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Metade das prefeituras gasta menos de R$ 403 ao ano na saúde

21/01/2019 22:10:00, Foto: Campos 24 Horas

Levantamento brulgado hoje (21) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) revela que cerca de 2.800 municípios brasileiros gastaram menos de R$ 403,37 na saúde de cada habitante durante o ano de 2017. A análise mostra que esse foi o valor médio aplicado por gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).


De acordo com os números, municípios menores, em termos populacionais, arcam proporcionalmente com uma despesa per capita maior. Em 2017, nas cidades com menos de 5 mil habitantes, as prefeituras gastaram em média R$ 779,21 na saúde de cada cidadão – quase o dobro da média nacional identificada.


Os municípios das regiões Sul e Sudeste foram os que apresentaram maior participação no financiamento do gasto público em saúde – consequência, segundo o CFM, de sua maior capacidade de arrecadação.


Ranking nacional

Com apenas 839 habitantes, o município de Borá (SP) lidera o ranking de gastos per capita na saúde, com R$ 2.971,92 gastos em 2017. Em segundo lugar aparece Serra da Saudade (MG), cujas despesas em ações e serviços de saúde alcançaram R$ 2.764,19 por pessoa.


Na outra ponta, entre os que tiveram menor desempenho na aplicação de recursos, estão três cidades de médio e grande porte, todas situadas no estado do Pará: Cametá (R$ 67,54), Bragança (R$ 71,21) e Ananindeua (R$ 76,83).


Entre as capitais, Campo Grande assume a primeira posição, com gasto anual de R$ 686,56 por habitante. Em segundo e terceiro lugares estão São Paulo e Teresina, onde a gestão local desembolsou, respectivamente, R$ 656,91 e R$ 590,71 por habitante em 2017.


Já as capitais com menor desempenho são Macapá, com R$ 156,67; Rio Branco, com R$ 214,36; Salvador e Belém, ambas com valores próximos de R$ 245 por pessoa.


A lista completa de municípios que participaram do levantamento pode ser acessada aqui.

Chikungunya: capacitação de profissionais da saúde da região

21/01/2019 22:10:32, Foto: Campos 24 Horas

A Diretora da Vigilância em Saúde, da secretaria municipal de Saúde (SMS), Andreya Moreira, vai ministrar uma capacitação sobre chikungunya para a população e representantes de saúde do município e região, na próxima quarta-feira (23), das 13h às 17h, no auditório principal do Instituto Federal Fluminense (IFF), campus Centro. 


- O Estado está capacitando todos os municípios e em Campos e região fui escolhida como capitã para passar essas informações tão importantes para a prevenção da doença - destacou.


Andreya também vai ministrar capacitação na quinta-feira (24), das 9h às 13h, no município de Cardoso Moreira, na sala da Terceira Idade, localizada na Praça Ibraim Assed, Centro.  Nesta semana ainda serão realizadas capacitações em Iguaba Grande, Três Rios, Angra dos Reis, Nova Friburgo e Volta Redonda.


Atualmente, o município tem confirmados 30 casos de chikungunya, um de dengue e nenhum de zika. Andreya ressalta ainda que, a população deve se conscientizar e continuar com a prevenção das doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti, recebendo os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em suas residências, separando os 10 minutos por semana para revisar seus quintais, limpar as piscinas e evitar deixar recipientes com água parada, inclusive de animais de estimação.

26 mais ricos do mundo equivale ao da metade mais pobre

21/01/2019 22:10:08, Foto: Campos 24 Horas

As 26 pessoas mais ricas do mundo detêm a mesma riqueza dos 3,8 bilhões mais pobres, que correspondem a 50% da humanidade. Os dados, referentes a 2018, fazem parte do relatório global da organização não governamental Oxfam, lançado hoje (21), às vésperas do Fórum Econômico Mundial, que se inicia amanhã (22) em Davos, na Suíça. Os números indicam que a riqueza está ainda mais concentrada, pois, em 2017, os mais ricos somavam 43.


A fortuna dos bilionários aumentou 12% em 2018, o equivalente a US$ 900 bilhões, ou US$ 2,5 bilhões por dia. A metade mais pobre do planeta, por outro lado, teve seu patrimônio diminuído em 11% no mesmo período. Além disso, desde a crise econômica iniciada em 2007, o número de bilionários dobrou no mundo, passando de 1.125 em 2008 para 2.208 no ano passado. O relatório indica ainda que os homens têm 50% mais do total de riqueza do mundo do que as mulheres.


Intitulado Bem Público ou Riqueza Privada?, o documento chama atenção para a necessidade de investimentos em serviços públicos, com destaque para educação e saúde, como forma de diminuir as desigualdades no mundo. “Como metade do planeta vive com menos de US$ 5,50 por dia, qualquer tipo de despesa médica empurra essas pessoas para a pobreza. Garantia de serviço público de saúde é a garantia estável e sustentada para quem está na base da pirâmide”, exemplificou Rafael Georges, coordenador de campanha da Oxfam Brasil.


Taxação 


Como forma de redistribuição de riquezas, o relatório propõe uma taxação de 0,5% sobre a renda de bilionários que fazem parte do 1% mais rico do mundo. Segundo a organização, os recursos arrecadados seriam suficientes para incluir 262 milhões de crianças que estão fora da escola atualmente e também providenciar serviços de saúde que poderiam salvar a vida de mais de 3 milhões de pessoas.


“A retomada [do crescimento econômico], ao longo dos últimos dez anos, favoreceu o topo da pirâmide, não foi redistributiva, foi concentradora. O sistema tributário tem um papel central nessa concentração, na medida em que reduz as alíquotas máximas para quem é muito rico. Esse movimento ocorreu em todo o mundo”, avaliou o coordenador.


A Oxfam avalia que os governos contribuem para o aumento das desigualdades ao não taxarem os muito ricos e as grandes corporações e ao não investirem de forma apropriada em saúde e educação. Segundo a organização, no Brasil, os 10% mais pobres da sociedade pagam mais impostos proporcionalmente do que os 10% mais ricos, o mesmo ocorre no Reino Unido.


Diferentemente dos países desenvolvidos, o Brasil é um país que apoia muito a sua carga tributária nos impostos indiretos, e isso acaba pesando mais no bolso da classe média e dos mais pobres. Todo mundo que compra o mesmo produto, paga a mesma carga. O ideal seria equilibrar isso, jogar mais a tributação para renda e patrimônio e diminuir a carga do consumo”, propôs Georges.


A organização destaca que, entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o que menos tributa renda e patrimônio. Enquanto no Brasil a cada R$ 1 que é arrecadado, R$ 0,22 vêm de impostos sobre a renda e do patrimônio, na média dos países essa parcela equivale a R$ 0,40 para cada R$ 1 pago em tributos. Nos Estados Unidos, por exemplo, 59,4% da arrecadação vêm de impostos sobre a renda e o patrimônio da população.


Aumento da concentração


Georges avalia que dois fatores explicam, em parte, a concentração de riqueza no mundo: a guerra fiscal internacional e a existência de paraísos fiscais. “Existe uma dificuldade dos sistemas políticos, seja nacional ou internacional, de implantar medidas sérias de redistribuição. Em particular na questão tributária existe uma corrida para trás”, apontou. Para o coordenador da Oxfam Brasil, a guerra fiscal internacional – similar ao que ocorre entre os estados brasileiros em relação ao ICMS – “joga contra” a possibilidade de redistribuição de riquezas.


Outra parte, segundo ele, é explicada pela existência de paraísos fiscais. “Enquanto tiver países onde não se cobra nenhum tipo de tributo e se oferecem garantias de sigilo e de ocultamento de propriedade e de patrimônio, vai ter incentivo para que ninguém queira redistribuição de seu patrimônio e sua renda. A economia sempre vai ter uma válvula de escape que vai preservar uma espécie de elite global”, avaliou.

Após cirurgia, Bolsonaro vai despachar de hospital

21/01/2019 21:09:30, Foto: Campos 24 Horas

[caption id="attachment_358871" align="aligncenter" width="640"] Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante chegada à Suíça.[/caption]

O presidente Jair Bolsonaro vai despachar do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, marcada para o dia 28 de janeiro. Segundo o porta-voz da presidência, general Otávio Santana do Rêgo Barros, a Presidência da República montará uma estrutura no hospital em São Paulo, onde Bolsonaro será operado. A primeira-dama, Michelle, acompanhará o marido durante todo o período de internação.


Bolsonaro chegará de Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, nas primeiras horas de sexta-feira (25). No domingo realizará os exames pré-operatórios e se submete à operação no dia seguinte.


Existe ainda a possibilidade de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) serem utilizados por ministros em viagens a São Paulo para despachar com o presidente no hospital. Ainda segundo o porta-voz, a expectativa inicial de permanência do presidente em São Paulo é de dez dias. O período poderá mudar, a depender da evolução da sua recuperação.


Atentado

Bolsonaro usa uma bolsa de colostomia desde que foi esfaqueado  em um ato de campanha, em Juiz de Fora, dia 6 de setembro. A facada atingiu o intestino e Bolsonaro foi submetido a duas cirurgias, uma na Santa Casa de Juiz de Fora e outra no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. 


O presidente passou 22 dias internado e desde então está com a bolsa de colostomia, que funciona como um intestino externo e possibilita a recuperação do intestino grosso e delgado.

Ministério Público critica falta de transparência da Alerj

Eduardo Gussem(foto): falta de transparência da Alerj dificulta processos investigatório

21/01/2019 21:09:38, Foto: Campos 24 Horas

O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Eduardo Gussem, criticou hoje (21) a falta de transparência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Para o procurador, isso dificulta o andamento dos 22 procedimentos investigatórios abertos para analisar movimentações financeiras atípicas de servidores lotados em gabinetes de 27 deputados estaduais.


"O fato de algumas movimentações financeiras serem atípicas não significa que sejam ilícitas. Esse tipo de investigação ocorre de forma frequente. Quando recebemos essa vasta documentação, nós começamos a explorá-la cuidadosamente", afirmou Gussem.


Com base em um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) produzido pelo Coaf, foram abertos 22 procedimentos investigatórios que envolvem servidores lotados em gabinetes de 27 deputados estaduais do Rio de Janeiro. 


Um dos parlamentares é Flávio Bolsonaro (PSL), que é filho do presidente Jair Bolsonaro e foi eleito para assumir uma cadeira no Senado no próximo mês. Conforme a documentação, um ex-assessor parlamentar dele, Fabrício Queiroz, realizou movimentações atípicas envolvendo R$ 1,2 milhão.


A investigação, que vinha sendo feita sob sigilo, está suspensa por uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux.


De acordo com Gussem, a análise é complexa, pois o fato de o servidor ter sido vinculado ao gabinete de um deputado não significa que este parlamentar tenha algum envolvimento na movimentação financeira. O procurador disse ainda que informações brulgadas na imprensa relacionadas a movimentações de Queiroz anteriores a 2017 não estão sendo investigadas pelo MPRJ.


Investigações

Segundo Gussem, a documentação do Coaf subsidiou investigações que culminaram na deflagração da Operação Furna da Onça, um dos desdobramentos da Lava Jato no Rio de Janeiro, que levou à prisão de deputados estaduais no início de novembro do ano passado. "O Coaf, espontaneamente, de ofício, encaminhou em janeiro de 2018 ao MPRJ inicialmente este RIF de 422 páginas. São centenas de nomes citados. Cabe à estrutura da Procuradoria-Geral de Justiça analisar cuidadosamente cada elemento contido aqui dentro."


Gussem ressaltou que o MPRJ não mantém vínculos políticos e que sua missão é defender a ordem jurídica e o regime democrático. Ele afirmou que não há prioridade nas investigações sobre Flávio Bolsonaro. De acordo com o procurador, os 22 procedimentos caminharam ao mesmo tempo e, em todos, houve pedido para ampliação das informações.


"A alegação de que um anda mais rápido do que o outro não condiz com a realidade", reiterou Gussem, negando quebra do sigilo dos deputados. "Se alguém cometeu alguma irregularidade, não foi o MPRJ", afirmou.


Esfera criminal

O procurador-geral destacou que não há parlamentares investigados na esfera criminal e explicou que a portaria que implementou o procedimento investigatório em 31 de julho de 2018 não traz nomes. “Conforme o avançar das investigações, se chegarmos à conclusão [de] que há elementos mínimos, aí, sim, entramos com uma portaria de aditamento incluindo o nome do deputado. Nesse primeiro momento, não investigamos pessoas. Nós investigamos fatos. E esses fatos, uma vez ampliados e explorados, é que eles vão se direcionando para pessoas."


Gussem disse que, em dezembro de 2018, todos os parlamentares mencionados tomaram conhecimento do procedimento ao receberem um ofício deixando o Ministério Público estadual à disposição para ouvi-los no dia, horário e local de preferência.


Os deputados Luís Paulo (PSDB), André Ceciliano (PT), Paulo Ramos (PDT) e Tio Carlos (SD) aparesentaram-se para prestar esclarecimentos.


Para o procurador Eduardo Gussem, o ideal é haver troca de informações com cruzamento de dados das agências de inteligência. "Se queremos ter um país íntegro, temos que fortalecer os órgãos de controle. Temos que prestigiar os nossos Coafs, nossos MPs, nossas Receitas, nossos Tribunais de Contas", observou.

Homem é condenado por compartilhar 300 mil arquivos de pornografia infantil

21/01/2019 21:09:42, Foto: Campos 24 Horas

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) condenou a 10 anos, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado, um homem acusado de compartilhar na internet vídeos e fotografias de pornografia infantil. Segundo a acusação, em apenas sete meses, de maio a novembro de 2016, ele compartilhou 300 mil arquivos e transmitiu 1.441 arquivos de conteúdo pedófilo.


As informações foram brulgadas pela Assessoria de Comunicação Social da Procuradoria Regional da República da 3ª Região - Processo nº 0000615-78.2017.4.03.6109.


O Ministério Público Federal defendeu a decisão que havia fixado a pena em 15 anos e seis meses e 20 dias de reclusão, a máxima prevista para o crime. Para o procurador regional da República João Francisco Bezerra de Carvalho, a gravidade do delito, com a disponibilização de um número elevado de arquivos de pornografia infantil, justificaria a pena máxima.


A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal (TRF-3) também considerou a conduta do réu de "acentuada reprobabilidade", o que justificaria fixar a pena acima do mínimo legal, de acordo com o previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), artigos 241-A e 241-B. Entretanto, não no limite máximo.


Ao dar provimento ao recurso de embargos infringentes do réu, a 4ª Seção julgou adequada a pena 10 anos, seis meses e 20 dias de reclusão, regime inicial fechado, além de 47 dias-multa, equivalente a 1/30 do salário mínimo cada dia.


Essa pena, de acordo com o colegiado, é "necessária e suficiente à prevenção e reprovação do delito".


Pedofilia

A pedofilia é considerada doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e está classificada entre os transtornos da preferência sexual.


De acordo com o ECA, várias atividades relacionadas à produção, difusão e consumo de pornografia infantil são crimes com penas de reclusão entre um a oito anos, além de multa. No caso, segundo a Procuradoria, houve uma "somatória de penas impostas em relação aos delitos descritos em dois artigos do ECA".


Fonte: BOL

Mourão: tempo de contribuição de militares pode ser maior com reforma

21/01/2019 21:09:56, Foto: Campos 24 Horas

O presidente em exercício, general Hamilton Mourão, afirmou hoje (20) que o tempo de serviços prestados pelos militares na ativa deve aumentar a partir da reforma da Previdência. Questionado se o período de contribuição passaria de 30 anos para 35 anos, Mourão afirmou: “Em tese, é isso aí, com uma tabela para quem já está no serviço, um tempo de transição”.


Mourão conversou com a imprensa na entrada da Vice-Presidência, onde despacha normalmente e permanece, mesmo ocupando a Presidência da República em exercício. Ele substitui o presidente Jair Bolsonaro que viajou para Suíça onde participa do Fórum Mundial Econômico, em Davos.


Pela manhã, Mourão concedeu entrevista à Rádio Gaúcha, em que foi questionado sobre possíveis mudanças na Previdência dos militares. Ele respondeu, sob ponto de vista pessoal, que considera que o período de contribuição dos militares deverá, sim, aumentar com a reforma da Previdência.


“O tempo de permanência no serviço ativo é um dos pontos que estão sendo discutidos e será apresentado pelo grupo militar como uma forma de mitigar esse gasto que a União e os estados têm com as suas Forças Armadas e forças policiais. Hoje essa questão da permanência por 30 anos no serviço ativo, eu acho que ela irá mudar. Acho que irá aumentar.”


Em relação ao pagamento de pensões para as viúvas de militares, Mourão afirmou que o tema que está em discussão. Mas não adiantou se o benefício será alterado ou mantido da forma que está. “É um outro assunto que as pessoas têm pensado, nisso aí. São mudanças que seriam positivas para o país”, disse.

Inscrições para Prova Ciclística do Farol até quinta (24)

Disputa acontece no dia 27 de janeiro, com percurso de 2,6km a partir do camping

21/01/2019 18:06:48, Foto: Campos 24 Horas

Os ciclistas interessados em participarem da 30º Prova Ciclística do Farol de São Thomé têm até quinta-feira (24) para se inscrever pelo site da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (www.fecierj.org,br). De acordo com o presidente da Fecierj, Rodrigo Rocha, cerca de 70 atletas de várias partes do país já se inscreveram, como o bi-campeão Regional da prova de São Salvador, Areno Miranda, a ciclista Fabiele Mota e o italiano Giogio Fracassi, que já mora no Brasil. A prova integra a programação do Sesc Verão Alô Farol 2019. 



 




A largada está marcada para às 8h, saindo de frente do Camping, passando pela Avenida Garoupas, reunindo as categorias Veteranos, Paraclismo PNE, Máster A, B, C, Infanto/juvenil, Masculino, Feminino, Open masculino e feminino e Elite masculino e feminino. O percurso será de 2.660 metros. Haverá troféus para até o quinto lugar em todas as categorias e premiação em dinheiro para até o 3º lugar em boa parte das categorias.


Geraldo Venâncio assume direção geral do Hospital Álvaro Alvim

21/01/2019 18:06:51, Foto: Campos 24 Horas

O Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA) inicia o ano de 2019 com novo diretor geral, após a apresentação do Dr. Geraldo Augusto Pinto Venâncio, que aconteceu na manhã desta segunda-feira (21), na sala da diretoria da unidade hospitalar.


Estiveram presentes ao ato, o presidente da Fundação Benedito Pereira Nunes (FBPN), Dr. Marcio Sidney Pessanha de Souza, o diretor clínico, Dr. Ernesto Carlos Pessanha e o diretor deral da Faculdade de Medicina de Campos, Prof. Edilbert Pellegrini Nahn Junior.


Para o presidente da FBPN, Dr. Marcio Sidney, o novo diretor geral possui grande experiência administrativa na área de gestão de saúde. “Com os atributos e qualidades em termos acadêmicos e profissionais, o HEAA ganha um gestor que poderá contribuir muito para seu fortalecimento”.


O Dr. Geraldo Venâncio foi vereador de Campos por dois mandatos, Secretário de Saúde de Campos em três oportunidades, diretor do Hospital Geral de Guarus (HGG) e diretor do HEAA, entre os anos de 1989 e 1994. É professor do Componente Curricular de Clínica Médica na Faculdade de Medicina de Campos, desde 1979.


Para o novo diretor, a gestão do HEAA será um grande desafio, tendo em vista o momento de crise na saúde que assola o país. “Apesar das dificuldades, tenho boas expectativas de melhoras nos Programas de Saúde do Governo Federal, tendo assim, reflexos locais. Com isso, o HEAA estará preparado para avançar ainda mais como referência de atendimento, pois temos o principal que é um quadro de excelentes profissionais médicos e técnicos, todos comprometidos em oferecer um trabalho de qualidade a toda população”, afirmou Dr. Geraldo.


Fonte: Ascom

Previdência pode aumentar em até nove anos tempo de serviço de PMs e Bombeiros

21/01/2019 15:03:40, Foto: Campos 24 Horas

A reforma da Previdência que é discutida pelo governo federal pode alterar idade mínima de contribuição durante a atividade de policiais e bombeiros militares dos estados. No caso do Rio, a mudança pode aumentar o tempo de serviço em até nove anos. Hoje, os militares precisam contribuir por, no mínimo, 30 anos para terem direito à reserva remunerada, mas muitos se aposentam antes. A proposta discutida eleva o período para 35 anos.


Dados de dezembro do Rioprevidência apontam que o tempo médio de contribuição de PMs e bombeiros é de 26 anos. O período é até menor que o prazo necessário hoje (de 30 anos), mas tem explicação pela saída de agentes reformados ou a averbação do período em escolas militares, questões que também podem mudar. Segundo o Caderno de Recursos Humanos do Estado, os servidores das duas categorias são os que se aposentam mais cedo: 51 anos (bombeiros) e 50 (PMs). O Rio conta, hoje, com 25.519 policiais e 8.901 bombeiros na reserva remunerada ou reformados.


Há 18 anos no Corpo de Bombeiros, Mesac Eflaín avaliou os pontos positivos e negativos antes de ingressar na corporação, aos 23. A chance de se aposentar antes dos demais servidores, o direito ao salário integral da ativa e a oferta uma aposentadoria equivalente a uma patente acima o fizeram optar pela carreira.


“Não vejo como obrigar esses profissionais, após três décadas de serviços excepcionais, a correrem atrás de bandidos. Não consigo imaginar um bombeiro combatente subindo dez andares para apagar um princípio de incêndio na Avenida Presidente Vargas”, disse Eflaín, que é presidente da Associação dos Bombeiros Militares do Estado do Rio (Abmerj).


Na reserva remunerada desde 2015, o primeiro-tenente Nilton da Silva, de 55 anos, não considera justa a alteração pela falta de esclarecimentos sobre o que levou o Rio ao atual déficit.


“Precisamos saber o que fizeram com o Rioprevidência. E toda mudança precisa antes ser debatida com as categorias”, disse o representante do grupo SOS Polícia.


Impacto nos cofres


Uma das justificativas para o aumento do tempo de serviço é o peso que os militares sobre a Previdência. Pelos dados do Rioprevidência, o Rio gastou, em dezembro do ano passado, R$ 363 milhões com policiais e bombeiros da reserva e reformados. Cerca de 40% da folha de aposentados é referente a militares, sendo que os 33.770 que já deixaram a atividade equivalem a 21% do total de inativos. O Rio fechou 2018 com 160.729 aposentados.


Os direitos levados para a inatividade, porém, são defendidos pela Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Rio (AME-RJ).


“Não temos pagamento de insalubridade e FGTS, não podemos nos sindicalizar e decretar greve. São algumas das razões para o tratamento diferenciado. E quem está na reserva pode voltar à atividade”, disse o coronel Fernando Belo, presidente da AME-RJ.

Municípios sofrem queda no repasse dos royalties referente a novembro de 2018

21/01/2019 15:03:23, Foto: Campos 24 Horas

Os municípios produtores da região recebem nesta terça-feira (22), o repasse dos royalties referente ao mês de dezembro. Porém, uma queda significativa chamou a atenção, principalmente dos municípios de Campos, Rio das Ostras e São João da Barra.


Em Campos e Rio das Ostras, por exemplo, a queda de arrecadação chegou a 26%. No mês de dezembro de 2018, Campos recebeu R$ 45.727.413, enquanto neste mês receberá R$ 33.825.669.


O município de Rio das Ostras recebeu no mês passado o valor de R$ 15.495.745 e agora receberá R$ 11.435.805.


São João da Barra também registrou uma queda no repasse, já que em dezembro de 2018 recebeu R$ 12.063.743 e agora receberá R$ 9.143.283.


Macaé que é o município que recebe o maior repasse dos royalties este mês receberá R$ 47.128.631, enquanto em dezembro de 2018 recebeu R$ 60.488.349.

Pesquisa de material escolar

21/01/2019 15:03:31, Foto: Campos 24 Horas

Com a proximidade do início do ano letivo, papelarias e lojas acabam sendo o destino certo dos pais. Por este motivo, a superintendência do Procon-Campos brulgou, nesta segunda-feira (21), a pesquisa de preços e informativos sobre materiais escolares para que o consumidor economize no orçamento familiar. Segundo o diretor de Educação e Pesquisa do Procon, Rafael Soares, a pesquisa foi realizada em sete papelarias, nas quais observou-se uma variação de preço do material de 52% a 575%.  


Antes de comprar, a recomendação é que o consumidor consulte o preço de cada item da lista de material em brersas lojas. A compra antecipada é um passo fundamental para evitar preços mais altos e longas filas nas papelarias, tão comuns no período de volta às aulas. No entanto, antes de ir às compras, é importante que o consumidor fique atento às exigências feitas 


Na pesquisa dos preços de materiais escolares nas sete papelarias visitadas no município, foi constatada uma variação nos valores em produtos básicos, como lápis e dicionários, como o dicionário escolar de língua portuguesa de R$ 4,95 a R$ 19,00 (284%) ou a borracha branca quadrada de R$ 0,20 a R$ 1,35 (575%). 


E nas listas solicitadas pelas escolas não devem constar produtos que não sejam para uso específico do aluno. O colégio não pode pedir material de expediente como álcool, tinta para impressora, papel higiênico, etc. Estes produtos já estão incluídos nos custos das escolas e só podem pedir itens diretamente relacionados ao processo didático pedagógico do aluno. Seguem alguns informativos:


Na hora da compra, cabe ao consumidor avaliar a qualidade e o preço de produtos similares que também podem atender as necessidades, com economia. Produtos sofisticados ou com características de brinquedos podem distrair a atenção da criança, prejudicando o seu desempenho. O material constitui instrumento de trabalho para o aprendizado e, portanto, deve ser adequado à sua finalidade.


“É importante que os pais observem as embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, entre outros, que devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco a saúde do consumidor”, informou o diretor Rafael Soares.

Escolas municipais aumentam aulas de português e matemática

21/01/2019 13:01:06, Foto: Campos 24 Horas

Os estudantes do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) da rede municipal de Campos agora terão mais aulas de Português e Matemática. O aumento na carga horária, de quatro para seis tempos semanais cada, visa melhorar o domínio dos alunos sobre as disciplinas básicas, recuperando a defasagem existente e nivelando à carga horária praticada na rede particular. A medida começa a valer já no início do ano letivo, marcado para 4 de fevereiro.


A iniciativa faz parte de um conjunto de ações pedagógicas realizadas pela secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Smece). Entre elas, estão as capacitações de professores, avaliações sistemáticas entre os estudantes, aulas de reforço e turmas de correção de fluxo.


O resultado detalhado do último Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2017 comprovou o baixo nível de proficiência dos alunos da rede em Português e Matemática. O exame, anteriormente chamado de Prova Brasil, é aplicado pelo Governo Federal. De acordo com o subsecretário pedagógico, Rafael Damasceno, o desempenho dos estudantes é resultado de uma série de políticas equivocadas praticadas por anos, como a aprovação automática, a redução da carga horária das disciplinas e menor incentivo ao envolvimento dos responsáveis na educação.


Segundo a avaliação, entre os alunos do 5º ano que fizeram o Saeb, 70% não consegue identificar assunto, opinião ou informação explícita em reportagens, letras de músicas e contos, assim como não interpreta humor em piadas e tirinhas. Também 70% não conseguiu converter uma quantia dada em moedas de 5, 25, 50 centavos e um real em cédulas de real ou determinar o horário final de um evento a partir do horário de início, dado em horas e minutos.


Entre os alunos avaliados no 9º ano, a situação não foi diferente. Cerca de 70% não consegue identificar a ideia principal e finalidade em notícias, reportagens e resenhas ou determinar a porcentagem envolvendo números inteiros.


“O aumento da carga horária das matérias é um passo importante na redução da defasagem histórica dos nossos alunos. Com seis tempos semanais de cada, além de termos tantas aulas quanto a rede privada de ensino, trabalhamos também um processo de recuperação dos conteúdos, sedimentando os componentes básicos”, avalia Damasceno.


Cemei - Outra novidade este ano é a criação dos Centros Municipais de Educação Integral (Cemei). O projeto-piloto será implementado nos antigos Cieps do Parque Aurora e no de Tocos. Nos Cemei, os estudantes contarão com um turno de aulas regulares e um segundo turno com oficinas temáticas, que visam atender os alunos em aspectos como cidadania, esportes e formação profissional. As escolas funcionarão das 7h30 às 16h30 e os estudantes contarão com três refeições.

Audiência: Caso do jovem que morreu durante cirurgia em hospital de Campos

CASO IURI CHAGAS – Jovem morreu durante uma cirurgia em decorrência de um acidente

21/01/2019 12:12:11, Foto: Campos 24 Horas

Acontecerá na tarde desta segunda-feira (21), a segunda audiência de julgamento do caso da morte de Fernando Iuri Chagas, morto no ano de 2013 durante uma cirurgia após sofrer um acidente de moto, em Campos.


Nesta segunda-feira, na 1 Vara Criminal do Fórum Maria Teresa Gusmão serão colhidos depoimentos das testemunhas de defesa e acusação dos médicos Paulo César da Mota Rocha, Luis Bernardo Vital Brasil Bogado e Hugo Manhães Arêas.


Segundo a mãe de Iuri, Fernanda Chagas, a intenção é mostrar para a sociedade que a morte de alguém não pode ser banalizada. “Quem sabe, dessa forma, a dor insuperável e imensurável da perda de um filho possa transformar-se na esperança de expurgar práticas médicas desidiosas, contribuindo para que inúmeros pacientes tenham um tratamento digno e correto.”


Segundo o advogado da mãe da vítima, Tiago Reid, as investigações revelaram que a precoce morte de Fernando Iuri não foi fruto dos riscos naturais de uma cirurgia. “A rigor, decorreu de uma lamentável e trágica atuação dos médicos denunciados, dentre as quais se pode exemplificadamente destacar: a prática de brersas cirurgias eletivas simultâneas; abandono da vítima à própria sorte; inobservância de protocolos médicos (ausência de cuidados pré-operatórios, substituição da equipe médica a quem confiada a cirurgia, ausência constante do centro cirúrgico, inobservância de sinais visuais do monitoramento do paciente), até a falsificação do prontuário médico que relatava a cirurgia, com o natural propósito de dissimular os fatos.”

As empresas do pólo Industrial já estão contratando, capacite-se

21/01/2019 10:10:23, Foto: Campos 24 Horas

As empresas do pólo Industrial (Porto do Açu-Macaé), já estão contratando, com salários que podem chegar a até 10 mil reais. Porém as vagas são apenas para os profissionais capacitados e com certificação. Não deixe a oportunidade passar: matricule-se já nos cursos técnicos do CIETEC."


O CIETEC está com matrículas abertas para os cursos de Técnicos em:Mecânica, Eletrotécnica, Refrigeração. Nesse mercado movimentado, um curso técnico pode ajudar a sair na frente dos concorrentes, a oportunidade está ao seu alcance. E lembrando: O aluno que optar por fazer Mecânica ou Eletrotécnica ganha bolsa de 100% no Curso técnico de Automação, e fazendo o Técnico em Refrigeração, o mesmo ganha o curso de Qualificação em Eletricidade básica. Ou seja, você investe em uma formação, e ganha outra, melhorando seu currículo e ficando mais apto para o mercado de trabalho.


Os interessados deverão entrar em contato com a CIETEC ESCOLA TÉCNICA, no endereço Av. 28 de Março, 533/539, próximo ao McDonald’s, ou nos telefones: 22 27235268/ 998918081/ 997971349

Policial Militar do Rio passa mal e morre em teste de aptidão física

20/01/2019 12:12:14, Foto: Campos 24 Horas

Em nota brulgada à imprensa, o Comando Militar do Leste (CML) informou hoje (20) o falecimento do 3º sargento Gabriel Trettel Telles. Ele servia em uma unidade sediada na Vila Militar (RJ), e morreu em decorrência de complicações causadas por “provável exaustão térmica” durante teste de aptidão física para ingresso em curso de especialização operacional.


De acordo com o CML, o militar cumpria no último dia 17, “de modo inbridual”, a bateria de exercícios regulamentares requeridos, quando se sentiu mal, sendo levado imediatamente para o Hospital Geral da Vila Militar e, em seguida, para o Hospital Central do Exército.


Ali, “apesar de realizados todos os procedimentos e protocolos para a sustentação da vida, lamentavelmente veio a óbito na noite do dia 19 de janeiro”, informa a nota.


Fonte: Agência Brasil

Veículos com final placa zero devem pagar IPVA nesta segunda-feira

O pagamento pode ser realizado em qualquer agência bancária

20/01/2019 12:12:22, Foto: Campos 24 Horas

O vencimento do IPVA 2019 dos veículos com final de placa zero acontece na próxima segunda-feira (21). A data vale tanto para a quitação à vista, com desconto de 3%, quanto para o pagamento da primeira parcela. A Guia de Regularização de Débitos (GRD) pode ser retirada nos sites do Banco Bradesco (www.bradesco.com.br) ou da Secretaria de Estado de Fazenda (www.fazenda.rj.gov.br).


O pagamento pode ser realizado em qualquer agência bancária.


O IPVA é calculado aplicando-se as alíquotas (4% para carros flex; 2% para motos e 1,5% para carros movidos a GNV) aos valores venais, ou seja, de mercado, dos veículos calculados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Com base nesses valores, o imposto em 2019 será, na média geral, 3,23% mais barato do que em 2018. No caso dos automóveis, a redução média será de 3,13%.


O primeiro vencimento, para os veículos com final de placa número 0, será no dia 21 de janeiro, tanto para o pagamento da primeira parcela, quanto para a quitação integral do imposto.  Já para os veículos com final de placa 9, o vencimento inicial será no dia 1º de fevereiro.

Sem reposição de pessoal, hospitais do Rio podem piorar situação

20/01/2019 11:11:16, Foto: Campos 24 Horas

Entidades das áreas médica e de enfermagem do Rio de Janeiro recomendam que o choque de gestão prometido pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para os hospitais federais no estado comece pela recomposição do quadro de profissionais concursados. Para três organizações de classe, a não reposição de profissionais especializados que se aposentaram ou deixaram as unidades prejudica os serviços prestados à população.


A sugestão é compartilhada pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) e pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ).


No total são seis hospitais, sob responsabilidade do governo federal: os do Andaraí, de Bonsucesso, Cardoso Fontes, dos Servidores do Estado, da Lagoa e de Ipanema. Há ainda duas unidades da rede federal que concentram atendimentos de alta complexidade e também o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) e o Instituto Nacional de Cardiologia (INC).


Gravidade


O Cremerj e o Coren-RJ, assim como a Fenam, consideram que a situação é mais grave no Hospital Federal de Bonsucesso, no qual o corpo clínico enviou uma carta ao ministério pedindo a imediata exoneração da direção do hospital. O documento foi entregue no dia 16 ao ministro pelo presidente da Federação Nacional dos Médicos, Jorge Darze, e relata que o hospital sofre desabastecimento decorrente da "incompetente gestãol" da unidade.


Na carta, é detalhado que o déficit de pessoal, principalmente de médicos, leva à "progressiva desativação dos serviços especializados". Jorge Darze relata que a unidade coronariana do hospital teve que ser fechada e lembra que os transplantes hepáticos já haviam deixado de ser realizados no hospital pela falta de médicos. "O hospital também é transplantador de rim. Essa atividade continua ocorrendo, mas em nível inferior ao que era desempenhado anteriormente", afirmou.


O documento encaminhado pelo corpo clínico do hospital também afirma que a direção foi nomeada por influência de um deputado federal da Baixada Fluminense. O presidente da Federação dos Médicos considera que este é um problema histórico que precisa ser rompido pelo governo federal.


Ação emergencial


Para Darze, o Ministério da Saúde deve adotar uma política mais ofensiva. “Para garantir que [os hospitais] possam funcionar de maneira mais adequada, inclusive rompendo uma histórica situação em que os diretores dessas unidades são indicados por deputados federais do Rio de Janeiro."


Depois de se reunir com o ministro da Saúde no dia 16, o presidente da Fenam alertou sobre os impactos do quadro atual. "Mostrei que a situação tende a piorar se o ministério não tomar medidas urgentes. Há um quadro de pessoal com idade para aposentadoria, e a rede vem perdendo grande quantidade principalmente de médicos especialistas."


A solução que o presidente da federação sugere é a contratação de mais profissionais por meio de concurso público. No ano passado, o Ministério da Saúde autorizou a contratação de 3,5 mil profissionais temporários para os hospitais federais, incluindo mais de 1,3 mil médicos.


"A forma temporária não é a que entendemos que deve ser utilizada para resolver o problema da rede. Ela não é estimulante, não contribui para que as pessoas se fixem nessas unidades. Ninguém quer trabalhar temporariamente, principalmente o médico. Ele quer ter a certeza de que vai trabalhar ali e vai construir a vida dele naquele hospital e atender à população que procura a unidade de maneira continuada", afirmou Darze, apelando para a valorização da carreira de médico com melhor remuneração.


Outro lado


Em nota, o Ministério da Saúde informou que "o ministro recebeu da Fenam a manifestação do corpo clínico do Hospital de Bonsucesso. O documento, assim como todos aspectos clínicos, de gestão e de produção serão analisados e objeto de ação de uma força-tarefa do Ministério da Saúde para os hospitais federais no Rio. O objetivo é ampliar e melhorar o atendimento à população".


O presidente do Cremerj, Sylvio Provenzano, considera que problemas de gestão estão associados a boa parte das deficiências dos hospitais federais. Como ex-chefe do serviço de clínica médica de um dos hospitais federais, o dos Servidores do Estado, Provenzano disse ter visto de perto o desfalque na equipe com a não reposição de profissionais.


"Evidentemente, o ideal seria concurso público, e não uma contratação que tem prazo de dois anos e que pode ou não ser renovada. O vínculo do profissional com a instituição é muito frágil. Ele sabe que, após dois anos, o contrato pode ser encerrado sem qualquer explicação". 


Para o médico, é fundamental fazer um diagnóstico completo da área de recursos humanos (RH). “É preciso um mapeamento adequado do RH de todas as unidades para que possa haver uma compatibilização adequada da proposta de atendimento com o pessoal. De nada adianta eu querer aumentar o numero de leitos se paralelamente não tiver um aumento do RH."


Relatos


Segundo o Cremerj, os relatos mais graves que recebe vêm de casos ocorridos nos hospitais federais de Bonsucesso e do Andaraí, no qual há dificuldades para atender ao fluxo da emergência. "Não é uma situação que de perto se pareça com a que Bonsucesso vive". Nas demais unidades, avaliou, a situação parece mais tranquila, apesar de relatos sobre falta de material para cirurgias e próteses. "São coisas que a gente espera que a partir de 2019 comecem a ser corrigidas."


Provenzano e Darze dizem que a falta de profissionais estrangula não apenas os serviços ambulatoriais especializados, mas também as emergências abertas à população. Em unidades como Cardoso Fontes, Andaraí e Bonsucesso, a chegada de atendimentos de urgência disputa a atenção dos médicos com procedimentos de alta complexidade que já estavam marcados.


A vice-presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro, Ana Teresa Ferreira de Souza, acrescentou que a falta de médicos especialistas causa impacto direto no dia a dia dos enfermeiros, de quem muitas vezes é exigida uma atuação que ultrapassa as atribuições legais.


"Por ausência de médicos, o enfermeiro foi obrigado, em alguns momentos, a fazer classificação de risco e dispensar ou direcionar pacientes para outras unidades. Isso é proibido", disse a enfermeira, acrescentando que o Hospital Federal de Bonsucesso "está no topo" da crise, mas os problemas vão além dessa unidade. Segundo Ana Teresa, o cenário atual provoca distorção de atividades e atribuições.


"Você tem um enfermeiro cuidando de mais de 30 pacientes, o que é ilegal. Você vê uma emergência de portas abertas com camas, macas e cadeiras improvisadas nos corredores. Do ponto de vista de ambiência segura, isso é totalmente ilegal. Inclusive a enfermagem se depara o tempo todo com a iminência de estar sendo exposta a negligência, imperícia e imprudência por causa disso."


Concurso


A vice-presidente do Conselho de Enfermagem defendeu como prioridade a realização de concurso público para equacionar os problemas nos hospitais federais do estado.


"Essa rotatividade de pessoal lotado nessas unidades gera uma perda de cultura organizacional muito grande. Essas alternativas paliativas para contratação não são a melhor forma. Se ele [ministério] precisa de uma medida para melhorar, o concurso público é talvez a primeira saída", afirmou Ana


A enfermeira também citou problemas nos insumos disponíveis para os profissionais trabalharem, o que causa mais prejuízos à população. "A ausência de materiais é uma coisa absurda. Frequentemente, a enfermagem acaba sendo obrigada a trabalhar com materiais de qualidade inferior ao que é preconizado por órgãos que tratam de segurança. Parece que não, mas a falta de uma seringa adequada pode comprometer a vida de uma pessoa."


O Núcleo do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro informou à Agência Brasil que a rede tem 20 mil profissionais e que a maioria é formada por servidores permanentes. "O Departamento de Gestão Hospitalar (DGH) informa que há na rede federal, ao todo, 20 mil profissionais, cujo quadro funcional é composto essencialmente por servidores permanentes, concursados, com carga horária definida por lei, além de servidores temporários da União.”


Como parte do processo seletivo realizado em 2018 para os hospitais federais, Into e INC, está em andamento a realização de cerca de 4 mil contratos temporários da União (CTU). Essas contratações obedecem a decisões judiciais sobre o assunto e encontram-se, estritamente, dentro do orçamento aprovado para isso."


Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena: ninguém acerta e prêmio vai a R$ 38 milhões

Quina teve 44 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 60.858,91

20/01/2019 09:09:26, Foto: Campos 24 Horas

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.117 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (19) em Piratuba (SC). O prêmio acumulou. As dezenas sorteadas foram: 04 - 28 - 29 - 30 - 43 - 52.


A quina teve 44 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 60.858,91. Outras 4.036 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 947,82.


O próximo sorteiro será na quarta-feira (23). O prêmio é estimado em R$ 38 milhões.

OMS lista as 10 principais ameaças para a saúde 2019; confira

Segundo a pesquisa, o mundo enfrentará outra pandemia de influenza

20/01/2019 03:03:08, Foto: Campos 24 Horas

Surtos de doenças preveníveis por vacinação, altas taxas de obesidade infantil e sedentarismo, além de impactos à saúde causados pela poluição, pelas mudanças climáticas e pelas crises humanitárias. Estes são alguns dos itens que integram a lista das 10 principais ameaças à saúde global em 2019, brulgada nesta semana pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


A entidade pretende colocar em prática um novo plano estratégico, com duração de cinco anos, com o objetivo de garantir que 1 bilhão de pessoas a mais se beneficiem do acesso à saúde e da cobertura universal de saúde; estejam protegidas de emergências de saúde; 1 bilhão desfrutem de melhor saúde e bem-estar.


De acordo com a OMS, são as seguintes as questões que vão demandar mais atenção da organização e de seus parceiros neste ano:


Poluição do ar e mudanças climáticas


A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que nove em cada 10 pessoas respiram ar poluído todos os dias. Poluentes microscópicos podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório, danificando pulmões, coração e cérebro, o que resulta na morte prematura de 7 milhões de pessoas todos os anos por enfermidades como câncer, acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares e pulmonares.


Doenças crônicas não transmissíveis


Dados da entidade mostram que doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo – o equivalente a 41 milhões de pessoas. Isso inclui 15 milhões de pessoas que morrem prematuramente (entre 30 e 69 anos), sendo que mais de 85% dessas mortes prematuras ocorrem em países de baixa e média renda.


Pandemia de influenza


O mundo enfrentará outra pandemia de influenza – a única coisa que ainda não se sabe é quando chegará e o quão grave será. O alerta é da própria OMS, que diz monitorar constantemente a circulação dos vírus para detectar possíveis cepas pandêmicas.


Cenários de fragilidade e vulnerabilidade


A entidade destacou que mais de 1,6 bilhão de pessoas – 22% da população mundial – vivem em locais com crises prolongadas (uma combinação de fatores como seca, fome, conflitos e deslocamento populacional) e serviços de saúde mais frágeis. Nesses cenários, metade das principais metas de desenvolvimento sustentável, incluindo saúde infantil e materna, permanece não atendida.


Resistência antimicrobiana


A resistência antimicrobiana – capacidade de bactérias, parasitos, vírus e fungos resistirem a medicamentos como antibióticos e antivirais – ameaça, segundo a OMS, mandar a humanidade de volta a uma época em que não conseguia tratar facilmente infecções como pneumonia, tuberculose, gonorreia e salmonelose. “A incapacidade de prevenir infecções pode comprometer seriamente cirurgias e procedimentos como a quimioterapia”, alertou.


Ebola


No ano passado, a República Democrática do Congo passou por dois surtos de ebola, que se espalharam para cidades com mais de 1 milhão de pessoas. Uma das províncias afetadas também está em zona de conflito ativo. Em dezembro, representantes dos setores de saúde pública, saúde animal, transporte e turismo pediram à OMS e seus parceiros que considerem 2019 um "ano de ação sobre a preparação para emergências de saúde".


Atenção primária


Sistemas de saúde com atenção primária forte são classificados pela entidade como necessários para se alcançar a cobertura universal de saúde. No entanto, muitos países não têm instalações de atenção primária de saúde adequadas. Em outubro de 2018, todos os países-membro se comprometeram a renovar seu compromisso com a atenção primária de saúde, oficializado na declaração de Alma-Ata em 1978.


Vacinação


Segundo a OMS, a relutância ou a recusa para vacinar, apesar da disponibilidade da dose, ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por imunização. O sarampo, por exemplo, teve aumento de 30% nos casos em todo o mundo. “[A vacina] é uma das formas mais custo-efetivas para evitar doenças – atualmente, previnem-se cerca de 2 milhões a 3 milhões de mortes por ano", diz a OMS. Além disso, 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas se a cobertura global de vacinação tivesse maior alcance.


Dengue


Um grande número de casos de dengue é comumente registrado durante estações chuvosas de países como Bangladesh e Índia. Dados da OMS mostram que, atualmente, os casos vêm aumentando significativamente e que a doença já se espalha para países menos tropicais e mais temperados, como o Nepal. A estimativa é que 40% de todo o mundo esteja em risco de contrair o vírus – cerca de 390 milhões de infecções por ano.


HIV


De acordo com a entidade, apesar dos progressos, a epidemia de Aids continua a se alastrar pelo mundo, com quase 1 milhão de pessoas morrendo por HIV/aids a cada ano. Desde o início, mais de 70 milhões de pessoas adquiriram a infecção e cerca de 35 milhões morreram. Atualmente, cerca de 37 milhões vivem com HIV no mundo. Um grupo cada vez mais afetado são as adolescentes e as mulheres jovens (entre 15 e 24 anos), que representam uma em cada quatro infecções por HIV na África Subsaariana.


Fonte: Agência Brasil

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