Os riscos de manter o celular e outros dispositivos conectados ao Bluetooth

Dias atrás, um grupo de pesquisadores da empresa de segurança Armis encontrou uma nova falha que “afeta quase todos os dispositivos conectados ao Bluetooth”.

Segundo a empresa, o problema não atinge apenas smartphones, mas também aparelhos de TV, tablets, computadores portáteis e até automóveis. A falha poderia afetar mais de 5,3 bilhões de dispositivos eletrônicos no mundo.

O problema consiste em um malware (programa malicioso) chamado BlueBorne, que “se expande como o ar” e permite que hackers tomem o controle de aparelhos. Assim, eles conseguem acessar dados pessoais e invadir outros dispositivos conectados.

Além do BlueBorne, há mais riscos vinculados a essa tecnologia, segundo os pesquisadores.

“Nós acreditamos que existam muitas outras vulnerabilidades nas plataformas que usam Bluetooth ainda a serem descobertas”, afirmou a empresa Armis.

Dias atrás, um grupo de pesquisadores da empresa de segurança Armis encontrou uma nova falha que “afeta quase todos os dispositivos conectados ao Bluetooth”.

Segundo a empresa, o problema não atinge apenas smartphones, mas também aparelhos de TV, tablets, computadores portáteis e até automóveis. A falha poderia afetar mais de 5,3 bilhões de dispositivos eletrônicos no mundo.

O problema consiste em um malware (programa malicioso) chamado BlueBorne, que “se expande como o ar” e permite que hackers tomem o controle de aparelhos. Assim, eles conseguem acessar dados pessoais e invadir outros dispositivos conectados.

Além do BlueBorne, há mais riscos vinculados a essa tecnologia, segundo os pesquisadores.

“Nós acreditamos que existam muitas outras vulnerabilidades nas plataformas que usam Bluetooth ainda a serem descobertas”, afirmou a empresa Armis.

‘Bluesnarfing’

É mais perigoso que o Bluejacking, pois implica necessariamente o roubo de informações. O mais comum é o furto de contatos, mas a ferramenta também pode acessar outros tipos de dados privados em celulares, tablets e computadores, como mensagens e imagens.

Para conseguir, porém, o invasor deve estar a menos de dez metros do equipamento hackeado.

Como se proteger

– Microsoft, Google e Linux liberaram a seus clientes “patches” (espécie de programas que realizam correções em dispositivos com falhas);

– Equipamentos mais modernos podem solicitar um código de confirmação quando alguém tenta se conectar ao dispositivo;

– Configurar o aparelho para o “modo oculto” para que ele se torne invisível a hackers;

– É mais seguro manter o Bluetooth desligado quando ele não está sendo usado de fato.