Com pneumonia leve, Lula adia viagem à China

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou sua viagem para a China após ser diagnosticado com uma leve pneumonia. A informação foi dada pelo próprio Lula em suas redes sociais. O presidente passou por exames no Hospital Sírio Libanês, em Brasília, na noite de quinta-feira (dia 23). O embarque estava previsto para a manhã de sábado, mas foi adiado para domingo. (leia mais abaixo)

Lula tem uma ampla agenda junto ao seu maior parceiro comercial. Entre discussões sobre mudanças climáticas à busca por mais investimentos dos chineses, a visita reforça laços estratégicos em meio à escalada da tensão entre Pequim e Washington — onde o mandatário brasileiro se encontrou no último mês com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.(leia mais abaixo)

Segundo o Planalto, ao menos 20 acordos bilaterais estão previstos para o encontro entre Lula e o presidente chinês Xi Jinping na próxima semana. Eles envolvem temas caros ao governo brasileiro como proteção ao meio ambiente, incentivo ao turismo, acordos comerciais, fomento à ciência e à tecnologia e ações voltadas à reindustrialização — uma promessa de campanha do presidente.(leia mais abaixo)

Entenda os objetivos de Lula na China
Um dos principais focos da viagem de Lula é atrair investimentos para o Brasil. Para isso, além de uma delegação recorde de 240 empresários brasileiros, o governo quer tirar do papel um fundo de R$ 20 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China destinado ao país.(leia mais abaixo)

Na pauta ambiental, o governo brasileiro busca a assinatura de uma declaração conjunta para o clima que poderá facilitar as articulações em fóruns internacionais e até a criação de um fundo binacional de combate às mudanças climáticas.(leia mais abaixo)

Os países também discutirão o desenvolvimento do satélite sino-brasileiro CBERS-6, capaz de monitorar áreas de desmatamento mesmo em tempos nublados.(leia mais abaixo)

Lula, que já cobrou um papel mais ativo de Xi Jinping na mediação da guerra na Ucrânia, pretende falar sobre o seu plano de formar um “grupo pela paz” para ajudar na interlocução de um cessar-fogo entre Kiev e Moscou.(leia mais abaixo)

Para fomentar o turismo, o governo discutirá a inclusão do Brasil em uma lista de destinos recomendados para viagens do governo chinês.

Fonte: Extra