem capacidade de receber até 6 milhões de litros de água das chuvas.(leia mais abaixo)
“Existe uma grande região em formação de bacia no Parque Santa Helena que, durante décadas, registra problemas de alagamento por ocasião das chuvas intensas. A construção do cisternão foi uma medida adotada para resolver o problema, mas devido ao carreamento de materiais para dentro das galerias, como terra dos quintais baldios, sacolas, embalagens, restos de materiais de construção e descarte irregular de esgoto nas calçadas, as redes pluviais (galerias de coleta das águas das chuvas junto das sarjetas) entopem e as bombas emperram e queimam. Desta forma, não há tempo hábil para reparos durante os temporais e sem as bombas não há como aduzir água do cisternão para o Rio Paraíba do Sul. Mas a intervenção que vamos fazer nas galerias com caixas de retenção mais profundas visa evitar que lixo e esgoto cheguem ao cisternão para que as superbombas que canalizam as águas não sofram interrupções”, detalha Fábio Ribeiro.