13/01/2022, 15h40, Foto: Divulgação

O ministro Alexandre de Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o pedido feito por Wilson Witzel ao STF para voltar à cadeira de governador do Rio, posto que deixou de forma definitiva em abril do ano passado depois de sofrer um processo de impeachment. (leia mais abaixo)


Witzel entrou com um agravo regimental contra uma decisão de julho do ministro do STF que manteve a decisão do Tribunal Misto que cassou por unanimidade o mandato do então governador afastado. Eleito em 2018 na onda bolsonarista, Witzel acabou envolvido em casos de suspeita de corrupção na construção de hospitais de campanha contra a Covid-19. (leia mais abaixo)


No último dia 21, o ex-governador recorreu da decisão do ministro alegando fatos novos que levariam à revisão de decisões anteriores. O primeiro seria a aprovação pela Assembleia do Rio, em dezembro passado, das contas de 2020 do governo do estado. (leia mais abaixo)


O segundo seria a declaração de suspeição de Marcelo Bretas em ações em que parentes de Witzel são citados na 7ª Vara Criminal Federal. Segundo a defesa de Witzel, as primeiras provas da investigação que terminou com o impeachment do governador foram autorizadas por Bretas, que mais tarde se declararia impedido. (leia mais abaixo)


 (leia mais abaixo)No dia seguinte ao pedido de Witzel, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a PGR se manifestasse sobre o caso.


 

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