Foto do matador de Carlão que foi preso neste domingo

(veja vídeos ao final das informações) – A Polícia Civil prendeu, na manhã deste domingo (14), o terceiro suspeito de envolvimento no assassinato (aqui) do assessor parlamentar e pré-candidato a vereador do PSD de Campos, Carlos Roberto Rocha Ritter, conhecido como Carlão, de 47 anos. Identificado como Douglas, de 21 anos (1ª foto acima) e morador de um bairro de Guarus, ele é o principal suspeito de efetuar os disparos. Douglas foi localizado em uma pousada em Marataízes, no litoral do Espírito Santo. (leia mais abaixo)

Policiais da 134ª DP/Centro chegaram a Campos com o preso no início da tarde. Depois de ser ouvido, ele foi levado para a Casa de Custódia. A principal linha de investigações é de que ele recebeu dinheiro do suspeito de mandante, que teria sentido ciúmes de sua ex-namorada com a vítima. Para matar Carlão, o próprio executor contratou um motoboy que o levou até o local do crime, ocorrido no dia 28 de maio último, dentro da casa da vítima, no Parque Nova Brasília, em Campos. (leia mais abaixo)

SUSPEITO DE MANDANTE ALEGA INOCÊNCIA – Apesar do motoboy ter confessado que participou do crime e de outras provas obtidas pela Polícia Civil através de imagens de câmeras, o apontado pela polícia como mandante alega inocência. Todavia, os delegados do caso relevaram durante coletiva que um dos acusados de matar Carlão desceu da moto e entrou no carro do suspeito de mandante, um HB20 branco, que, inclusive, foi apreendido. (leia mais abaixo)

O suspeito de mandante se manteve calado na 134ª DP/Centro após ser preso na semana passada. O advogado que o representa informou à imprensa que seu cliente é inocente e que só vai falar em juízo.

A delegada Natália Patrão, que comanda as investigações ao lado do delegado Bruno Cleuder, chegou a dizer que a polícia está à procura agora de outros possíveis envolvidos no crime, deixando a entender que a busca não é apenas pelo executor. A delegada citou ainda uma mulher, sem, contudo, revelar de que forma ela figura no inquérito que apura o crime.

Duas mulheres já prestaram depoimento sobre o caso, assim como parentes da vítima.

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