Ataques marcam primeiro debate do 2º turno entre Eduardo Paes e Wilson Witzel na TV

Os candidatos ao governo do estado, Eduardo Paes (DEM) e Wilson Witzel (PSC), participaram, na noite desta quinta-feira, do primeiro debate do segundo turno na TV. O tom do evento, realizado pela Rede Bandeirantes dividido em quatro blocos, foi de ataques. Ao longo de mais de mais de uma hora, foram feitos vários pedidos de direito de resposta, o ex-prefeito e o ex-juiz trocaram farpas em diversos temas e pouco falaram de propostas.

Logo no inicio, Paes provocou o adversário sobre ele ter deixado o Espírito Santo na época em que foi juiz pelo estado. O ex-prefeito questionou se o candidato do PSC teria condições de enfrentar o crime organizado do Rio se quando teve a oportunidade “fugiu do Espírito Santo com ameaça de morte”.

Witzel rebateu dizendo que o candidato do DEM “amarelou” quando foi prefeito por não ter armado a Guarda Municipal. “Minha experiência como juiz criminal me credencia para enfrentar o crime organizado do Rio de Janeiro (…) Não toleramos mais corruptos. É a turma do (governador Luiz Fernando) Pezão, do (ex-governador, Sérgio) Cabral, que você representa, que nós vamos tirar do poder”, alfinetou.

Gestão

Em sua primeira pergunta, Witzel quis saber o que Paes irá fazer na área da saúde. O tema logo saiu da pauta, já que ambos continuaram com a troca de acusações, com o ex-juiz alegando que seu adversário “terá os direitos políticos cassados”.

O ex-prefeito se defendeu no tema citando o número de Clínicas da Família que fez em seu governo e atacando a inexperiência em gestão pública do candidato do PSC. “Não consigo nem lembrar o que esse candidato tem gerido na vida (…) A população sabe bem o tratamento que a gente deu no meu governo”.

Corrupção

Em um embate sobre corrupção, Witzel provocou Paes citando novamente o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-presidente da Alerj Jorge Picciani como aliados do ex-prefeito. Paes rebateu dizendo que o adversário é amigo de Mário Peixoto (sócio de Picciani e do ex-deputado Paulo Mello) e do presidente do partido do PSC, Pastor Everaldo.

“Quem anda com sócio do Picianni é você (…) Essas pessoas que te cercam, o Everaldo, esses personagens. A gente tem que olhar que história é essa de corrupção”, Paes rebateu, dizendo que Witzel também seria amigo de Luiz Carlos Cavalcanti Azenha, advogado do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, e que foi condenado nesta semana por subornar policiais.

Witzel rebateu contando quem é seu coordenador de campanha e associando Paes ao clã Picciani. “Quem anda com o Picciani é você. Você é que financia os filhos do Picciani. Ele (Rafael Picciani) foi o seu secretário. Você botou ele lá na sua secretaria de Transportes (…) Você come na mesa do Cabral. Você divide o guardanapo com o Cabral. Quantas vezes vamos ter que dizer para a sociedade que você representa o atraso na sociedade brasileira?”, rebateu, avisando que o ex-prefeito “não passaria no teste de integridade”.

Em outro momento acalorado, Paes classificou as afirmações do adversário como injúrias e disse que não iria dar voz de prisão a ele, como o candidato do PSC ameaçou fazer, em um vídeo direcionado ao ex-prefeito.

Vídeo polêmico

Ainda sobre corrupção, Paes citou a polêmica do vídeo em que Witzel aparece em um evento com servidores do Judiciário. “Você acha que é um exemplo de ética aquela cena, você ensinando os outros a ganhar R$ 4 mil a mais?”, o ex-prefeito questionou.

O candidato do PSC afirmou que a reunião em questão era sobre previdência e focou na afirmação de Paes sobre ele ter dito, no evento, que assumiu o lugar de um juiz. “O juiz titular não pode expulsar o juiz substituto. Ele só pode ser retirado dali por outra determinação do tribunal, se ele aceitar”, disse. “Você está balançando a cabeça, mas essa é a realidade. Não há nenhum tipo de engenharia”.

Corrupção

Em um embate sobre corrupção, Witzel provocou Paes citando novamente o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-presidente da Alerj Jorge Picciani como aliados do ex-prefeito. Paes rebateu dizendo que o adversário é amigo de Mário Peixoto (sócio de Picciani e do ex-deputado Paulo Mello) e do presidente do partido do PSC, Pastor Everaldo.

“Quem anda com sócio do Picianni é você (…) Essas pessoas que te cercam, o Everaldo, esses personagens. A gente tem que olhar que história é essa de corrupção”, Paes rebateu, dizendo que Witzel também seria amigo de Luiz Carlos Cavalcanti Azenha, advogado do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, e que foi condenado nesta semana por subornar policiais.

Witzel rebateu contando quem é seu coordenador de campanha e associando Paes ao clã Picciani. “Quem anda com o Picciani é você. Você é que financia os filhos do Picciani. Ele (Rafael Picciani) foi o seu secretário. Você botou ele lá na sua secretaria de Transportes (…) Você come na mesa do Cabral. Você divide o guardanapo com o Cabral. Quantas vezes vamos ter que dizer para a sociedade que você representa o atraso na sociedade brasileira?”, rebateu, avisando que o ex-prefeito “não passaria no teste de integridade”.

Em outro momento acalorado, Paes classificou as afirmações do adversário como injúrias e disse que não iria dar voz de prisão a ele, como o candidato do PSC ameaçou fazer, em um vídeo direcionado ao ex-prefeito.

Vídeo polêmico

Ainda sobre corrupção, Paes citou a polêmica do vídeo em que Witzel aparece em um evento com servidores do Judiciário. “Você acha que é um exemplo de ética aquela cena, você ensinando os outros a ganhar R$ 4 mil a mais?”, o ex-prefeito questionou.

O candidato do PSC afirmou que a reunião em questão era sobre previdência e focou na afirmação de Paes sobre ele ter dito, no evento, que assumiu o lugar de um juiz. “O juiz titular não pode expulsar o juiz substituto. Ele só pode ser retirado dali por outra determinação do tribunal, se ele aceitar”, disse. “Você está balançando a cabeça, mas essa é a realidade. Não há nenhum tipo de engenharia”.

Fonte: O Dia