“Não vai faltar comida no Brasil”, diz Ministra




28/03/2020 19:07:20.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, participa de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados..


Durante a pandemia do coronavírus (Covid-19), o dia a dia da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem sido mais do que desafiador. Coube a ela mediar a reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e o mandatário chinês, Xi Jinping, na última segunda-feira 23, depois de o filho deputado do presidente, Eduardo Bolsonaro, inflamar as relações entre os dois países. Ela também convocou uma reunião entre os chefes da Agricultura de países do Mercosul no início da semana. A atuação sobrepõe-se à própria área da ministra. Tereza Cristina colocou à disposição do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, os laboratórios de testes da qualidade dos produtos importados e exportados pelo Brasil para a leitura dos exames que atestam a doença. Entre reuniões com o presidente Bolsonaro e representantes do agronegócio, a ministra atendeu VEJA para uma entrevista por telefone. Ela garante o abastecimento do país durante os dias de crise, explica as medidas de proteção dos funcionários do campo e crítica governadores por medidas restritivas.


Como o ministério vem atuando para mitigar os efeitos dessa crise?  - Desde o momento em que tomamos conhecimento do que estava acontecendo na China, montamos um grupo de acompanhamento com os secretários de abastecimento, porque prevíamos algum tipo de impacto para o setor. Fomos um dos primeiros ministérios a pedir reconhecimento pela Casa Civil como um serviço essencial, que não pode parar. Tínhamos uma preocupação grande com os insumos vindos da China, como os defensivos agrícolas e fertilizantes, que são essenciais para a nossa produção.


Devemos estar preparados para o desabastecimento de supermercados? Não vai faltar comida. Estamos trabalhando para que os produtos possam sair dos armazéns e cheguem às prateleiras, mas esse não é o único problema. Os alimentos dos animais, por exemplo, precisam chegar às fazendas, para a produção de carne, porcos, frango.


E quais têm sido os principais desafios? Uma das nossas grandes dificuldades tem sido decretos muito duros de prefeitos e governadores rebeldes. Entendemos as posições deles, mas há, por exemplo, alguns municípios que fecharam suas entradas e os trabalhadores não conseguem chegar às indústrias. Além disso, as fábricas não recebem a soja e não conseguem produzir ração. A agricultura é feita de cadeias e os impactos são muito rápidos.


A senhora convocou uma reunião entre representantes da agricultura na América do Sul. O que foi tratado? A reunião com os ministros da Agricultura do Mercosul foi excelente. Convoquei a conversa na quinta e realizamos já na segunda-feira. Decidimos harmonizar nossas políticas quanto aos corredores viários, porque os produtos precisam circular pelo continente. Elaboramos, junto ao Ministério da Infraestrutura, um documento de colaboração que será assinado em conjunto com os outros países, que prevê essas medidas, além de alinhar as políticas de segurança para os caminhoneiros.


A senhora já projeta cenários para depois deste momento duro? Desde o início dessa crise, estamos muito preocupados com o avanço do acordo comercial entre a China e os Estados Unidos. As vendas vão continuar e o dólar alto é positivo para as exportações — bom para as exportações [risos]. Temos nossa cadeia de proteína animal se expandindo e volume dentro do país. Imagino que, quando a China voltar à normalidade, vamos voltar a exportar muita carne.


Na agricultura, quais vão ser os principais afetados? Minha grande preocupação é com os pequenos produtores, cujos produtos têm valor agregado alto, porém. Pense no produtor de flores. Quem vai comprar flores agora? Mas tenho falado muito com o Ministério da Economia e o Banco Central vem adotando medidas para amenizar esses impactos, mas, obviamente, há setores que vão sofrer mais que outros.


Como manter as produções? Há medidas protetivas para os empregados? As condições de trabalho no campo são diferentes das grandes cidades. Além de os frigoríficos estarem adotando uma série de precauções com seus funcionários, com a adoção de medidas sanitárias, lá não tem aglomeração, as pessoas trabalham em espaços abertos. O ministro da Economia sabe que, quando a situação se normalizar, a agricultura vai ser o primeiro setor a voltar à carga.


Qual foi o papel da senhora na conversa entre os presidentes Jair Bolsonaro e Xi Jinping, da China, depois de Eduardo Bolsonaro inflamar a relação entre os dois países? Eu apenas acompanhei. A reunião entre o presidente Bolsonaro e o presidente chinês foi muito produtiva. Ele se solidarizou com o povo brasileiro, disse que quer colaborar na área científica para combater o coronavírus.


Fonte: Veja




Adiamento das eleições municipais: decisão cabe a Congresso, diz ministro do STF

Barroso sinalizou que, como futuro presidente do TSE, não cogita qualquer mudança, mas depende do Congresso




28/03/2020 00:12:32.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que presidirá o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir de maio, disse neste domingo (22) que a decisão sobre um eventual adiamento das eleições municipais de 2020, prevista para outubro, é do Congresso Nacional. Barroso sinalizou que, como futuro presidente do TSE, não cogita qualquer mudança no calendário eleitoral, mas que, caso o Parlamento decida por esse caminho, a Corte irá trabalhar com “essa nova realidade.”


“A saúde pública é o bem supremo a ser preservado no país. Tudo o que possa impactá-la deve ser adequadamente avaliado. A Constituição prevê a realização de eleições no primeiro domingo de outubro. A alteração dessa data depende de emenda constitucional. Portanto, não cabe a mim, como futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral, cogitar nada diferente nesse momento”, afirmou em comunicado à imprensa.


“É papel do Congresso Nacional deliberar acerca da necessidade de adiamento, inclusive decidindo sobre o momento adequado de fazer essa definição. Se o Poder Legislativo vier a alterar a data das eleições, trabalharemos com essa nova realidade”, complementou.


Apesar disso, Barroso procurou enfatizar que as eleições são um “rito vital para a democracia”. “Se o adiamento vier a ocorrer, penso que ele deva ser apenas pelo prazo necessário e inevitável para que as eleições sejam realizadas com segurança para a população. A realização de eleições periódicas é um rito vital para a democracia”, concluiu.


 




'Time' de Diniz para disputar eleição: veja quem deixa governo semana que vem

Secretários, subs, superintendentes e supervisores de bairro da prefeitura candidatos a vereador




27/03/2020 09:09:34.

Na próxima semana, o prefeito Rafael Diniz (Cidadania) começa a série de exonerações de secretários, subsecretários, superintendentes, além de supervisores de bairro, que vão participar das eleições 2020. Dia 03 de abril (sexta-feira da próxima semana) é o prazo final, de acordo com a legislação eleitoral, para os agentes públicos que desejarem participar do processo eleitoral deixem seus cargos, ou seja, seis meses antes das eleições marcadas para outubro. 


Os prováveis candidatos a vereador do 'time' de Rafael Diniz estarão em seis partidos. Portanto, deixam o governo os seguintes nomes: o secretário municipal de Saúde, médico e vereador licenciado Abdu Neme; o secretário de Educação, professor Brand Arenari; secretário de Administração, André de Oliveira; superintendente de Entretenimento e Lazer, Hélio Montezano (Alemão); diretor do Hospital Geral de Guarus (HGG), Dante Pinto Lucas; superintendente de Postura, Victor Montalvão; superintendente de Trabalho e Renda, Rogério Matoso; presidente da Fundação de Esportes, Raphael Thuin; superintendente na Secretaria de Saúde, Tony Siqueira; e superintendente Alonso Barbosa (filho do saudoso vereador Renato Barbosa).


Há outros prováveis candidatos do governo que serão divulgados até a próxima semana. Todos eles em algum momento cogitaram a possibilidade de participar das eleições para o Legislativo. Para confirmação da candidatura, porém, dependem das convenções partidárias que serão realizadas em junho.


Uma fonte do Campos 24 Horas no governo afirma que: "O clima é de harmonia. Não há disputa interna por cargos. O prefeito terá tranquilidade para escolher os substitutos". Segundo a mesma fonte, a subsecretária de Atenção Básica, Cintia Ferrini,  é a preferida de Diniz para assumir a Secretária de Saúde. 


O prefeito Rafael Diniz será candidato a prefeito mais uma vez, mas de acordo com a legislação eleitoral, não precisará se desincompatibilizar do cargo, assim como a figura do vice-prefeito que, caso se candidate, também não precisa se afastar de suas funções. Rafael Diniz disputará as eleições pelo atual partido, Cidadania.


Os pré-candidatos a vereador que estarão se afastando do cargo na prefeitura para as eleições entrarão na disputa em seis partidos que irão apoiar Diniz: PSB, PTB, PP, DC, Cidadania e Avante. Este último ainda pendente, visto que seria assumido pelo grupo do médico Abdu Neme. Todavia, por questões legais, o diretório local ainda não foi substituído, o que impediria as filiações e, por consequência, comprometeria e legalização de candidaturas.


Nestes partidos que apóiam Diniz, alguns atuais vereadores – José Carlos, Jorginho Virgílio, Genásio, Enock,  entre outros -, aproveitando a janela partidária, também estão migrando para eles, reforçando assim a eleição majoritária.


 




Ex-vereadores Kelinho e Linda Mara saem da prisão; Thiago Virgílio também

Os três foram condenados na Operação Chequinho




27/03/2020 09:09:01.

Nesta quinta-feira (26), os ex-vereadores Kelinho e Linda Mara Silva foram liberados da prisão que cumpriam por causa da condenação no caso Operação Chequinho. através de habeas corpus. Thiago Virgílio também foi liberado, mas na semana passada.


O habeas corpus de Kelinho e Linda Mara foram concedidos pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), baseado na prisão de condenados somente após o trânsito em julgado. O teor da decisão de Lewandowski deve ser publicada nesta sexta-feira (27).




Após reunião com Bolsonaro, Witzel diz que discorda sobre fim do isolamento social

Ele argumentou que tomou as decisões ao ouvir especialistas, como o ministro da Saúde e da OMS




25/03/2020 15:03:08.

O governador do Rio, Wilson Witzel, em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, no Palácio Guanabara, disse que discorda do presidente Jair Bolsonaro sobre o fim do confinamento por causa da pandemia de novo coronavírus. Segundo ele, há 17 infectados em CTI e o número deve aumentar ao longo das próximas semanas. Ele argumentou que tomou as decisões ao ouvir especialistas, como o ministro da Saúde e da OMS.


- Retomamos o diálogo, isso foi positivo. No momento, peço para que as pessoas fiquem em casa - disse o governador, negando que esteja em campanha eleitoral.


Em reunião virtual com os governadores, na manhã desta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro bateu boca com o governador de São Paulo, João Doria. O presidente considera que Doria e Witzel estão usando o coronavírus para fazer política. Por outro lado, os governadores cobraram para que Bolsonaro dê o "exemplo" ao país.


Witzel não quis se aprofundar no atrito entre Doria e Bolsonaro. O governador argumentou que não é o momento de falar de política.


- Não vou me manifestar sobre a situação do presidente com o governador de São Paulo. Aqui me preocupo com o estado do Rio de Janeiro - disse.


Segundo Witzel, o pronunciamento de Bolsonaro "não encontra ecos na sociedade".


- O espaço democrático é para ter discussões. Não tomamos decisões desarrazoadas. Procuro especialistas quando não conheço do assunto. No momento não há espaço para abertura para o confinamento. Estamos preservando vidas e no caminho para reduzir o Covid-19. Espero que a conversa continue respeitosa. O tratamento, pelo menos hoje, com relação ao presidente foi respeitosa.


O governador afirmou ainda que "cada um responde pelos seus atos."


- Tudo aquilo que fizemos será avaliado pelas instâncias adequadas. Quem vai avaliar são os órgãos técnicos. O que espera do presidente é o tratamento com respeito. Ele não está obrigada a aceitar o que eu digo. Não é momento político


Os governadores também pediram ao presidente que inicie negociações com o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para que o pagamento das dívidas dos estados com essas instituições seja adiado por até um ano.


Fonte: Extra




Veja vídeo com discurso polêmico de Bolsonaro sobre coronavírus

Pronunciamento do Presidente Jair Bolsonaro, em cadeia nacional de TV, sobre o coviD-19




25/03/2020 14:02:36.




Pronunciamento de Bolsonaro foi "equivocado", diz Maia

Maia criticou o fato de Bolsonaro usar a estrutura da transmissão para atacar a imprensa, governadores de Estado e especialistas em saúde pública




25/03/2020 08:08:26.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considerou "equivocado" o pronunciamento em cadeia nacional de TV feito nesta terça-feira, dia 24, pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Maia criticou o fato de Bolsonaro usar a estrutura da transmissão para atacar a imprensa, governadores de Estado e especialistas em saúde pública.


"Desde o início desta crise venho pedindo sensatez, equilíbrio e união. O pronunciamento do presidente foi equivocado ao atacar a imprensa, os governadores e especialistas em saúde pública", escreveu o presidente da Câmara em uma rede social.


Maia reafirmou o compromisso de que o Congresso Nacional vote ações para conter a pandemia e auxiliar empresários e trabalhadores na crise econômica. "Precisamos de paz para vencer este desafio", pediu o deputado.


Ele também disse que, em respeito a idosos e pessoas em grupo de risco, os brasileiros devem seguir determinações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde.


Fonte: Terra


 




Bolsonaro critica prefeitos e governadores e pede 'fim do confinamento em massa'

CORONAVÍRUS – Presidente diz que meios de comunicação espalharam ‘pavor’




25/03/2020 02:02:43.

Em um pronunciamento oficial realizado na noite desta terça-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro foi novamente na contramão do mundo e voltou a minimizar a pandemia do coronavírus. Além disso, o chefe de estado voltou a criticar a imprensa por suposta "histeria", ao dar parabéns aos veículos de mídia que passaram a pedir calma para a população e também utilizou novamente a palavra "gripezinha" para se referir à covid-19.


Ele ainda criticou prefeitos e governadores que decretaram quarentena, e disse que o "Brasil não pode parar" e que "não se pode abraçar o conceito de terra arrasada". "Temos que voltar à normalidade", afirmou Bolsonaro.


O presidente ainda disse que, por conta do seu "histórico de atleta", não sentiria os efeitos caso tivesse pegado a doença. "Nada sentiria ou, quando muito, seria acometido por uma gripezinha ou resfriadinho", disse o presidente, citando um depoimento feito por "aquele médico, daquela emissora", em referência ao Dr.Drauzio Varella, da TV Globo.


"O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas?", declarou.




Maia diz que não é hora de adiar eleição e que Mandetta 'vai muito bem' na Saúde

Ministro sugeriu neste domingo cancelar pleito este ano para evitar disputas políticas




23/03/2020 08:08:29.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao GLOBO, neste domingo, que não é hora de discutir um eventual adiamento das eleições . O tema foi levantado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) em teleconferência com prefeitos neste domingo. Ele sugeriu que se faça um "mandato tampão" por causa da pandemia do coronavírus.


Maia reagiu:


— Eleições começam dia 15 de agosto. Vamos focar agora no tema da saúde. Aliás, área em que o Mandetta vai muito bem. Na hora correta vamos cuidar da eleição.


Segundo o calendário eleitoral, 15 de agosto é o último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem à Justiça o requerimento de registro de seus candidatos. Em outras palavras, é o dia em que a população passa a conhecer todos que estarão concorrendo no pleito.


Mandetta disse que "eleição no meio do ano vai ser uma tragédia".


— Estou alertando que todos vocês precisam, com todas as diferenças políticas, (se entender). Aliás, eu faço aqui até uma sugestão para vocês discutirem. Está na hora de o Congresso olhar e falar: "olha, adia (as eleições)". Faça um mandato tampão desses vereadores e prefeitos. Eleição no meio do ano vai ser uma tragédia. Vai todo mundo querer fazer ação política. Eu sou político. Não esqueçam disso — disse Mandetta.


Líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), também é a favor do adiamento.


— Adiar as eleições municipais é concordar com a realidade. Só isso. Não há como realizar eleição sem contato físico. A prorrogação de mandato acaba sendo a melhor solução econômica e democrática.


Líder do DEM na Câmara, mesmo partido de Maia, Efraim Filho (PB) tem um entendimento diferente do presidente da Câmara. Ele afirma que é preciso suspender a data das eleições para não haja disputas políticas. O assunto já é debatido entre as lideranças.


— É hora de tomar a seguinte decisão para que a política não contamine a saúde: pensar que as eleições estão suspensas para que a gente defina o calendário a partir do fim do estado de calamidade pública. Não necessariamente dizer que vai prorrogar para 2022 e nem estabelecer já uma data, seja novembro ou dezembro. Acho que é tema que devemos deixar em aberto a depender da evolução da crise — disse Efraim.   


No Senado,  o líder do PDT, Weverto Rocha (MA), diz que é hora de prudência:


— Temos de esperar mais um pouco para fazer essa avaliação. Temos de ver o que vai acontecer nos próximos dois meses. E, em maio, reunir todos os conselhos da República, Poderes, partidos e achar uma solução. Agora, é hora de tentar controlar a curva da propagação da doença.


Weverton acrescenta que não é hora de o ministro da Saúde levantar esse debate.


— Ele está indo muito bem no trabalho. Nós, da oposição, reconhecemos isso. Mas não é assunto para ele tratar. Ele tem de cuidar da Covid-19. Essa outra discussão é política.


Líder do PSB na Câmara, Alessandro Molon (RJ) diz que a energia de todos, neste momento, deve ser canalizada para o enfrentamento à epidemia e à proteção dos mais vulneráveis.


— Qualquer outro debate agora só vai desviar o nosso foco do que realmente importa. No momento oportuno, se houver risco para a saúde pública, não tenho dúvida de que o Congresso enfrentará este debate. E saberá fazê-lo evitando que nossa democracia seja colocada em risco, num período em que o autoritarismo ameaça o país — diz o deputado.


Em nota, o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ocupará o cargo durante o pleito, ministro Luís Roberto Barroso, disse que a competência para mudar a data da eleição é do Congresso Nacional.  Ele ressalta, no entanto, que "a saúde pública é o bem supremo a ser preservado no país" e que "tudo o que possa impactá-la deve ser adequadamente avaliado". 


"A Constituição prevê a realização de eleições no primeiro domingo de outubro. A alteração dessa data depende de emenda constitucional. Portanto, não cabe a mim, como futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral, cogitar nada diferente nesse momento. É papel do Congresso Nacional deliberar acerca da necessidade de adiamento, inclusive decidindo sobre o momento adequado de fazer essa definição. Se o Poder Legislativo vier a alterar a data das eleições, trabalharemos com essa nova realidade", registrou.


O ministro diz ainda que, numa democracia, é preciso respeitar a realização de eleições periódicas. 


"Se o adiamento vier a ocorrer, penso que ele deva ser apenas pelo prazo necessário e inevitável para que as eleições sejam realizadas com segurança para a população. A realização de eleições periódicas é um rito vital para a democracia".


Fonte: O Globo




Perfil: o que você precisa saber sobre Wladimir Garotinho, 35 anos, pré-candidato a prefeito

Campos 24 Horas apresenta aos campistas um perfil dos principais pré-candidatos a cadeira de prefeito




22/03/2020 14:02:15.

Neste trabalho a que o Campos 24 Horas se propõe, em apresentar o perfil dos principais postulantes à prefeitura campista, é a vez do deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), cuja adolescência foi marcada por uma enriquecedora experiência ( O primeiro da ´serie de pré-candidatos foi Caio Vianna Aqui). Corria o ano de 1998, quando seu pai Anthony Garotinho se elegeu governador do Rio de Janeiro. Era o primeiro campista a governar o Estado no período pós-fusão — o segundo governante foi Rosinha Garotinho, sua mãe.  


Aos 35 anos completados em janeiro, casado e pai de dois filhos, Wladimir é um dos pré-candidatos à prefeitura de Campos, município que já foi governado por seus pais (Anthony entre 1989-1992 e 1998-1999) e Rosinha (2009-2017).


Wladimir era um menino, de 13 anos, e acompanhou de perto até os 18 anos as decisões que emanavam do Palácio Guanabara. Sua aproximação e contato com o núcleo do poder e a política, portanto, vem desde a tenra idade.


De volta a Campos, já adulto, assumiu logo tarefas e responsabilidades como a de presidente municipal do PR e coordenador de campanha de Rosinha ao governo municipal, e depois foi um dos principais responsáveis pela eleição de deputado Bruno Dauaire à Assembléia Legislativa, formando com ele uma nova geração de jovens lideranças que inclui também sua irmã, a deputada federal Clarissa Garotinho.


Bem sucedido nestas missões, o jovem Wladimir então aprimorava suas qualidades no dia a dia do fazer político, ao mesmo tempo em que estreitava fortemente contato com as bases e lideranças comunitárias, o que lhe permitiu construir sua vitoriosa campanha à Câmara Federal.   


Eleito o deputado federal mais bem votado da região, com 39.398 votos, nas eleições de 2018, Wladimir tem conseguido emplacar conquistas importantes através de seu mandato em Brasília. No mês de julho do ano passado, o parlamentar esteve reunido com o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, quando logrou trazer uma verba de R$ 2 milhões para quatro hospitais contratualizados, a Santa Casa de Misericórdia, Álvaro Alvim, Beneficência Portuguesa e Plantadores de Cana.  


Os benefícios incluem também R$ 500 mil da Secretaria Estadual de Saúde para a Unacom (Unidade de alta Complexidade de Oncologia), do Hospital Álvaro Alvim.


Wladimir fez questão de frisar que não se tratou de emendas parlamentares, mas recursos viabilizados graças ao seu trabalho político de convencimento junto ao ministro na capital federal.


Quando se fala na sua pré-candidatura à prefeitura, Wladimir defende em suas entrevistas que mais importante que a candidatura é um projeto para Campos. “Não sei se vou ser candidato, mas se eu for, antes da candidatura o mais importante é o projeto. Nós temos conversado com outras correntes políticas para construirmos este projeto, para a partir daí apontarmos um nome que pode ser o meu ou outro do nosso grupo. O projeto antecede ao nome. Não acredito em eleição sem projeto. Quando vem sem projeto, dá errado”.


Wladimir afirma que tem mapeado os problemas de Campos e diz que quer estar preparado para o desafio, se for indicado para a disputa da sucessão municipal. Como seu pai, Wladimir declara que norteia sua atuação com base em pesquisas. 


“Minha família tem uma história política em Campos, com erros e acertos, como qualquer pessoa. Estou aqui para aperfeiçoar o que não deu certo, até porque sou de outra geração, com um pensamento um pouco diferente. Estou trabalhando muito, estudando muito os números, os indicadores e as questões sociais. Tenho pesquisas qualitativas para nossa orientação política. Quero aperfeiçoar o que não deu certo. A gente tem que estar preparado para o que vier pela frente. Se for eu o candidato, quero estar bem preparado”.


O parlamentar defende a retomada das políticas e dos programas sociais implementados  no governo de Rosinha, como a conclusão da obra do camelódromo (Shopping Popular Michel Haddad). “Essa obra deveria estar pronta há mais tempo, já que não há uma necessidade de um aporte de recursos tão grande”.


Sobre a perda do poder em Campos por seu grupo e a ascensão de Rafael Diniz como prefeito, Wladimir elogia o governo de sua mãe. "Ninguém fez tanto quanto Rosinha fez por Campos. Tão cedo não aparecerá alguém".




Royaties: Partido REDE discute o mal aproveitamento dos recursos

Presidente cdo partido, Fabrício Lírio fala ainda de geração de renda de emprego




20/03/2020 16:04:24.

Esse momento de processo-eleitoral é dos mais oportunos para se levantar os problemas do município e, principalmente, apontar soluções para seu desenvolvimento, levando-se em conta a crise econômica atual. A análise é do presidente do Partido REDE, em Campos, Fabrício Lírio, que afirma que é preciso repensar a questão dos royalties do petróleo, que vem sendo usado há 20 anos pelos governantes municipais de forma equivocada, sem um planejamento ou poupança, o que gerou a grave situação atual.


- Os recursos foram aplicados muito mal, não foi feita uma poupança para que hoje pudesse ser aplicada como uma porta de saída para a crise. Está passando da hora das pessoas pensarem que tipo de administrador nós estamos precisando para o nosso município. – analisa o presidente do partido.


AGRICULTURA - Fabrício Lírio explica que o governo municipal é hoje e tem sido assim há anos, a maior fonte de empregabilidade e, em consequência, de recurso, um quadro que precisa ser mudado, levando-se em conta as riquezas naturais do município, a extensão territorial e os canais. Na sua opinião, é preciso gerar emprego e renda através de indústrias, fortalecimento do comércio, agronegócios, entre outros que vão gerar emprego e renda.


- O que se vê em Campos são áreas agrícolas sem plantação ou, então, áreas subutilizadas, ao contrário de outros centros que apostaram no agronegócio, como Mato Grosso, no Centro-Oeste de forma geral. É preciso fazer parcerias como grandes empresas do ramo para tecnologia e negócios, trazendo recursos de fora para dentro do município. Empreender, de fato – analisa Fabrício Lírio.


COMÉRCIO – Esse é outro ponto de crítica do presidente do partido, que diz que está empobrecido, a partir do momento em que o maior gerador de renda da cidade, a prefeitura, não vem cumprindo com seu compromisso de pagar os servidores em dia. Com isso, acrescenta o presidente, as pessoas ficam com medo de comprar porque não sabem se vão receber. “O que nós precisamos é fortalecer outras fontes de receita, para fazer o dinheiro circular na cidade. Além disso, atrair indústrias através de incentivos fiscais, redução de taxas em parceria com o governo estadual”, acrescenta.


- Precisamos atrair para o comércio e indústrias através de incentivos fiscais, com redução de taxas de impostos, como ISS, por exemplo, em parceria com o governo do Estado para que a gente também tenha um ICMS mais barato. Campos tem um ICMS alto, em torno de 19%, o que faz com que a empresa que queira se instalar aqui vá para Bom Jesus do Norte, por exemplo, onde o imposto é menor – completa Fabrício Lírio.


EMPREGO – A partir da captação de novas empresas nos ramos comercial e industrial, Campos poderá investir na questão do primeiro emprego, aproveitando o momento e abrindo vaga. Fabrício Lírio destaca que, além do primeiro emprego, outras vagas devem ser preenchidas por pessoas da cidade, aproveitando a mão de obra local, hoje considerada ociosa. “Quem compra no mercado local é o trabalhador do município, aquele principalmente, que tem uma renda per capita dentro dos padrões do IBGE”, finaliza Fabrício Lírio.




PSC vai indicar vice da pré-candidata à reeleição Francimara Lemos em SFI

Vereadores Raliston Souza e Alexandre Barrão também estão de malas prontas para desembarcar no partido




19/03/2020 17:05:56.

O Partido Social Cristão (PSC), seguindo orientação da direção regional e do deputado estadual Bruno Dauaire (PSC), vai indicar o vice ou a vice para compor a chapa da prefeita de São Francisco de Itabapoana e pré-candidata à reeleição Francimara Barbosa Lemos.


No entanto, o nome do partido será escolhido a partir de uma discussão interna entre o PSC e Francimara.


“O PSC não vai se furtar de tomar posição nas eleições municipais. Apesar da crise financeira e de todas as dificuldades, São Francisco de Itabapoana tem avançado e continuará contando com auxílio do Governo do Estado”, comentou Bruno Dauaire.


Além da composição na majoritária, os vereadores Raliston Souza e Alexandre Barrão também estão de malas prontas para o PSC.


“O partido tem crescido bastante e é uma orientação do governador Wilson Witzel que o PSC participe das eleições na grande maioria dos municípios fluminenses. E acreditamos na manutenção do projeto que tem melhorado a vida dos são franciscanos”, disse o presidente do diretório municipal do PSC, Jairo Batista.




Davi Alcolumbre, presidente do Senado, está com coronavírus

A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Presidência do Senado nesta quarta-feira (18)




19/03/2020 10:10:11.

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), testou positivo para o novo coronavírus. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Presidência do Senado nesta quarta-feira (18).


Segundo nota divulgada, o resultado foi verificado no segundo exame ao qual o senador se submeteu, feito nesta terça-feira (17). "Davi Alcolumbre, no entanto, está bem, sem sintomas severos, salvo alguma indisposição", diz o texto.




De acordo com o comunicado, o presidente do Senado está em isolamento domiciliar, seguindo os protocolos de conduta do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Nesta noite, Alcolumbre disse no Twitter que está bem e "sem sintomas severos".


Quem o substitui como presidente do Congresso Nacional, segundo o regimento, é o primeiro-vice-presidente da Câmara, ou seja, o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP). Já no Senado, na ausência do presidente Davi Alcolumbre, quem assume é o primeiro-vice-presidente da Casa, Antonio Anastasia (PSD-MG).


Autoridades


Alcolumbre é o segundo senador a testar positivo para a COVID-19. Antes dele, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que viajou com o presidente Jair Bolsonaro em comitiva aos Estados Unidos, também já havia recebido resultado positivo para a doença.


Nesta quarta, dois ministros do governo federal também receberam o mesmo resultado. São eles o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno, e o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.


O ministro Augusto Heleno afirmou à CNN Brasil que não se aproximou de ninguém a menos de dois metros de distância, como medida que já vinha adotando contra o coronavírus. Heleno tem 72 anos e está no grupo de risco.


Trabalho remoto


A comissão diretora do Senado Federal publicou um ato na terça-feira (17) regulamentando o trabalho retomo na casa. O objetivo é diminuir a circulação de pessoas no Congresso Nacional e, assim, aumentar o combate à transmissão da pandemia do coronavírus.


Com o ato número 7, senadores poderão discutir e votar matérias urgentes remotamente. Servidores serão autorizados a usar o Serviço de Acesso Remoto da Rede Local do Senado Federal  (SARE) e, assim, também poderão trabalhar de casa.


Para trabalhar de casa, os senadores usarão uma plataforma de comunicação móvel que permite debates com vídeo e áudio. Para acessar o sistema, os senadores terão de digitar uma senha e, no momento das votações, uma outra senha única será gerada e enviada para o celular do parlamentar. O sistema também será capaz de fazer uma identificação do rosto dos senadores, para evitar que outras pessoas usem a plataforma.


Reunião


Na segunda-feira, o presidente do Senado participou de uma reunião convocada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. O encontro reuniu outros seis ministros do STF, Rosa Weber, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.


Além dos magistrados, também estavam no evento o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi, o vice-presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministro José Barroso Filho, o advogado-geral da União, André Mendonça, o procurador-geral da República, Augusto Aras, o médico responsável pelo STF, Marco Polo, e o secretário-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho.


Fonte: CNN Brasil




Luiz Elpídio poderá ser o terceiro médico candidato a prefeito de Campos

O pré-candidato a prefeito está conversando com alguns partidos




19/03/2020 10:10:47.

O médico endocrinologista e professor aposentado da Faculdade de Medicina de Campos, Luiz Elpídio Martins Manhães, poderá ser o terceiro médico candidato prefeito de Campos dos últimos anos, seguindo os passos de Arnaldo Vianna (1998/2000 e 2001/2004) e Alexandre Mocaiber (2005/2008). O nome de Luiz Elpídio poderá ser anunciado a qualquer momento como pré-candidato, levando em conta que vem há tempos conversando com diferentes lideranças partidárias para escolha de uma sigla que tenha afinidade com seus ideais políticos.


No final do ano passado Luiz Elpídio chegou a ser procurado por representantes de um partido, mas as conversas não avançaram, o mesmo acontecendo recentemente com outro. “Estou aberto a conhecer os partidos e, principalmente, seus ideais e, especialmente, que sejam semelhantes aos meus. Estamos avaliando cada caso”, explica Luiz Elpídio, que diz que “humildade e humanidade” devem caminhar juntas sempre e, também, na política.


- As pessoas (os políticos) têm que amar Campos acima de tudo, porque assim vai se achar a solução para os vários problemas. Além disso, importante ainda procurar pessoas técnicas em cada área de atuação – acrescenta Luiz Elpídio.


Na área de saúde onde atua há 35 anos, Luiz Elpídio diz que a receita pode ser a mesma, ou seja, humildade e humanidade. “Há solução para tudo, desde que os gestores sentem com os profissionais para um diálogo aberto. Têm projetos que dependem de verbas federais e estaduais e estes devem ser bem elaborados para que não se percam. Diálogo sempre”, finaliza o médico Luiz Elpídio.


16 PRÉ-CANDIDATOS POR ORDEM ALFABÉTICA:


Alexandre Tadeu  - Republicano

Caio Vianna - PDT

Cláudio Rangel - PMN

Edmar Ptak – Sem Partido

Gil Viana - PSL

Jonathan Paes – Sem Partido

José Maria Rangel - PT

Lesley Beethoven - PSDB

Luiz Elpídio - Sem Partido

Marcão Gomes - PL

Marcelo Mérida - PSC

Rafael Diniz - Cidadania

Roberto Henriques - PCdoB

Rodrigo Bacellar - SD

Rogério Barcelos - PM

Wladimir Garotinho - PSD




Deputado Marcão quer proibição do corte de energia, água e gás durante enfrentamento ao coronavírus




17/03/2020 21:09:55.

(Vídeo ao final das informações) - O deputado federal Marcão Gomes apresentou, nesta terça-feira (17), dois requerimentos importantes na Câmara dos Deputados para o enfrentamento ao coronavírus no país. Um deles solicita o envio de indicação ao poder Executivo para sugerir a criação de projeto que garanta a proibição do corte do fornecimento de energia, água, gás canalizado e similares por parte das concessionárias e permissionárias no período de propagação do covid-19 em todas as cidades do país.


"Esses serviços são essenciais para garantir a qualidade de vida da população. Preservar alimentos perecíveis como carne, leite, entre outros, sem energia é muito difícil. Além disso, a água é fundamental para a saúde, a limpeza das residências e a própria higienização pessoal, ainda mais necessária nesse período de pandemia. Privar os indivíduos desses serviços trará ainda maior transtorno e constrangimento, reduzindo a qualidade de vida, possivelmente aumentando a transmissão e causando impactos negativos na saúde pública", explicou o parlamentar.


A segunda solicitação foi encaminhada ao ministro de Estado da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, requerendo inclusão de mais 10 médicos ao Programa Mais Médicos para Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense. Ele justificou a medida considerando que o município possui um território muito extenso, porém com baixa cobertura da Estratégia Saúde da Família e nove unidades de atendimento de emergência.


"Além disso, Campos é referência em saúde para toda a região Norte Fluminense, atendendo grande parte da população dos municípios limítrofes. Do total de nove unidades de emergência, três foram designadas para acolherem os casos suspeitos de coronavírus. No entanto, não existem médicos disponíveis especificamente para o atendimento desses possíveis casos de contaminação do covid -19, principalmente levando em consideração que a demanda poderá aumentar nas próximas semanas", justificou.





Dois vereadores de Campos mudam de partido

Mais 10 vereadores devem se filiar a novos partidos




16/03/2020 16:04:53.

Após a abertura do período em que vereadores podem mudar de partido sem correr risco de perder o mandato por infidelidade partidária, a chamada “janela partidária”, dois vereadores de Campos já fizeram suas trocas e outros nove devem fazê-las nos próximos dias. Os vereadores Marcelo Perfil, que era do PHS, agora é do DEM, e Silvio Marins do PRP passa para o MDB. As trocas de partido visam as eleições 2020 para apoio à majoritária (eleição para prefeito).


Nas redes sociais, Silvio Marins anunciou sua mudança partidária, chamando a atenção dos possíveis candidatos a vereador e aqueles que estão de olho nas eleições majoritárias. Segundo ele, seu novo partido deverá “eleger a maior bancada da história de Campos”. E ainda finaliza com a rashtag “Agoratodomundoé15”.


Além destes dois, embora ainda não seja oficial, outros nove vereadores mudarão de partido, respeitando o prazo final, dia 03 de abril, seis meses antes das eleições de outubro. O primeiro turno das eleições municipais, que escolherão prefeitos e vereadores, será em 4 de outubro; o segundo (somente em municípios com mais de 200 mil eleitores), em 25 de outubro.


DANÇA DAS CADEIRAS


O vereador Igor Pereira deverá se filiar ao PDT. Já o vereador José Carlos Monteiro, hoje PSDC, poderá ir para o PP ou Cidadania, assim como Álvaro César atualmente PRTB. Já Cláudio Andrade, do PSDC, deverá seguir com o PTB, o mesmo acontecendo com Genásio, ainda no PSC. Já Fred Machado fica no Cidadania, o mesmo partido de Abu.


O vereador licenciado e atual secretário de Saúde, Ábdu Neme está no PR, mas poderá se filiar ao Avante. A filiação de Abdu, contudo, ainda está pendente, visto que o Avante ainda tem questões pendentes e a comissão provisória indicada por Abdu ainda não assumiu o diretório local. Caso o grupo político de Abdu não assuma o diretório municipal do Avante, ele poderá ir para o PP.


O vereador Jorge Virgílio do PRP poderá ir para o DC. E, ainda, Enoch Amaral, que se elegeu pelo PHS, mas ultimamente estava sem partido, agora pode ser do PSB.




Câmara de Campos suspende presença de público

CORONAVÍRUS – Presidente Fred Machado anuncia novas medidas




16/03/2020 14:02:27.

(Atualização às 18h19, 16/03/2020) - A Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes, seguindo recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde diante da pandemia do COVID-19, adotará medidas para prevenir a proliferação do coronavírus. A Ato Executivo com todas as determinações será publicado em Diário Oficial e as medidas já estarão em vigor nesta terça-feira (17).


As principais medidas são:


Suspensão, por prazo indeterminado, da realização de sessões solenes, bem como de demais eventos que envolvam aglomeração de pessoas no âmbito do edifício-sede e anexos do Poder Legislativo. A suspensão citada abrange eventos de lideranças partidárias, de frentes parlamentares, audiências públicas, além de cursos e eventos na Escola do Legislativo, assim como, visitas escolares, institucionais à Sede da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes.


Durante a realização das Sessões ordinárias e extraordinárias, e das reuniões das Comissões, o acesso ao respectivo local de realização ficará restrito aos Parlamentares e ao corpo técnico estritamente necessário à realização das mesmas.


O recinto das Sessões ordinárias e extraordinárias, e das reuniões das Comissões permanecerá fechado durante as reuniões Parlamentares, podendo as Sessões serem acompanhadas ao vivo através do sinal de TV ou web streaming.


Os Parlamentares, servidores, estagiários e prestadores de serviços terceirizados que atuem nas dependências do Pode Legislativo, caso venham a apresentar sintomas similares aos da gripe e que tenham tido contato com pessoa potencialmente contaminada pelo Coronavírus (COVID-19), ou que tenham retornado recentemente de países foco da doença, deverão comunicar imediatamente à Superintendência Administrativa.


Os Parlamentares, servidores e demais colaboradores que tiverem possível contato com infecciosos, serão afastados administrativamente por até 14 (quatorze) dias a da possível contaminação. Durante o período de afastamento, as funções poderão ser realizadas por teletrabalho.


Fica determinado aos setores técnicos responsáveis que tomem as providências necessárias para a aquisição, com a urgência que o caso requer, de álcool em gel, termômetros e materiais porventura necessários à assepsia e desinfecção dos locais de trabalho e demais dependências da Câmara Municipal.


A Câmara ressalta que as sessões ordinárias serão transmitidas, ao vivo, pela TV Câmara e as medidas vigorarão até decisão da Mesa Diretora.


*Fonte: Ascom Câmara Campos




Pré-candidato fala em extinção de Subsecretarias

SFI- Ele já foi vereador, secretário municipal e diretor de interior do governo estadual




16/03/2020 10:10:41.

O ex-vereador Marcelo Garcia (PSDB), pré-candidato a prefeito de São Francisco de Itabapoana, é o entrevistado de hoje na série de entrevistas iniciadas no Campos 24 Horas sobre “A era de receitas expressivas dos royalties do petróleo que chegou ao fim", embora o município não seja diretamente dependente dos royalties, sendo um município limítrofe, mas de modo geral, dependente de recursos federais e estaduais, assim como tantos outros da região. Como pré-candidato, Garcia não é a favor do cargo de subsecretário de pastas, o que pretende extinguir, caso possa futuramente. Afirma que quer ver o município em lugar de destaque que merece e, para isso, não medirá esforços. Garcia foi secretário municipal de Planejamento e, recentemente, estava com diretor de interior da Fundação Leão XIII, órgão vinculado à vice governadoria do Estado.


Mas, prova de que “A era de receitas expressivas dos royalties do petróleo chegou ao fim" é a situação financeira crítica de municípios produtores de petróleo da região. Nos últimos anos o município não conseguiu atrair empresas e investidores suficientes para geração de mais emprego e renda e vive problemas sérios em áreas em diferentes áreas.


É em cima destes fatores que se dá a série de entrevistas com perguntas padrão aos pré-candidatos e representantes de diferentes segmentos da sociedade da região. Os demais pré-candidatos a prefeito, assim como representantes dos segmentos do setor produtivo terão espaço idêntico ao longo dos próximos dias para colocar suas ideias e projetos.


ENTREVISTA


CAMPOS 24 HORAS - Que propostas defende para a diversificação da economia do município, a fim de que adquira um maior grau de autonomia e independência em relação aos royalties do petróleo, embora este não seja diretamente dependente do produto, mas de outros recursos?


MARCELO GARCIA - Precisamos de forma criativa melhorar nossa arrecadação própria, fortalecendo nossa economia. Gerar emprego. Só tem essa saída. Gerar emprego. Atrair indústria, ter uma agricultura e pecuária vista como negócio, para gerar rendas, um projeto turístico com a participação da iniciativa privada, que dure o ano todo. Um projeto muito mais ambicioso para a pesca do que criar uma Secretaria de Pesca só para cabide de emprego, desenvolvendo um grande projeto de piscicultura, com financiamento a juros zero, implantar o programa negócio direto. Com o fortalecimento da agricultura, do turismo e da pesca já começamos a gerar mais negócios na cidade, isso gera mais imposto, cria empregos, fortalece o comércio, fazendo a nossa dependência da arrecadação externa ficar cada dia menor. 


C24H - Como atrair empresas e investidores para geração de mais emprego e renda?


GARCIA - Quando fui Secretário Municipal de Planejamento criei a única Lei Municipal de Incentivos Fiscais da história de São Francisco, infelizmente, os Prefeitos que passaram não entenderam a importância dessa legislação e nunca a regulamentou. São Francisco precisa se posicionar com uma lei de incentivos fiscais moderna e audaciosa, criar um ambiente agradável para o investidor e aproveitar sua posição de proximidade dos portos e do aeroporto de Campos e uma extensão territorial grande a barata. E a Prefeitura entender que só mudamos a realidade de São Francisco gerando empregos e isso deve ser prioridade no governo.


C24H - Quais os principais programas que devem ser implementados? Como apoiar o homem do campo, com programas que ofereçam suporte técnico, qualificação e também linhas de crédito especiais?


GARCIA - Os setores da Agricultura e da pecuária devem ser entendidos como negócios. Parar de achar que o produtor só precisa de máquina para tombar a terra, isso é um detalhe dentro de tudo que ele precisa. O Poder público precisa entender que deve oferecer tecnologia, uso de novas técnicas, serviço de apoio técnico, como profissionais da Embrapa e Emater, por exemplo. São Francisco precisa equipar o programa das estufas de mudas em Praça João Pessoa, realizar parceria com as universidades como UENF e IFF, para que mudas mais resistentes a pragas, por exemplo, sejam oferecidas ao produtor, como é feito como o maracujá. O produtor quer ter a garantia da venda, que não vai vender em troca de um cheque sem fundos, vamos criar o programa negócio direto, buscando os grandes compradores para o cadastro de compra em nossa cidade, com isso o produtor vai poder vender sem preocupação. Defendemos a criação do selo São Francisco, uma forma de atestar a qualidade dos produtos produzidos em nossa Cidade, com isso criamos uma marca de produtos fabricados aqui.


C24H - Como incentivar e capacitar micro e pequenas empresas e as cooperativas?


GARCIA - Desenvolver o pequeno negócio será uma prioridade nossa. Nosso município tem um perfil bem empreendedor, e aplicaremos as melhores medidas afim de fomentar renda, gerar emprego e estimular o desenvolvimento econômico da cidade. Segundo SEBRAE, o pequeno negócio movimenta ¼ do PIB Brasileiro, é o principal setor que mais gera emprego e renda. Ações:  Reforma Geral da Lei da Micro e Pequena Empresa, gerando incentivos fiscais para pequenos empreendedores; Desburocratizar a emissão de alvará de funcionamento; Criação de microcrédito para ajudar o pequeno empreendedor a desenvolver o seu negócio; Preparar pequenos empreendedores para que a prefeitura possa comprar do pequeno; Criar uma incubadora para preparar o empreendedor a gerir melhor o seu negócio; Incentivar feiras do comércio local, do artesanato afim de fomentar a economia local e fazer com que turistas conheça a capacidade dos nossos artesãos; Desburocratizar o cadastro dos ambulantes; Criar um espaço com profissionais para que fique a disposição do pequeno empreendedor ajudando ao pequeno crescer e se consolidar cada vez mais no mercado.


C24H - Como fortalecer o comércio em São Francisco?


GARCIA - Primeiro passo é organizar as contas da Prefeitura e começar a pagar o salário dos servidores em dia! Depois é entender que a Prefeitura precisa gerar emprego, fazer com que as fontes econômicas do Município se fortaleçam, e com isso fazer nossa economia girar e colocar mais dinheiro para circular na Cidade. Criar linhas de crédito, para que programas como o de piscicultura possam sem implementados, trazer a iniciativa privada para apoiar a realização de uma política turística que funcione o ano inteiro, realizar um grande investimento público em obras e programas com a compra do material no município e a firmar parceria com a CDL para a realização de eventos com o comercio, são formas de fazer nosso comercio ficar mais forte.


C24H - Como incentivar segmentos de Tecnologia da Informação e de Cultura Digital, estimulando a criação de produtos inovadores?


GARCIA - Pretendemos criar a Escola da Inovação, um espaço de formação de habilidades digitais que pretende incluir alunos das instituições de ensino de São Francisco de Itabapoana, adultos e a terceira idade nas tendências do futuro mercado de trabalho. Com a tendência de trazer desenvolvimento e soluções inovadoras à Cidade de São Francisco de Itabapoana, cursos como Programação de Games, criação de aplicativos, Introdução a robótica, Youtuber e Inclusão Digital podem criar um ambiente favorável ao segmento de tecnologia da informação.


C24H – Considerações finais.


GARCIA - São Francisco de Itabapoana busca um projeto diferente, mas comandado por pessoas que já mostraram que é possível ser realizado. Um projeto real, que o eleitor entenda como as coisas serão feitas, com que dinheiro, sem promessas vazias e genéricas de aventureiros que chegaram em São Francisco por um mero oportunismo eleitoral. Minha pré-candidatura representa esse projeto, que defende a geração de empregos na Cidade, que defende a renovação na ocupação das Secretarias Municipais, caras novas. Defende o fim dos cargos de subsecretários e uma reorganização da estrutura da prefeitura, a transparência e combate a corrupção.  


 




Perfil: o que você precisa saber sobre Caio Vianna, 31 anos, gestor público e filho de Arnaldo

Campos 24 Horas apresenta aos campistas um perfil dos principais pré-candidatos que podem disputar a cadeira de prefeito de Campos




15/03/2020 11:11:10.

O maior papel da imprensa profissional é colocar luz nos fatos e ajudar as pessoas a compreenderem o que está acontecendo nas mais diversas áreas. Por isso, o Campos 24 Horas apresenta aos campistas, a partir deste sábado (14/03), um perfil dos principais nomes que podem disputar a cadeira de prefeito de Campos. E começamos com o pré-candidato que tem 31 anos,  formado em gestão pública, empresário e filho de um dos mais carismáticos políticos da cidade. Vale ressaltar que entre os postulantes ao cargo de prefeito, tem deputado, apresentador de TV, advogado, médico, gestor público, petroleiro, professor e empresários. Ao todo, são 16 (veja lista ao final).


Diante do perfil variado dos pré-candidatos, o Campos 24 Horas lança luz nessa disputa de 2020, cujos nomes oficiais dos partidos serão definidos nas convenções de junho, mas que já movimenta os bastidores com composições de nominatas para vereador.


Curiosamente, o município vive uma situação inédita: apesar da situação crítica das finanças públicas de Campos, ameaçado de perder a quase totalidade dos repasses em royalties por uma decisão judicial no dia 29, no Supremo Tribunal Federal, há recorde de pré-candidaturas.


CAIO VIANNA - Aos 31 anos, solteiro, programador de sistemas e empresário da área de tecnologia e informação, o pré-candidato do PDT tem demonstrado que herdou do pai, o ex-prefeito Arnaldo Vianna, o carisma e a empatia com a população. Como assessor parlamentar do pai, Caio vivenciou o ambiente da política na capital federal. Em suas conversas e entrevistas, Caio tem se declarado preparado para a disputa em 2020.


"Em Brasília, vivi uma experiência importante na minha vida porque ali pude montar uma equipe muito competente e ajudar meu pai a cumprir bem sua missão como deputado. E me fez gostar da política e me preparar para este desafio que é governar Campos, mesmo com esta situação difícil em que se encontra o município". 


Nas últimas eleições para o Executivo, Caio foi submetido ao teste das urnas e não se saiu mal, pelo contrário. Para um debutante na disputa pela prefeitura de Campos, alcançou 31.360 votos, sendo o terceiro mais votado no pleito de 2016.


Nas eleições legislativas de 2018, o jovem não perdeu o pique e disputou o pleito com 21.017 votos, votação que o credenciou a vaga de primeiro suplente de deputado federal e a vice-presidência regional do partido.  


Agora novamente pronto para sua terceira disputa nas urnas, durante as comemorações pela passagem do seu aniversário, após o público cantar os "parabéns", Caio Vianna fez um discurso crítico em relação a administração municipal e aos antecessores, mas destacou que “o caminho da retomada econômica e social” é a pacificação da cidade.


Numa de suas últimas entrevistas, Caio falou em "revitalizar a economia local, reorganizar o sistema de transporte, recuperar a saúde, promover o fluxo de renda e gerar emprego". 


Segundo ele, "o caminho é fazer o dinheiro circular na cidade, fomentando as empresas locais. Mas o caminho para buscar esses objetivos é a pacificação. Vamos encerrar o ciclo do revanchismo e das perseguições. É o melhor presente que podemos dar a nossa cidade”, afirmou. 


Na primeira tentativa de Caio em conquistar a prefeitura, nas eleições de 2016, Arnaldo Vianna entendia que o filho não deveria se candidatar e preferiu apoiar a candidatura de Geraldo Pudim.


Mesmo assim, Caio decidiu se candidatar e seu saiu bem, conquistando uma votação expressiva.


Hoje, Arnaldo Viana chegou à conclusão que deve apoiar o filho na disputa pela prefeitura. “Caio será prefeito de Campos e terá todo apoio para fazer um governo melhor do que o meu”, disse Arnaldo.


— Precisamos reconstruir Campos. Estou me formando em gestão pública (curso de graduação que iniciou após a eleição de 2016) e tenho estudado bastante a cidade, o município, ouvindo as pessoas e conto com uma equipe técnica bastante dedicada e com ela pretendo colocar em prática tudo que a gente vem estudando e aprendendo com as informações que estamos colhendo em nossas caminhadas — afirmou.


Sobre a ausência do pai na primeira disputa e o apoio de Arnaldo para as eleições de 2020, Caio deixa claro. “Independente de qualquer coisa, nossa relação sempre foi fenomenal. Ele é uma pessoa muito importante da minha vida. Eu amo meu pai. E quando vejo as pessoas falarem dele, me sinto estimulado a retomar aqueles programas de seu governo que deixaram saudades. E as pessoas querem que esses programas sejam retomados, através da figura do Caio Vianna”.  


Sobre o rompimento com o deputado estadual Gil Vianna (também pré-candidato a prefeito), seu ex-companheiro de chapa como candidato a vice em 2016, não entrou na pilha das alfinetadas do parlamentar. “Primeiro, eles diziam que eu não morava em Campos. Quando me viam sair de casa todos os dias, desistiram da mentira. Depois, disse que eu chegava atrasado nas reuniões porque dormia muito. Agora viraram vigilantes do sono. Daqui a pouco alguém vai dizer que está dormindo comigo. Francamente, a cidade de Campos tem problemas demais para conviver com esse tipo de fofoca. Não vou entrar nessa”, destaca Caio.  


O pré-candidato defendeu a adoção de modelos licitatórios que insiram as empresas locais na cadeia de fornecimento e serviços do município. “A prefeitura tem que atuar como indutora da economia. Uma recuperação do mercado de trabalho e da economia local passa pela circulação de dinheiro do orçamento público”, disse Caio.


Ainda no campo da economia, Caio Vianna planeja aprimorar o Fundecam como a alavanca do desenvolvimento local. “O Fundecam é outro programa no governo do meu pai que pretendo aprimorar. Sim, tem falhas, mas vamos aperfeiçoá-lo, fazer do Fundecam uma grande alavanca para o desenvolvimento, para geração de emprego e renda”.  


Caio disse apostar em diferentes potencialidades do município como o turismo. “Campos, por sua localização, tem que ser um grande pólo logístico, com as obras que estão sendo anunciadas, como a RJ-244, ligando a cidade ao Açu cortando a Baixada Campista. Temos pontos turísticos que precisam ser bem trabalhados. Lagoa de Cima, Farol de São Thomé, o Imbé...”.


16 PRÉ-CANDIDATOS POR ORDEM ALFABÉTICA:


Alexandre Tadeu  - Republicano

Caio Vianna - PDT

Cláudio Rangel - PMN

Edmar Ptak – Sem Partido

Gil Viana - PSL

Jonathan Paes – Sem Partido

José Maria Rangel - PT

Lesley Beethoven - PSDB

Luiz Elpídio - Sem Partido

Marcão Gomes - PL

Marcelo Mérida - PSC

Rafael Diniz - Cidadania

Roberto Henriques - PCdoB

Rodrigo Bacellar - SD

Rogério Barcelos - PM

Wladimir Garotinho - PSD




Movimento Direita Campos realizará ato neste domingo

Recomendação do Bolsonaro é que sejam suspensas manifestações por causa do coronavírus




14/03/2020 07:07:10.

Contrariando a própria recomendação do presidente Jair Bolsonaro para que não haja manifestação neste domingo (15) no país, por conta do surto de coronavírus, o Direita Campos, movimento que está na luta pela implantação do futuro partido político Aliança pelo Brasil, idealizado pelo presidente, vai realizar manifestação neste dia. O protesto é a favor de Bolsonaro, que teria convocado a população para movimento contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.


Em Campos, a concentração do Direita Campos, segundo o presidente do movimento, Wander Silveira Júnior, será na Praça da Igreja do Saco, no Parque Leopoldina, a partir das 10h. Nesta quinta-feira (12), Bolsonaro recomendou em rede nacional que as pessoas evitassem os movimentos onde haja aglomeração, tudo isso por conta do coronavírus.


SURGIMENTO


O Direita Campos é um movimento que tomou as ruas da cidade em diferentes momentos políticos, especialmente em apoio ao presidente Bolsonaro na época da eleição presidencial e hoje, segundo os organizadores, conta com mais de 10 mil adeptos, a maioria via redes sociais. Wander diz que o Direita Campos existe há seis anos, antes mesmo de Bolsonaro ser presidente.




Witzel quer antecipar reunião para tratar de petróleo e impacto do coronavírus

Encontro do colegiado está marcado para 24 de março. Witzel quer antecipar para próxima quarta (18)




11/03/2020 14:02:07.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, quer uma reunião extraordinária do Fórum dos Governadores para tratar dos preços baixos do petróleo, o coronavírus e os impactos na economia.


Um encontro do colegiado está marcado para 24 de março. Witzel quer antecipá-la para a próxima quarta-feira, dia 18.


— Acabei de me reunir com o embaixador da Rússia manifestando a ele minha preocupação com essa disputa entre os países árabes e a Rússia. O que ele me disse é que eles trabalham com o preço do petróleo a US$ 43. Isso já é complicado para nós porque estávamos trabalhando com preço do petróleo acima de US$ 60 e o orçamento do Rio já tem déficit de R$ 10 bilhões. Com esse patamar, reduzindo preço do petróleo e do dólar, nós vamos ter problema — afirmou.


O governador completou que os problemas não serão apenas para o Rio, mas também para outros estados e para a Petrobras.


— O que vai impactar também no Orçamento da União. Então, é preciso que a gente comece a pensar em medidas alternativas de balanceamento disso para que os estados consigam sobreviver. Temos um fundo de reservas cambiais de mais de US$ 300 bilhões. Esse fundo pode ser usado. A Rússia também tem fundo de reservas cambiais de US$ 500 bilhões e mais um fundo soberano de US$ 100 bilhões. Vão usar isso para poder trabalhar com diferença de US$ 43 para US$ 37 no barril de petróleo — afirmou Witzel.


Fonte: Extra




Bolsonaro diz que crise do coronavírus é 'mais fantasia' e 'não é isso tudo' que mídia propaga

O Covid-19 infecção provocada pelo novo coronavírus já causou mais de 4 mil mortes em todo o mundo




10/03/2020 17:05:44.


O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (10), durante um discurso em um evento em Miami, nos Estados Unidos, que a "questão do coronavírus" não é "isso tudo" e se trata muito mais de uma "fantasia" propagada pela mídia no mundo todo.


Nesta segunda-feira, bolsas em todo o mundo sofreram fortes quedas em meio à disseminação do vírus e ao aumento de temores de uma recessão global com a disputa pelo preço do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. Houve quedas de mais de 7% em bolsas dos EUA, pior dia desde a crise de 2008.


Nesta terça-feira, no entanto, as bolsas voltaram a operar em alta, com aumento de mais de 2% no EUA e ao redor de 3% na Europa.


"Obviamente temos no momento uma crise, uma pequena crise. No meu entender, muito mais fantasia, a questão do coronavírus, que não é isso tudo que a grande mídia propala ou propaga pelo mundo todo", afirmou o presidente.


O Covid-19, infecção provocada pelo novo coronavírus, já causou mais de 4 mil mortes em todo o mundo, segundo levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins. 77% das vítimas (3.140 pessoas) eram oriundas da China, país onde se iniciou o surto. No Brasil, o Ministério da Saúde confirmava 25 casos da doença nesta segunda-feira (9), sem mortes.


Embora ainda não exista um percentual oficial que represente a taxa de letalidade da doença, até o final de fevereiro o índice era de 3,5% dos casos confirmados na China, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Já fora da China, a taxa registrada era de 1,6%. Crianças menores de 2 anos, gestantes e adultos com 60 anos ou mais são considerados os grupos de maior risco.


O número de casos da doença já registra tendência de queda na província de Hubei, onde a epidemia começou.

Na União Europeia, todos os 27 países do bloco já registraram ao menos um caso da doença. A Itália é mais afetado, com pelo menos 7.375 casos, segundo o Centro Europeu de Controle e Prevenção de Doenças (ECDC).


Queda das bolsas e do petróleo


No discurso, Bolsonaro também comentou as fortes quedas nas bolsas de valores do mundo todo e também a queda no preço do barril de petróleo, que teve a maior desvalorização para um dia desde 1991.

"Alguns da imprensa conseguiram fazer uma crise com a queda do preço do petróleo. Entendo que é melhor cair 30% do que subir 30%. Problemas na bolsa, isso acontece esporadicamente. As bolsas que começam a abrir no mundo todo [nesta terça] começaram a demonstrar sinais de recuperação", afirmou o presidente.


Fonte: G1




Comissão aprova mudança na partilha de recursos do pré-sal

O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), deu voto favorável à emenda, que segue agora para análise do Plenário




10/03/2020 15:03:15.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (10) mudança na distribuição da receita obtida pela União com a exploração de petróleo e gás natural em área de pré-sal sob regime de partilha. O Projeto de Lei 3.975/2019 é, na prática, uma emenda da Câmara dos Deputados a um projeto do ex-senador Ronaldo Caiado (PLS 209/2015), que altera uma série de regras do setor elétrico brasileiro e cria o Fundo de Expansão dos Gasodutos de Transporte e de Escoamento da Produção (Brasduto). O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), deu voto favorável à emenda, que segue agora para análise do Plenário.


Atualmente os recursos arrecadados pela União com o pré-sal vão para o Fundo Social, criado pela Lei 12.351, de 2010. O dinheiro deve ser destinado a programas e projetos de desenvolvimento social e regional nas áreas de cultura, esporte, saúde pública, ciência e tecnologia e meio ambiente, sendo que metade dos recursos deve ser empregada em educação pública, conforme a Lei 12.858, de 2013. 


Pela emenda da Câmara dos Deputados, 30% vão continuar no Fundo Social, 30% vão para fundos de Participação dos Estados (FPE) e de Participação dos Municípios (FPM), 20% ficarão com a União para investimento em saúde e em educação e 20% vão para o Brasduto, criado pelo PL 3.975/2019.


O texto inicial do Senado destinava 50% dos recursos para o Fundo Social, 30% para os fundos de estados e municípios e 20% para o Brasduto. Essa proposta foi aprovada pelos senadores em novembro de 2018 e votada pelos deputados em junho do ano passado. Como a Câmara propôs modificação no texto, o projeto teve de ser novamente analisado pelos senadores antes de ir à sanção presidencial.


Emenda de redação

Desta vez, Eduardo Braga apresentou apenas uma emenda de redação, que não muda o teor do texto aprovado pelos deputados. Ao debater o tema na reunião da CAE desta terça-feira, o parlamentar explicou a situação da proposta aos colegas e disse esperar que o Plenário do Senado a aprove.  


— Essa é uma matéria já votada por senadores e deputados e está aqui apenas para receber parecer sobre uma emenda no Plenário da Câmara, que trata justamente da questão da aplicação do Fundo Social no regime de partilha. O parecer é favorável e espero que a proposta passe pelo Plenário e vá ao Executivo, onde o Ministério de Minas e Energia e a Casa Civil podem construir um entendimento se o presidente deve ou não vetar — afirmou.


Fonte: Agência Senado




TSE rebate Bolsonaro e defende que sistema eleitoral é seguro

O Tribunal Superior Eleitoral emitiu uma nota nesta terça(10) rebatendo as acusações feitas ontem pelo presidente Jair Bolsonaro




10/03/2020 15:03:32.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu uma nota nesta terça-feira rebatendo as acusações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro ontem, de que teria ocorrido uma fraude nas eleições presidenciais de 2018. "Eleições sem fraudes foram uma conquista da democracia no Brasil e o TSE garantirá que continue a ser assim", afirmou o tribunal.


A resposta do TSE foi divulgada um dia após Bolsonaro afirmar que tem provas de que foi eleito em primeiro turno, apesar de não ter apresentado nenhum indício nesse sentido. O presidente já havia feito acusações de fraude em 2018, mas agora, pela primeira vez, disse ter "provas" — sem mostrá-las.


— Eu acredito que, pelas provas que tenho em minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu tinha sido, eu fui eleito no primeiro turno, mas no meu entender teve fraude. E nós temos não apenas palavra, nós temos comprovado, brevemente eu quero mostrar — disse, ontem, em evento nos Estados Unidos.


Nesta quarta-feira, ao ser questionado sobre quando apresentaria as provas da suposta fraude, Bolsonaro desconversou.


— Eu quero que você me ache um brasileiro que confia no sistema eleitoral brasileiro. Eu espero que você ache um brasileiro que confia no processo eleitoral brasileiro — respondeu.


O TSE, por sua vez, reafirmou "a absoluta confiabilidade e segurança do sistema eletrônico de votação". O tribunal disse ainda que a auditabilidade do processo permite apurar eventuais denúncias e suspeitas, "sem que jamais tenha sido comprovado um caso de fraude, ao longo de mais de 20 anos de sua utilização".


De acordo com a Justiça Eleitoral, caso haja uma prova de irregularidade, as autoridades agirão com "presteza e transparência para investigar o fato". "Mas cabe reiterar: o sistema brasileiro de votação e apuração é reconhecido internacionalmente por sua eficiência e confiabilidade. Embora possa ser aperfeiçoado sempre, cabe ao Tribunal zelar por sua credibilidade, que até hoje não foi abalada por nenhuma impugnação consistente, baseada em evidências", completa.


Fonte: Extra




Corrupção: Deputado propõe que políticos tenham as mãos amputadas

O projeto prevê ainda que a amputação dos políticos corruptos seja feita pelo SUS




10/03/2020 15:03:09.

A pena para políticos condenados por formação de quadrilha varia de um a três anos de prisão, punição que pode ser maior a depender de outros crimes que tenham sido cometidos e da gravidade do caso. Insatisfeito com as regras do direito penal, o deputado federal Boca Aberta (Pros-PR) protocolou um projeto de lei na Câmara dos Deputados para que políticos — do presidente da República aos vereadores — tenham as mãos direita e esquerda amputadas em caso de condenação por crime de abuso de poder econômico, improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. O projeto prevê ainda que a amputação dos políticos corruptos seja feita pelo SUS.


O texto protocolado pelo deputado nesta terça-feira estabelece que o presidente, governadores, prefeitos, membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, das Câmaras Legislativas e das Câmaras Legislativas Municipais condenados em decisão transitada em julgado, quando não cabe mais recurso, sejam punidos com o corte das duas mãos.


A Lei brasileira não prevê a amputação ou a pena de morte como forma de punição de condenados seja qual o crime tenha sido cometido.


Na justificativa do projeto, o deputado diz que "políticos se aproveitam da boa fé dos eleitores, prometem tudo, não cumprem e nada-lhes acontece" e que a "população está cansada de sofrer nas mãos de políticos inescrupulosos e frios, pessoas más, desumanas".


"Políticos desviam verbas de vários setores como educação, saúde e muita gente morrem (sic) por causa disso. Eles matam milhares de pessoas e ninguém faz nada", diz o parlamentar na justificativa.


Vereador polêmico

Em 2012, candidatou-se pela primeira vez para um cargo eletivo. Foi quando assumiu postura mais polêmica e incisiva nas ruas de Londrina. Na época, não conseguiu vaga titular para a Câmara de Vereadores da cidade paranaense, mas ficou na quarta suplência. Quatro anos depois, porém, seria o vereador mais votado da História de Londrina, com 11.484 votos. Em novembro de 2016, foi alvo de buscas da Polícia Federal, que suspeitava ser ele o coordenador de uma invasão a um conjunto de residências.


Na ocasião, o delegado responsável afirmou que vídeos flagraram o apoio do vereador à permanência dos invasores no local. A Justiça negou pedido de prisão de Boca Aberta pelo caso. Ao G1, o acusado destacou que não incentivava "coisas erradas", mas sim, defendia a previsão constitucional de todos terem direito a moradia e segurança.


Já em 2017, o vereador chegou a ter o mandato cassado após realizar uma "vaquinha" virtual para pagar multa eleitoral. Seus colegas na Câmara avaliaram que ele quebrou o decoro parlamentar ao arrecadar o dinheiro para quitar a penalidade. O relatório final do caso apontou que Boca Aberta "usou inverdades" para pedir dinheiro e pagar a multa de R$ 8 mil. A Justiça Eleitoral o havia condenado por pedir votos em Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no pleito do ano anterior. Em sua defesa, ele negou irregularidades e disse que doou o dinheiro.


Em março de 2018, segundo o "Folha de Londrina", Boca Aberta foi condenado por perturbação de sossego, a 22 dias de prisão, no regime semiaberto, após protagonizar uma confusão em uma UPA da Zona Oeste de Londrina. Dois meses antes, ele havia ido à unidade reclamar de denúncias que teria recebido de usuários sobre demora no atendimento médico. Disse que havia decidido, como vereador, fiscalizar e ouvir relatos de pacientes pessoalmente. Segundo o processo, ele teria entrado na área destinada a médicos e constatado a falta de profissionais. A Justiça apontou que ele agiu com "gritaria e algazarra", mas o então vereador negou ter gritado ou atrapalhado o serviço.


Fonte: Extra