
A literatura tem caráter libertador e terapêutico, além de promover interação e socialização. Com o objetivo de humanizar o atendimento, o setor de Protocolo Geral da Prefeitura – responsável por realizar o atendimento ao servidor e que é ligado à Secretaria de Administração e Recursos Humanos no município, inaugurou nesta sexta-feira (1) um espaço literário na sala onde funciona. O local fica localizado no Centro Administrativo José Alves de Azevedo (CAJAA), sede do Poder Executivo. (leia mais abaixo)
Os livros, recebidos por meio de doações ficam expostos em uma geladeira antiga que iria para o lixo, mas acabou ganhando uma nobre utilidade: virou uma “geloteca” – pequenas bibliotecas portáteis. O acervo conta com livros de autores da planície goitacá, grandes nomes nacionais como Machado de Assis e Pedro Bandeira, além de escritores internacionais como John Green.(leia mais abaixo)
Um dos livros expostos na biblioteca, o Ururau Pançudo, é escrito pelas autoras e historiadoras campistas, Carmen E. S. Gomes e Sylvia Paes, e ilustrado pelo também campista, Alicio Gomes. A obra é um romance que conta a história da lenda do Ururau da Lapa e suas curiosidades, por meio de ilustrações de pontos históricos de Campos, como a Igreja Nossa Senhora da Lapa, localizada na Av. Nelson de Souza Oliveira, no Parque Vicente Gonçalves Dias, e também a Ponte da Lapa.(leia mais abaixo)
Presente na inauguração, o Secretário de Administração e Recursos Humanos, Wainer Teixeira, falou sobre a biblioteca: “Estou muito feliz com essa iniciativa. Estimo que todos os setores e departamentos deste prédio, que está sob os meus cuidados, tenham a mesma sensibilidade de estar humanizando os ambientes. E é isso que vai dando sentimento de pertencimento para a gente. Eu estimo que essas leituras pacifiquem os corações e que enriqueçam os sentimentos. Que elas tragam paz para o ambiente de trabalho, porque é isso que todos nós precisamos”, afirmou Wainer, que também comentou sobre a importância da literatura.(leia mais abaixo)
“Quando chegamos aqui, tudo era muito árido. E nada melhor do que a literatura, que estimula a leitura e o conhecimento, para cessar a aridez. É como tomar água quando se está no deserto. E a literatura é a palavra, é um sentimento, é um conhecimento que mantém a gente vivo para as travessias da vida”, declarou.(leia mais abaixo)
Uma das idealizadoras da iniciativa, a Coordenadora de Protocolo, Denise Carvalho, falou sobre o projeto durante a inauguração. “O objetivo é tentar humanizar ainda mais o nosso atendimento. Isso aqui foi uma ideia da equipe. No início o caminho foi de muitas pedras, mas agora, também com a reforma da nossa sala, vimos que deu certo, os funcionários ficam mais empolgados a trabalhar. E é isso que a gente preza, fazer do protocolo a extensão da nossa casa”, comentou Denise.(leia mais abaixo)
Ela também aproveitou a oportunidade para pedir doações para o acervo. “Quem tiver um livrinho para doar, pode trazer para a gente. Estamos recebendo literatura e literatura infantil”, informou.