Em uma ação conjunta, a Defesa Civil e o 5º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) realizaram, na manhã desta sexta-feira (12), o corte de duas palmeiras imperiais centenárias que ameaçavam cair nas dependências do prédio do Patronato São José, onde também funcionam a Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ), a Creche Escola João Perdecene Neto e um posto de saúde. O trabalho, apesar de complexo, durou pouco mais de duas horas.
A operação foi possível devido ao apoio do 5º GBM, que cedeu a viatura com a escada Magirus, que alcança a altura de 37 metros necessários para chegar ao topo das árvores. “Precisamos pedir solicitação ao comando maior, já que a Magirus não costuma ser utilizada em ações como esta. Mas, como havia o risco de uma das palmeiras cair sobre uma creche, entendemos a prioridade e concedemos o apoio material. Sempre que pudermos colaborar, estaremos à disposição”, colocou-se o comandante do 5º GBM, coronel Kleber Fernandes dos Santos.
O diretor executivo da Defesa Civil, major Edison Pessanha, avaliou tratar-se de uma operação com alto grau de complexidade, devido ao estado bastante comprometido das árvores. Ele explicou que o corte foi realizado de forma fragmentada, para garantir maior segurança.
— As árvores têm 35 metros de altura. Sendo assim, foi necessário vir realizando o corte do topo para baixo, de forma fragmentada. Se não houvesse o risco delas desabarem sobre prédios, poderíamos até deixar que morressem e viessem abaixo. Mas, como não é este o caso, e diante do risco iminente, foi necessária a realização dos cortes o quanto antes — disse major Edison Pessanha.
A presidente da Fundação Municipal da Infância e da Juventude, Suellen André de Souza, destacou que foi montada toda uma logística para garantir a segurança das crianças e adolescentes assistidos, que estavam no prédio no momento do corte.
— Tivemos a preocupação de nos certificar de que todos eles estariam em sala de aula, em segurança. Como prevíamos que a execução do trabalho pudesse se estender durante o período de almoço deles, também viabilizamos profissionais para acompanhá-los em tempo integral. Além disso, toda a área que oferecia risco foi isolada pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros. Tudo saiu como esperado — comentou Suellen.
Fonte: Comunicação PMCG