Câmara inicia seu julgamento mais importante; 13 suplentes de olho nas cadeiras

Tanto a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Campos quanto o bloco dos 13 vereadores da oposição asseguram que estão com a razão a respeito dos últimos acontecimentos no Legislativo. A reportagem do Campos 24 Horas acompanha as disputas que os vereadores protagonizam desde o início, ouviu todos os envolvidos e vai mostrar, neste domingo (17/04), um balanço do que acontece desde 15 de fevereiro, a fim de que os leitores possam avaliar, independente de narrativas apaixonadas ou de pessoas de setores que têm interesse direto no desfecho do impasse, o procedimento dos legisladores governistas e oposicionistas. O leitor também terá a oportunidade de saber quais são os nomes dos 13 suplentes que aguardam o resultado do julgamento de perda de mandato e o que difere essencialmente perda e cassação. O julgamento já foi iniciado, visto que os 13 vereadores da oposição já protocolaram suas defesas na última terça-feira. A publicação do balanço do Campos 24 Horas vai oportunizar ao leitor uma visão dos procedimentos adotados nas últimas semanas por aqueles que são ‘os autores e fiscais da lei’ e, assim, saber quem agiu de acordo com elas, sobretudo a Lei Orgânica, o Regimento Interno da Câmara e a Constituição Federal, que regulam a vida dos cidadãos e são um instrumento para fazer o poder público assumir obrigações de interesse da população. (leia mais abaixo)

Vamos publicar todos os posicionamentos, como vídeos de entrevistas com vereadores de oposição e  de integrantes da Mesa Diretores. As questões jurídicas e as decisões que podem mudar ou não o rumo dos trabalhos na Câmara. Ainda mostraremos os protestos do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Siprosep), Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe) e da Associação dos Pais de Pessoas Especiais (Apape), para que a oposição voltasse ao plenário porque votações importantes dependiam de quórum na Casa de leis. (leia mais abaixo)

AMANHÃ NO CAMPOS 24 HORAS: Descontentes com a anulação da votação que elegeu Marquinho Bacellar (SD) presidente para o biênio 2023/2004, oposicionistas optaram por esvaziar as sessões. Agora, esse procedimento é alvo de investigação em virtude de justificativas de falta que não foram aceitas, visto que a Mesa Diretora da Câmara alega que alguns vereadores estariam em seus gabinetes nas datas em que faltaram à sessões e, por consequência, descumpriram o Regimento Interno. (leia mais abaixo)

Por outro lado, a oposição vai à Justiça por duas questões. Primeiro, para tentar derrubar a anulação da eleição da Mesa Diretora, em razão do vereador Nildo Cardoso não ter votado nominalmente. A justiça, no entanto, não concedeu liminar, o que foi comemorado pelos governistas. Apesar da negativa de liminar, a Justiça ainda não decidiu se validará ou não a eleição de novo presidente. Outro aspecto que chama a atenção: a perda de mandato ser decidida pela Mesa Diretora. Sobre isso, o procurador-geral da Câmara falou ao Campos 24 Horas. Os vereadores de oposição, todavia, questionam o poder do colegiado (Mesa) em relação a perda de mandatos e recorreu novamente à Justiça. Esse pedido ainda está em fase de analise na justiça local.