A Petrobras está investindo cerca de US$ 16 bilhões no Programa de Revitalização da Bacia de Campos, um investimento que vai se estender até 2026. O volume representa um mar de dinheiro que vai ter reflexos nas economias de Campos e Macaé, com geração de mais postos de trabalho no início desta nova etapa da exploração de petróleo voltada para a recuperação de campos maduros, conforme o site Campos 24 Horas mostra nesta matéria especial. De importância fundamental para alavancar este projeto, o navio plataforma FPSO Anita Garibaldi está sendo aguardado para operar no campo de Marlim, localizado a aproximadamente 150 quilômetros da costa do Norte Fluminense. (leia mais abaixo)
Procedente da China, de onde zarpou no último dia 07/10, o FPSO será atracado em aproximadamente 670 metros de profundidade ainda este ano. Com capacidade de produzir até 80 mil barris de petróleo/dia e processar até 7 milhões de m3 de gás/dia, o novo FPSO (unidade flutuante de armazenamento e transferência) será voltado para a renovação de ativos maduros operados pela Petrobras na região, onde a companhia está investindo US$ 16 bilhões neste programa, que integra o seu Plano Estratégico para o período de 2022 a 2026. (leia mais abaixo)
As negociações para viabilizar a unidade flutuante para fazer deslanchar o processo de revitalização da Bacia de Campos, a Petrobras e os presidentes da Modec, Mitsui, Mol e Marubeni celebraram acordos em 30 de janeiro de 2020 em um negócio de fretamento de longo prazo. (leia mais abaixo)
A unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo será instalada nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos, com início de produção previsto para o terceiro trimestre de 2023. O projeto é a oitava ocasião em que as empresas colaboraram para a operar FPOSs no Brasil. (leia mais abaixo)
A nova plataforma será interligada a 43 poços, com pico de produção previsto para 2026. O Projeto de Revitalização de Marlim prevê substituir as nove plataformas que operam hoje nos campos de Marlim e Voador (P-18, P-19, P-20, P- 26, P32, P-33, P-35, P-37 e P-47) pelos novos FPSOs Anita Garibaldo e Anna Nery, sendo este último programado para iniciar a produção no primeiro trimestre de 2023. (leia mais abaixo)
Polo internacional de tecnologia offshore e berço da produção em águas profundas no Brasil, a Bacia de Campos foi pioneira em inovação e continuará sendo para os projetos de descomissionamento quanto para a revitalização de concessões maduras. (leia mais abaixo)
Logo após zarpar do estaleiro DSIS Marine Yard, na cidade de Dalian, na China, o Anita Garibaldo passou por testes na área de ancoragem. Antes de chegar à Bacia de Campos, o novo FPSO terá como destino o estaleiro Jurong, em Aracruz (ES), onde passará pelo processo de descomissionamento, além de inspeções regulatórias e testes operacionais. (leia mais abaixo)
De acordo com a Firjan, após mais 40 anos de exploração, a Bacia de Campos ainda comprova as expectativas de investimentos na região, que se prepara para a integração energética com dezenas de projetos de hidrogênio, solar e eólica, além da previsão de instalação de mais de 10 usinas termelétricas. (leia mais abaixo)
Especificações básicas do FPSO MV33 Modec
Capacidade de processamento de petróleo: 80.000 barris por dia
Capacidade de processamento de gás: 248 milhões de pés cúbicos por dia
Capacidade de armazenamento de óleo: 1.000.000 de barris
Tipo de amarração: espalhar a amarração (a uma profundidade de água de aproximadamente 670 metros)
Acionistas da MV33
MODEC, Inc.: 32,5%
Mitsui & Co., Ltd.: 32,5%
Mitsui O.S.K. Lines, Ltd.: 20,0%
Marubeni Corporation: 15,0%