Ipec no RJ: Cláudio Castro 38%, Marcelo Freixo 25% e Rodrigo Neves 7%

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (27), encomendada pela TV Globo, aponta que Cláudio Castro (PL) segue na liderança na disputa pelo Governo do RJ, com 13 pontos percentuais à frente de Marcelo Freixo (PSB). 
Cláudio Castro (PL): 38% (37% no Ipec anterior, de 20 de setembro)
Marcelo Freixo (PSB): 25% (27% na pesquisa anterior)
Rodrigo Neves (PDT): 7% (6% na pesquisa anterior)
Cyro Garcia (PSTU): 3% (3% na pesquisa anterior)
Paulo Ganime (Novo): 2% (2% na pesquisa anterior)
Juliete Pantoja (UP): 2% (2% na pesquisa anterior)
Wilson Witzel (PMB): 2% (2% na pesquisa anterior)
Eduardo Serra (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Luiz Eugênio (PCO): 0% (0% na pesquisa anterior)
Branco/nulo/nenhum: 11% (11% na pesquisa anterior)
Não sabe: 9% (9% na pesquisa anterior)
 
O ex-governador Wilson Witzel, que sofreu impeachment no ano passado, teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral. Nesta terça, ele teve seu recurso negado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
MAIS SOBRE A PESQUISA:
No 2º turno, Castro tem 44% e Freixo, 34%
Castro é aprovado por 33% e reprovado por 23%,
Witzel tem 42% de rejeição, Freixo, 29% e Castro, 19%
Senado: Romário mantém liderança com 33%
Com eleitores do RJ: Lula tem 42%, Bolsonaro tem 36%

Destaques por segmento
Cláudio Castro não apresenta movimentações significativas nos segmentos entre a atual pesquisa e a anterior, mas permanece se destacando entre: aqueles que avaliam positivamente a sua gestão (77%, eram 76%). E o movimento de recuo das menções segue acontecendo, já que atinge 31% entre quem considera como regular (eram 30%) e a 4% nos que avaliam negativamente (eram 6%);
evangélicos (45%, antes tinha 46%);
quem tem renda familiar de mais de 5 salários mínimos (47%, eram 46%), na comparação com quem tem renda familiar de até 1 salário mínimo (32%, antes eram 29%).

O governador passa a se sobressair entre eleitores: que possuem renda familiar de mais de 2 a 5 salários mínimos (42%), quando comparados àqueles com renda de até 1 salário mínimo (32%);
católicos (39%), na comparação com os que possuem outra religião que não católica e evangélica ou os sem religião (30%);
homens (42%), se comparado com as mulheres (34%).
 
Marcelo Freixo continua com as menções mais expressivas entre:
 

aqueles que avaliam como ruim ou péssima a gestão de Claudio Castro (continua sendo 50%). E recuam conforme melhora a percepção sobre a administração, passando para 27% entre os que consideram como regular (eram 30%) e a 8% nos que consideram ótima ou boa (eram 9%);
quem possui ensino superior (32%, tinha 37% anteriormente), se comparado aos que possuem ensino fundamental e médio (23% em cada estrato na rodada passada, agora 21% e 22%, respectivamente);
eleitores com outra religião que não a evangélica e católica ou sem religião (32%, contra 35% registrados na anterior) em relação aos evangélicos (18%, eram 19%).
 
As intenções de voto dos demais candidatos permanecem distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados e não apresentam diferenças com o estudo passado.