A PlantAí, uma horta desenvolvida pela Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) em parceria com a Corbion, a superintendência de Pesca e Aquicultura, o Assentamento Zumbi dos Palmares e a Pesagro, começa a dar frutos. Os brotinhos de beterraba, cenoura, hortelã pimenta, cebolinha, couve, alface, acerola, fruta-pão, pimenta biquinho, todos produtos orgânicos, estão dando nova cara aos canteiros montados na sede da FMIJ. Já na primeira colheita, isso também representará sustentabilidade e economia, além da garantia de alimentação saudável para as crianças e adolescentes assistidos, uma vez que não são utilizados agrotóxicos na plantação.
Já na volta às aulas, no próximo dia 7, o projeto se consolida, com o manuseio também dos assistidos. Eles participarão de todo o processo. Nesta sexta-feira (28), representantes da Corbion, Fernando Costa; e da superintendência de Pesca e Aquicultura, Armando Barreto visitaram a horta e elogiaram o trabalho que vem sendo desenvolvido.
— Apoiar o projeto PlantAí foi extremamente gratificante para nós, da Corbion. Em pouco tempo tivemos a oportunidade de nos aproximar e realizar algumas atividades junto à FMIJ. Faremos o que estiver ao nosso alcance para canalizar energias e recursos para este projeto. São coisas simples, mas que podemos fazer para que juntos consigamos construir um mundo melhor — disse o gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Corbion, Fernando Costa.
A presidente da FMIJ, Suellen André de Souza, e a diretora de Programas para a Infância, Amanda Barreto, acompanharam a visita e agradeceram aos parceiros pelo comprometimento e envolvimento no projeto, enquanto o funcionário responsável por cuidar da horta explicava as técnicas utilizadas. Paulo César Martins destacou a importância deste aprendizado para as crianças e adolescentes.
— Aqui eles aprendem a técnica do plantio sem agrotóxicos, usando apenas água e esterco, e podem levar este conhecimento para a vida, em casa ou aplicar como trabalho. Tivemos alunos que aprenderam a plantar aqui na Fundação e vivem de horta até hoje — contou Paulo César.
Fonte: Comunicação PMCG