Caso Carlão: família pede justiça e mãe está ‘em estado de choque’

A família de Carlos Roberto Rocha Ritter, que era conhecido como Carlão, de 47 anos, ainda tenta lidar com a morte brutal. Ele era assessor parlamentar do deputado estadual Bruno Dauaire, e foi assassinado a tiros no quintal de sua casa (aqui e aqui ), na última quinta-feira (28), no Parque Nova Brasília. Ao Campos 24 Horas, um dos parentes de Carlão relatou a situação da família, sobretudo da mãe do assessor parlamentar que está em ‘estado de choque’. Ela chegou a ver o filho caído após os tiros. A Polícia, por sua vez, investiga o caso e já tomou alguns depoimentos. (veja mais abaixo)

 “O sentimento que nós temos é de muita revolta e tristeza. Nós queremos que a justiça seja feita e que o assassino seja preso. A mãe dele é de dar pena, está em choque. Também não é para menos, pois além de perder o filho, o viu caído após levar os tiros”, disse o parente, cujo nome pediu para ser preservado.

Carlão era solteiro, mas tinha seis filhos. Ele morava com a mãe em um terreno onde residem outros parentes. Segundo o parente ouvido pela site, a mãe ouviu os tiros e foi verificar o que se tratava, quando se deparou com o filho caído na parte da frente da casa. “Era um ser humano formidável, só ajudava as pessoas. Nunca imaginamos que isso poderia acontecer”, destacou o parente. (leia mais abaixo)

DEPOIMENTOS – A Polícia já tomou alguns depoimentos, segundo informa uma fonte do Campos 24 Horas. O principal deles seria de uma mulher, com quem Carlão teria um relacionamento amoroso. Um homem morador de Guarus também já teria sido ouvido, mas a polícia ainda não confirmou se ele prestou depoimento na condição de testemunha ou suspeito. (leia mais abaixo)

Tudo leva a crer que a principal linha de investigação seja crime por motivação passional. Inclusive, o celular do assessor parlamentar foi apreendido para que as mensagens e ligações feitas no dia do assassinato sejam algo de investigação. 

A polícia também já teria conseguido imagens de câmeras de segurança de casas e comércios do bairro da vítima. Nelas, dois homens em uma moto aparecem como os dois principais suspeitos. Uma versão extraoficial dá conta de que o assassino chegou à casa de Carlão e o chamou pelo nome, enquanto outro homem que o acompanhava ficou na moto.