Câmara não realiza sessão e vereadores trocam acusações em clima de guerra

Conforme antecipado pelo Campos 24 Horas (aqui), a Câmara de Vereadores de Campos não teve quórum para realização de sessão nesta terça-feira (08/03). Em clima de beligerância, vereadores governistas e oposicionistas trocaram acusações graves como ‘ato arbitrário’, falsificação de documento público, entre outras, e defenderam posições diferentes a respeito da votação que elegeu Marquinho Bacellar (SD) presidente e que foi, posteriormente, anulada (Aqui). Os vereadores de oposição deixaram o plenário pela terceira vez esse ano após o presidente da Casa, Fábio Ribeiro (PSD), negar um recurso para que prosseguisse a votação da eleição para Mesa Diretora. Fábio fez duras críticas aos oposicionistas e afirmou que, com essa postura, até instituições filantrópicas de Campos podem deixar de receber recursos por falta de votação no Legislativo. Ele acrescentou que, conforme determina o Regime Interno da Câmara, passará a descontar os dias de falta na sessão nos salários dos 13 vereadores de oposição. Fábio ainda falou sobre o grave caso da suposta ata falsificada, que teria sido feita por uma funcionária nomeada de um gabinete de  vereador. A oposição, por sua vez, representada pelo vereador Rogério Matoso (DEM), falou ao Campos 24 Horas e acusou Fábio Ribeiro de ‘ato arbitrário’,  anunciando que vai entrar na Justiça com pedido de validação da votação que elegeu Marquinho. Em tom forte, Matoso diz que Fábio tem tomado decisões na ‘calada da noite’. Os oposicionistas ainda falaram sobre a situação de algumas unidades escolares e um contrato suspeito de R$ 40 milhões do governo Wladimir Garotinho na área de Educação. Abaixo, veja: 1º VÍDEO: FÁBIO RIBEIRO; 2º VÍDEO: ROGÉRIO MATOSO