Mérida mostra resultados e mira vaga de Federal

(Vídeo da entrevista ao final das informações) – Depois de uma destacada trajetória na política classista e no setor público, com atuação na área do desenvolvimento econômico, o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), Marcelo Mérida, busca agora ser a voz política do setor produtivo fluminense na Câmara Federal. Em entrevista, nesta terça-feira (19), ao programa Radar 24 Horas, veiculado nas plataformas digitais do Campos 24 Horas, Mérida traz como credenciais seu desempenho na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Campos, onde neste ano em cinco meses o município bateu recorde regional na geração de empregos com saldo positivo na geração de 3.500 postos de trabalho, além de 34 mil microempreendedores.  (leia mais abaixo)

Mérida destaca que a entrega destes resultados só se tornou possível graças às diretrizes do governo Wladimir Garotinho que permitiu a recuperação econômica do município.  “Você constata que as empresas estão chegando a Campos, e o investidor quando se instala ele quer ter segurança e previsibilidade. Quer saber como está aquele município, se a cidade funciona bem, se o poder público está fazendo sua parte, pagando em dia e fazendo o dinheiro circular. O poder público pode contribuir muito para o desenvolvimento, mas se não atrapalhar já ajuda muito”, afirmou. (leia mais abaixo)

Mérida destaca a desburocratização e o apoio ao microempreendedor como alguns fatores para o êxito e os resultados produzidos na Secretaria. (leia mais abaixo)

— Com o aval do prefeito Wladimir Garotinho nós estendemos o tapete vermelho, encurtando a distância entre o empreendedor e o poder público, com um trabalho focado na simplificação, na desburocratização e na facilitação ao microempreendedor, lhe disponibilizando não só apoio, através de recursos do Fundecam, mas também buscando saídas e soluções para a continuidade dos negócios.  

O ex-secretário destaca ainda que, entre as ações para o bom funcionamento da Secretaria, “o governo foi sábio quando alterou em sua estrutura administrativa a mudança da emissão de alvarás da Secretaria de Fazenda para Secretaria de Desenvolvimento Econômico”. (leia mais abaixo)

 — Hoje o empresário que quer se estabelecer em Campos, dá entrada no seu alvará na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e se for algo de baixa complexidade, em menos de 24 anos, a liberação do alvará é feita de forma automática, sem participação da mão humana. Recentemente uma rede que se estabeleceu em Campos, com uma estrutura de shopping center, deu entrada num final de semana e no mesmo fim de semana teve seu documento liberado.   (leia mais abaixo)

Mérida também enfatiza a sinergia entre as secretarias. “Quando você tem uma Secretaria de Desenvolvimento Econômico que interage com a Secretaria de Planejamento, onde as ações que envolvem a mesma Secretaria de Desenvolvimento têm a interface com a Secretaria de Fazenda, as coisas funcionam melhor”.   (leia mais abaixo)

GRUPO WLADIMIR E SETOR PRODUTIVO – Marcelo Mérida explica que sua candidatura atende as necessidades de representação do setor produtivo, especialmente o segmento lojista. “Eu estive sempre do outro lado, reivindicando as muitas demandas do setor, mas agora coloco meu nome para ser a voz política como representante do setor produtivo em Brasília. Quero dar minha contribuição para um Estado competitivo, com a nossa região gerando mais empregos, atraindo mais empresas e também outros microempreendedores, que é uma tendência crescente no mundo do trabalho — disse Mérida, que destaca a importância do grupo a que pertence. (leia mais abaixo)

— Para chegarmos a este objetivo, é essencial estarmos integrados num grupo, e eu fui bem acolhido no grupo liderado pelo prefeito Wladimir, que me proporcionou esta oportunidade de realizar este trabalho com nossa equipe. Se eleito deputado, quero enriquecer essa discussão regional, trazer os agentes de diferentes setores para entender necessidades e demandas. Fui forjado setor produtivo, ligado diretamente ao comércio, o que me fez entender que a gente precisa ter voz, diante da necessidade da participação política. Com raras exceções, o setor lojista demorou muito a se colocar no cenário político. Essa ideia de que alguém tem que decidir por nós, essa cultura está mudando. (leia mais abaixo)

“Com estes cargos que ocupei na CDL e na FCDL tive uma visibilidade. Cheguei a ser vice-prefeito de Italva, também por influência familiar, já que meu pais são de lá, mas comecei mesmo na política institucional, fazendo política classista no setor lojista. Isso me fez entender a necessidade de ser um agente político, diante da necessidade de ocupar esse espaço para termos voz e vez em nossas demandas”, acrescentou.  (leia mais abaixo)  

Entre as bandeiras de luta que o pré-candidato pretende empunhar em Brasília está a criação de atrativos e um ambiente favorável de negócios para a região. (leia mais abaixo)  

Dentro deste contexto, Mérida prioriza a qualificação e o emprego. “De cada 10 pessoas que nos procuram, 8 a 9 estão em busca do primeiro emprego ou de qualificação”. Outro foco será a atração de empresas para a região. (leia mais abaixo)

— Nós vivemos num espaço árido e difícil porque somos vizinhos do Espírito Santo, um estado que recebe incentivos fiscais federais com capacidade de atração de empresas justamente por esta condição, o que faz a diferença. É necessário alguém estar verbalizando esta e outras lutas em Brasília— analisou. (leia mais abaixo)

Mérida admite que assim como na política, os cenários mudam rapidamente, exigindo que o gestor esteja atento a esses movimentos. (leia mais abaixo)

— São etapas que se sucedem rapidamente. O cenário econômico muda rapidamente, é como na política. Naquele momento em que saímos de um cenário de pandemia, com o microcrédito, hoje já há um outro cenário. Quem sabe o secretário Felipe Knust esteja pensando em outras ações, com outras ações e projeções, quem sabe com um crédito maior. Além da desburocratização, talvez haja a necessidade da desoneração de acordo com as demandas e os perfis de negócios. (leia mais abaixo)

Por fim, o pré-candidato também demonstrou preocupação com a questão dos royalties do petróleo, onde os municípios e estados de todo país pleiteiam na Justiça uma redivisão da indenização. (leia mais abaixo)

— A questão dos royalties entra na pauta de discussão no Congresso, com disputa judicial que vai exigir luta política e também conhecimento de causa. É uma indenização a que fazemos jus e temos direito. Daí que chamo atenção da população e convido a uma reflexão neste momento com vistas á regionalização do voto. A representatividade regional é muito importante, e Campos tem excelentes nomes nestas eleições, tanto no plano estadual como federal — finalizou. (leia mais abaixo)

Mérida reforça sua convicção de que os horizontes para o desenvolvimento regional se configuram como promissores por conta do protagonismo que a região passou a adquirir como produtor de energia com a geração do gás natural e a previsão de construção de termelétricas no Porto do Açu e Macaé. (leia mais abaixo)

— As empresas de estão prospectando a região, identificando as potencialidades, e o governo já antecipou algumas medidas como a instalação de um distrito industrial em Travessão, com as mãos do governo estadual. O Porto do Açu é um grande polo do desenvolvimento regional, gerando milhares de empregos para os campistas e para os que, mesmo não sendo de Campos, moram aqui. (Veja vídeo da entrevista abaixo)