Os médicos decidiram nesta segunda-feira (4) adiar a alta do presidente Jair Bolsonaro, que estava prevista para esta quarta (6). O presidente deve ficar internado até, pelo menos, a próxima segunda-feira (11)
O presidente Jair Bolsonaro passou o dia todo em repouso completo no Hospital Israelita Albert Einstein, sem despachar ou participar de qualquer reunião de trabalho.
O boletim médico divulgado nesta segunda-feira (4) informou que ele voltou a receber “cuidados de terapia semi-intensiva”.
Novos exames de imagem mostraram “um acúmulo de líquido ao lado do intestino na região da antiga bolsa de colostomia”; que o presidente “foi submetido a punção para retirar esse líquido e permanece com dreno no local”.
O boletim informou ainda que Jair Bolsonaro “apresentou, ontem à noite, elevação da temperatura para 37,3 graus e alteração de alguns exames laboratoriais”, dois sinais de um possível início de infecção.
“Os médicos ontem à noite, ao realizarem os exames, detectaram um aumento dos leucócitos. Então imediatamente administraram antibióticos de amplo espectro, de forma a atacar todas as possibilidades para eventual infecção”, disse o porta-voz da Presidência, Otávio de Rego Barros.
Os antibióticos que o presidente está recebendo são injetados junto com o soro e, para vencer a eventual infecção, eles precisam ser aplicados por, no mínimo, sete dias.
Com isso, a previsão de alta, prevista inicialmente para quarta-feira (6), foi adiada. A previsão agora, é que o presidente Jair Bolsonaro fique internado no Hospital Albert Einstein, pelo menos, até a próxima segunda-feira (11).
Ainda segundo o boletim, a febre já baixou e o intestino do presidente está voltando a funcionar. Por ordem médica, as visitas permanecem restritas.
Fonte: G1/JN