CPI/Saúde: Virgílio colhe assinaturas e Matoso vai ao Cremerj

(Vídeo ao final das informações) – A criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde para investigar de que forma foram aplicados os recursos da área no último ano do governo Rafael Diniz é tida como muito provável na Câmara Municipal. Para mobilizar a Câmara, os vereadores Juninho Virgílio (Pros) e Rogério Matoso (SD) iniciaram levantamentos. Para os parlamentares, é como se houvesse “um mistério a ser desvendado”, ou seja, o governo passado diz ter aplicado R$ 800 milhões em 2020 na saúde, mas a situação dos hospitais públicos e conveniados e UBS não condiz com os recursos que saíram dos cofres da prefeitura. (leia mais abaixo)

As queixas em relação ao atendimento e as condições de trabalho nos hospitais HGG e Ferreira Machado foram frequentes nos últimos meses. Já os hospitais conveniados Santa Casa, Plantadores de Cara, Álvaro Alvin e Beneficência Portuguesa chegaram a desativar alguns setores e demitir profissionais em razão dos constantes atrasos de pagamento da prefeitura. (leia mais abaixo)

As UBS (Unidades Básicas de Saúde) foram fechadas durante a pandemia, no momento em que a população mais precisava de atendimento médico, entre outras denuncias e reclamações. (leia mais abaixo)

Juninho Virgílio anunciou em rede social (vídeo abaixo) que já obteve o número suficiente de assinatura dos colegas para a instauração da CPI. Já Rogério Matoso enviou ofício, datado de 06 de janeiro, ao coordenador da delegacia Conselho Regional de Medicina (Cremerj), Rogério de Souza Bicalho Filho, solicitando relatórios com dados da aplicação dos recursos do governo Diniz em 2020 na área de saúde. “A justa solicitação ser faz necessária, uma vez que o orçamento anual destinado à área de Saúde não condiz com a realidade  dos hospitais, bem como com o sofrimento dos munícipes com o atendimento médico”, diz Matoso em parte do ofício. (Texto atualizado às 07h26, 08/01/2021)