13/01/2016 18h53 | Foto: Supcom

No final do ano de 2014, antevendo o quadro de crise econômica que se instalaria em todo o país e afetaria, principalmente, os municípios produtores de petróleo, a Prefeitura de Campos, para tranquilizar seus servidores, publicou em janeiro de 2015, o calendário do pagamento mensal do funcionalismo municipal, incluindo os servidores inativos e as parcelas do 13° Salário.
– O que vemos hoje são municípios em risco de total “falência” e o governo do Estado, que deveria socorrer esses municípios, cortando benefícios e sacrificando seus servidores, inclusive com o governador Luiz Fernando Pezão anunciando aumentando descontos previdenciários e criando manobras para facilitar até a demissão de funcionários estáveis – destaca o subsecretário de Governo de Campos, Thiago Godoy.
O subsecretário de Governo diz que se trata de má gestão. “Já em outubro de 2014, com o preço do barril de petróleo despencando, a prefeita Rosinha alertava para crise e começou a implantar as medidas necessárias para manter o funcionamento dos serviços públicos. Com a experiência política e administrativa adquirida como uma das mias conceituadas governadoras de Estado do Brasil, como chefe do Executivo de Campos, a prefeita reduziu despesas, controlou contratos e gastos públicos, direcionando os recursos do município para funcionamento dos programas prioritários, principalmente da Saúde e Assistência, e se preocupou com seus servidores, garantindo o pagamento de salários em dia”, diz Godoy.
O subsecretário frisa como o planejamento determinado pela prefeita amenizou os efeitos da crise, especialmente para o comércio.
– Em nossa região e nas regiões vizinhas, vimos crescer o desemprego e os servidores ficarem com salários atrasados. O governo do Estado tem a mais criticada gestão em função desse descontrole, sendo a novela do 13° Salários do funcionalismo estadual o mais desmoralizante, com servidores pegando empréstimos, fechando o ano sem pagamento. Em Campos, apesar a crise, no período de Natal e fim de ano, por exemplo, o comércio pode contratar pessoal e lojistas agradeceram à prefeita a injeção de mais de mais de R$ 100 milhões na praça, através do pagamento do funcionalismo, o que ajudou a movimentar as vendas de fim de ano”, concluiu o subsecretário de Governo.