Aprovados no concurso do CCZ fazem Curso de Formação Inicial

Começou na manhã desta segunda-feira (03), o Curso de Formação Inicial para os aprovados no concurso para o cargo de Agente de Combate às endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). De caráter eliminatório, o curso, das 8h às 17h, segue até sexta-feira (7) na Universidade Salgado de Oliveira (Universo), localizada na Avenida 28 de Março, 856, Parque Dom Bosco.

As aulas são ministradas pelos profissionais do setor Informação, Educação e Comunicação (IEC) e do CCZ e passados dados sobre mobilização, educação e saúde; estudos da epidemiologia, entomologia e toxicologia, além das normas técnicas.  

— Eles vão aprender todo aspecto biológico dos vetores transmissores das arboviroses, como a dengue, zika, chikungunya. Aprenderão também técnicas que devem ser aplicadas durante a visita domiciliar, como por exemplo, como se direcionar ao morador, sempre utilizando do manual de normas técnicas do Ministério da Saúde. Ao final, todos vão passar por uma avaliação. Lembrando que é necessário ter o aproveitamento mínimo de 50% da avaliação, e com a frequência mínima de 75% durante o curso — disse o subcoordenador de controle de vetores do CCZ, Silvio Pinheiro.

Os candidatos que não comparecerem dentro do prazo serão considerados desistentes e, posteriormente, eliminados do concurso. Havendo desistências, poderão ser convocados outros candidatos aprovados, obedecendo a ordem de classificação do cadastro reserva. Após essa etapa, os classificados serão convocados para realização dos exames de saúde e, aqueles que estiverem aptos vão tomar posse em data marcada.  “Nas duas primeiras semanas, os novos agentes vão trabalhar acompanhados dos supervisores para que aprendam na prática como o trabalho é executado”, informou Silvio Pinheiro.

A aprovada Mariane Pinto Fernandes Távora, de 44 anos, fala da motivação em adquirir os novos conhecimentos para aplicar no seu futuro cotidiano de trabalho.   

— Passar por esse processo é importante para entendermos e conhecermos melhor da teoria e da prática de como deve ser manuseada e aplicada no nosso campo de trabalho. Estou muito entusiasmada e feliz, pois é um orgulho poder trabalhar com a saúde pública e poder estar prevenindo as doenças que esses vetores transmitem, através das orientações que passaremos aos moradores, além da aplicação dos larvicidas — relatou Mariane.