Saúde libera agendamento da vacina Covid-19 para três postos de vacinação

Nesta sexta-feira (6) a vacina contra Covid-19 por agendamento online (AQUI) acontece em três postos de vacinação. Pais ou responsáveis legais, que não conseguem agendar, podem levar os filhos em uma das unidades com atendimento por senha, que é distribuída no dia da vacinação. (leia mais abaixo)

Por agendamento, há vagas para crianças de 5 anos, sem comorbidade, receber a primeira dose no Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) e na Cidade da Criança, das 8h30 às 13h. Já na Cidade da Criança, os menores de 5 a 11 anos podem agendar a vacina para o Centro de Convenções da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), que aplica o imunizante das 9h às 16h.

Por senha, a primeira dose pode ser aplicada em crianças de 5 a 11 anos nas Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do Parque Rodoviário e UBSF Lagamar, em Farol de São Tomé, e no Centro de Convenções. Já as crianças de 6 a 11 anos poderão ser atendidas na UBS da Penha; UBSF Custodópolis; UBSF Lagoa de Cima; UBSF Ponta da Lama; UBSF Morro do Coco; e UPH Travessão. Com exceção do Centro de Convenções que atende de 9h às 16h, os demais locais atendem das 8h30 às 13h.

Para receber a segunda dose da CoronaVac, crianças de 6 a 11 anos podem agendar uma das vagas do Centro de Convenções. Por senha, o atendimento será na sede da Secretaria de Saúde; UBSF Custodópolis; UBSF Santo Amaro; UBSF Lagoa de Cima; UBSF Ponta da Lama; UBS da Penha; e UHP Travessão. O intervalo entre as doses é de 28 dias. A imunização ocorrerá nos mesmos horários acima. (leia mais abaixo)

A segunda dose da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos volta a ser aplicada no Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) por agendamento, assim como já acontece na Cidade da Criança, das 8h30 às 13h. No Centro de Convenções, o atendimento para esse mesmo público é por agendamento e senha, das 9h às 16h. O intervalo entre uma dose e outra é de oito semanas, ou seja, 2 meses. (leia mais abaixo)

Por senha, a aplicação da segunda dose da Pfizer será aplicada na UBFS de Lagamar; UBSF Rodoviário; e na Unidade Pré-Hospitalar (UHP) Travessão, das 8h às 13h. “A criança que completou seis anos, mas recebeu a primeira dose de Pfizer, a segunda deve ser com o mesmo imunizante. O mesmo acontece com quem completou 12 anos e recebeu a Pfizer pediátrica, precisa concluir o esquema primário com o imunizante”, esclarece o assessor técnico de Imunizações, Leonardo Cordeiro. (leia mais abaixo)

Os pais ou responsáveis legais também têm a opção de levar os filhos de 5 a 11 anos para se vacinarem no período diurno, podem se dirigir à Unidade Pré-Hospitalar (UPH) de Guarus no período noturno. No mesmo local, além de fazer a primeira dose, também é feita a aplicação da segunda dose da Pfizer para aqueles que receberam a 1ª dose há oito semanas, ou seja, 2 meses. A imunização acontece exclusivamente por senha, das 18h às 22h, porém após as 20h, não havendo frasco aberto, a aplicação será realizada a cada grupo de 5 pessoas. (leia mais abaixo)

Independentemente de ser a 1ª ou 2ª dose, pais ou responsáveis legais devem apresentar os seguintes documentos dos filhos: documento com foto, CPF, caderneta de vacinação ou cartão da vacina Covid-19 e comprovante de residência. (leia mais abaixo)

ATENDIMENTO PREFERENCIAL – Crianças de 5 a 11 anos com comorbidade devem comparecer ao Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Já as crianças de 5 anos com deficiência (física, sensorial ou intelectual) poderão receber a vacina Cidade da Criança. Em ambos os locais o atendimento é das 8h30 às 13h. (leia mais abaixo)

Para as crianças de 6 a 11 anos com deficiência, a vacina será aplicada nas UBSF Santo Amaro; UBSF Custodópolis; UBSF Lagoa de Cima; UBSF Ponta da Lama; UBSF Morro do Coco; e na UPH de Travessão. O horário é o mesmo citado acima. (leia mais abaixo)

Todos terão prioridade na fila desde que apresente documentação comprobatória da deficiência ou comorbidade que pode ser laudo médico; receita; cartões de gratuidade no transporte público, incluindo a Carteira Municipal de Identificação do Autista (CMIA); documentos de atendimento em centro de reabilitação ou unidades especializadas; documento oficial que identifique a deficiência; carteirinha de algum programa, como, por exemplo, Programa de Assistência ao Paciente com Asma e Rinite (Proapar) ou Unidades de Assistência de Alta Complexidade (UNACON), entre outras.