O superintendente de Agricultura e Pecuária, Nildo Cardoso, se reuniu nesta semana com os vacinadores que vão atuar na 2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa, que começa no dia 1º de novembro em todo Circuito Pecuário Leste – formado pelos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e parte leste de Minas Gerais. Nesta etapa, que será aberta em uma propriedade do assentamento Zumbi I, apenas os bovinos e bubalinos com até dois anos de idade deverão ser vacinados.
— Na primeira etapa, em maio, vacinamos gratuitamente mais de 22 mil animais de criadores com até 70 cabeças, como prevê a Lei Municipal. Desta vez, como serão vacinados apenas os bovinos com até 24 meses de idade, deveremos ter entre 40% e 50% do número anterior. Isso significa que o trabalho deverá ser bem mais rápido, até porque a vacinação de bezerros é menos trabalhosa — avaliou Nildo Cardoso que explicou ainda que os animais com mais de dois anos não serão vacinados nesta etapa, porque já têm maior imunidade, tendo sido imunizados em anos anteriores.
Serão 10 vacinadores, que terão o apoio de cinco estagiários da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf). Além de doar as doses, a superintendência vai acompanhar a imunização. Outro fator que também deverá facilitar a vacinação é a utilização do cadastro da primeira etapa quando foram aplicadas 22 mil doses.
Além destes, os animais dos pequenos criadores, beneficiados pela vacinação gratuita, Campos possui outras cerca de 230 mil cabeças de médios e grandes criadores, que deverão comprar a vacina nas lojas especializadas e realizar a imunização até o fim de novembro. Quem deixa de vacinar o gado, fica impedido de comercializar produtos derivados e de circular com os animais de uma propriedade para outra, dentre outras restrições.
O estado do Rio de Janeiro é considerado “área livre de febre aftosa com vacinação” desde 1998. Os últimos dois casos foram registrados há 20 anos, em 1997: um em Magé e outro em Itaperuna.
Fonte: Comunicação/PMCG