20/11/2015 – atualizado às 18h28 – Foto: Sup. de Comunicação
Do ano passado para cá, o processo de aprendizagem nas escolas municipais com as lousas digitais interativas têm ganhado novo significado para alunos e professores. A infinidade de recursos disponível nos equipamentos tem atraído mais a atenção dos alunos, que, além de ouvir o professor, são capazes de assimilar os conteúdos com imagens, incluindo a dimensão em 3D, e exemplos baixados diretamente pela Internet.
Na Escola Municipal Marlene Henriques Alves, no Jardim Aeroporto, o professor Adriano José de Melo revela que há cerca de um ano está experimentando os avanços através de uma maior interatividade com a turma de Nível 2, em que atua.
– Passo vídeos frequentemente, documentários e materiais que ajudam as crianças a relacionar mais rápido o conteúdo. Por exemplo, além de falar de reciclagem, eu tenho acesso a recursos extraordinários na lousa que me permitem exemplificar. Isso é fabuloso – completa.
Para ele, as aulas estão muito melhor do que antes, pois passam a ser fundamentadas. “Não falo de coisas vagas. Quando explico sobre o corpo humano, posso mostrar todas as dimensões do corpo, crânio, esclarecendo curiosidades dos alunos”, diz.
Segundo o aluno Luís Cláudio Gomes Ramos, 14 anos, realmente está mais fácil aprender. “Gosto muito quando o professor utiliza as lousas. Também gosto de ver os vídeos e desenhos”, afirma.
A diretora da unidade com 422 alunos, Luciana de Oliveira, conta que as 11 salas da escola tiveram as lousas digitais implantadas. “Sem sombra de dúvidas, posso reforçar que temos aulas com crianças mais atentas nas salas. Isso representa um ganho para a educação dos nossos alunos”, conclui.
No primeiro momento, os professores passaram por um treinamento oferecido pela equipe de técnicos da empresa que fornece o equipamento (Educateca – São Paulo). Agora, as dúvidas que surgem no dia a dia da utilização da lousa podem ser tiradas com técnicos de Campos, contratados e treinados para atender aos diretores, pedagogos e professores com dificuldades em manipular os equipamentos. Basta entrar em contato com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes (Smece).