Apesar da pandemia, Campos registra mais abertura do que fechamento de empresas

Apesar dos impactos da pandemia, este início de ano já revela indicadores positivos na economia na região quanto a abertura de novos negócios. Segundo dados obtidos pela reportagem do Campos 24 Horas na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja), em Campos foram constituídas nestes primeiros quatro meses do ano 461 empresas, enquanto outras 232 encerraram as atividades, um saldo positivo de 229. (leia mais abaixo)

Em Macaé houve também saldo positivo com a abertura de 312 empresas enquanto 163 fecharam as portas, um saldo positivo de 149 firmas. (leia mais abaixo)

São João da Barra registrou neste mesmo período 28 empresas constituídas. Outras 22 deram baixa em suas atividades. Quissamã teve neste quadrimestre a abertura de 21 empresas, enquanto 14 foram desativadas. (leia mais abaixo)

Segundo ainda a Jucerja, órgão da Secretaria Estadual Desenvolvimento Econômico, mais de 80% dos novos empreendimentos são microempresas, ou seja, faturam até R$ 360 mil por ano. (leia mais abaixo)

As novas empresas surgiram em um momento de pandemia, em que, ao longo deste ano e do ano passado, as atividades passaram por uma série de modificações e, às vezes, foram até suspensas para evitar a disseminação da Covid-19. (leia mais abaixo)

A maioria fechou as portas definitivamente após o início da pandemia, principalmente, quando foi decretado um conjunto de medidas restritivas que impôs o isolamento social e a ausência de circulação de pessoas para evitar aglomeração. (leia mais abaixo)

EM TODO ESTADO – No Estado como um todo, o Sebrae-RJ também traz indicadores positivos em relação a abertura de pequenos negócios no território fluminense, com o empreendedorismo abrindo portas para a reinserção no mercado de trabalho. (leia mais abaixo)

Levantamento com base nos dados da Receita Federal mostra que no primeiro trimestre deste ano, 68,8 mil novos MEI foram abertos no Estado do Rio de Janeiro. Esse número representa um aumento de 9%, em comparação ao mesmo período de 2020. (leia mais abaixo)

A alimentação fora do lar foi o segmento com mais abertura de empresas, com 10,4 mil novos MEI. Na sequência vem logística e transporte (7,2 mil), construção civil (5,8 mil), moda (5,7 mil) e beleza (5,1 mil). Já as atividades onde os microempreendedores individuais mais se destacaram foram: cabeleireiros, manicure e pedicure (3,7 mil), fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar (3,6 mil), comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (3,3 mil), promoção de vendas (2,8 mil) e atividades auxiliares dos transportes terrestres não especificados (2,4 mil).