Governo Cláudio Castro: obras estruturantes e 50 mil habitações populares

O governador Cláudio Castro (PL) prepara o lançamento do maior programa habitacional dos últimos anos no Rio. Turbinado pelo ágio do leilão da concessão da Cedae, o programa será tocado pelo secretário da Infraestrutura e Obras, Max Lemos, que apresentou o cronograma na reunião de secretários na última segunda-feira (05), no anexo do Palácio Guanabara. Obras estruturantes também estão no radar do governo este ano.  (leia mais abaixo)

São 50 mil casas e apartamentos nos próximos quatro anos. O projeto piloto das unidades – já demandado pelo subsecretário Allan Borges – inclui apartamentos de dois quartos para a Baixada, e casas, também de dois dormitórios (com alicerces para o terceiro) em municípios que não tenham problemas de espaço.  (leia mais abaixo)

A primeira etapa terá 8 mil unidades, parte delas consolidando os projetos diversos que estão paralisados no estado, inclusive do governo federal. Em Queimados, onde Max foi prefeito, existem 1.200 casas, com 73% das obras prontas e que podem ser concluídas pelo estado com um investimento de R$ 38 milhões. (leia mais abaixo)

Em Campos, há previsão de mais 800 casas que precisam de R$ 20 milhões para ficarem prontas. A propósito, Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana aguardam que uma fatia seja destinada a conclusão das obras da Ponte da Integração que interliga os três municípios.  (leia mais abaixo)

Outra obra intensamente aguardada pela região é a construção da RJ-244, que fará a conexão do Porto do Açu e Rodovia BR-101, e irá desafogar o tráfego de carretas e veículos pesados na área central de Campos e na BR-356. Castro afirmou, durante o debate “Rio Canteiro de Obras”, promovido pela Firjan na última segunda-feira (05), que o dinheiro da concessão da Cedae será usado integralmente em investimentos. (leia mais abaixo)

ENGENHARIA FINANCEIRA – A Fazenda informou que até dezembro R$ 4,5 bilhões devem entrar nos cofres do Estado. O valor pode ser aumentado, caso o estado consiga um acordo para que o débito com o Banco BNP Paribas, quitado pela União, por força de liminar, seja parcelado dentro no novo Regime de Recuperação Fiscal. Nesse caso, o Rio teria capacidade de R$ 7 bilhões em investimentos. (leia mais abaixo)

Com esses recursos, além das casas populares, o governador prometeu investimentos em obras de infraestrutura no estado a partir do segundo semestre deste ano. O pacote inclui obras estruturantes como pontes, estradas e viadutos. (leia mais abaixo)

Diante destas perspectivas de que o governo estadual abrirá mesmo os cofres, uma romaria de prefeitos e deputados tem marcado presença no Palácio Guanabara na tentativa de levar sua fatia em obras para seus municípios e bases eleitorais. (leia mais abaixo)

Max Lemos avalia que os municípios que apresentarem os melhores projetos têm mais chances de entrar no primeiro lote de obras de até R$ 3 milhões que serão licitadas em 40 dias. A competição é por praças, calçamento de ruas, creches, escolas e postos de saúde. (leia mais abaixo)

PARCERIA – O dinheiro será usado também para a reforma de rodovias e no projeto de iluminação do Arco Metropolitano, que é tocado em parceria com o Governo Federal. (leia mais abaixo)

Os investimentos em estradas, ferrovias e regiões portuárias seriam capazes de atrair novas empresas para o Rio. O setor de logística (transporte de mercadorias) é tratado como prioridade, dentro desse projeto de infraestrutura.