Prefeitura realizou 660 cirurgias bariátricas

Atualizado em 18/10/2015   às 12h45   –   Foto: Sup. de Comunicação
bariátrica
O serviço de cirurgia bariátrica não é garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas em Campos é ofertado, gratuitamente, com recursos provenientes dos royalties do petróleo. Desde o início da implantação do serviço, em 2010, foram realizados cerca de 660 procedimentos no Hospital Escola Álvaro Alvim e na Santa Casa de Misericórdia.

A professora aposentada Rita de Cássia Azevedo Sá, 58 anos, operou em julho deste ano e perdeu 25 quilos até o momento. “Pesava 122 quilos antes da cirurgia e agora cheguei aos 97, mas ainda quero mais. Meu principal motivo para optar pela cirurgia foi a diabetes. Agora eu não tomo mais insulina. Também tomava quatro remédios por dia para controlar a pressão arterial, hoje só tomo um. Estou muito feliz com o resultado”, disse.

O vice-prefeito e secretário de Saúde, Doutor Chicão, explica que a cirurgia bariátrica não é um procedimento de urgência nem de emergência, é um procedimento eletivo e o paciente tem que ser submetido a uma avaliação multidisciplinar, com cirurgião, cardiologista, endocrinologista, psicólogo, nutricionista e fisioterapeuta. Depois da avaliação, se o paciente estiver liberado, é encaminhado para a cirurgia.

– Os pacientes de Campos não pagam nada por isso. O acompanhamento inclui, além de equipe multidisciplinar, os medicamentos específicos para a assistência integral. A cirurgia paga pela prefeitura utiliza a técnica videolaparoscópica – técnica minimamente invasiva que permite uma recuperação mais rápida – afirmou.

Para o médico Titular Especialista do Colégio Brasileiro dos Cirurgiões, da Sociedade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e do Colégio Brasileiro de Cirurgia do Aparelho Digestivo, Jomar Jober Hernandes Brito, “os pacientes que fazem cirurgia de redução de estômago em Campos pela Prefeitura estão sendo beneficiados com o que há de mais moderno e mais perfeito”.