23/12/2021, 08h24, Foto: Campos 24 Horas

(Vídeo no final deste post) -Disposto a se recolocar no tabuleiro político e fazer com que temas importantes sejam discutidos em Brasília, o pastor e ex-deputado federal Eber Silva vai buscar novamente um mandato de deputado federal nas próximas eleições. A decisão do importante líder cristão no Estado, que agora tornou-se um "conferencista itinerante", percorrendo inúmeras cidades com sua pregação após longos anos de ministério na Segunda Igreja Batista de Campos, foi anunciada em entrevista ao Campos 24 Horas. Os tempos atuais são desafiadores. A sociedade se move em sua dinâmica, com a entrada em cena de novos atores, o que reflete no advento de novas formas de vida e modelos comportamentais. Mas o que a sociedade brasileira jamais perdeu em tempo algum e busca preservar são os valores tradicionais da família, uma das causas que leva o pastor Eber a buscar novamente um mandato em Brasília. Nesta entrevista ao Campos 24 Horas, ele fala sobre a definição de sua pré-candidatura, do cenário político local, estadual e nacional, diz que definirá o partido até março de 2022, além da importância de Deus e da fé para que a humanidade atravessasse a pandemia e ainda reencontrasse forças para buscar a retomada da vida normal. E ainda fala de que forma fez suas orações durante a pandemia. (Veja a entrevista completa abaixo)


"Além de ter sido deputado federal, já fui também candidato a deputado estadual duas vezes. Mas hoje a realidade socio-cultural e econômica, além dos aspectos ético e moral vem falando muito ao meu coração ultimamente. São alguns dos fatores que me fazem novamente ter o desejo de estar em Brasília", disse, inicialmente, o pastor Eber Silva. 

Campos 24 Horas- De que forma o senhor está acompanhando o cenário político local?

Eber Silva - Campos vive um momento privilegiado com quatro políticos jovens e dinâmicos que representam bem o município no Rio e em Brasília. Wladimir é um prefeito jovem e com muita vontade de trabalhar. Por outro lado, os deputados estaduais Rodrigo Bacellar e Bruno Dauaire vem tendo excelente participação no processo político e legislativo. E há ainda a deputada Clarissa Garotinho com a mesma disposição em Brasília. A se lamentar, tivemos as perdas do nosso saudoso Peixotinho (João Peixoto) e do Gil Vianna, mas temos ainda aqui temos uma Câmara Municipal bastante renovada e disposta a dar uma resposta positiva a população. Campos tem tudo para sair bem deste período massacrante de pandemia e crise econômica. (leia mais abaixo)


CONSERVADOR - "Eu sou um político conservador, cuja ênfase será nas causas relacionadas a família, a fé, e a falta de tolerância social. Eu não poderia imaginar tempos de tanto sofrimento como vivemos com esta pandemia. Mas me lembro que, em 1992, preguei um sermão e avisei que seria demorado, prevendo esses tempos difíceis, só não imaginava que viesse agora, mas adiante". (leia mais abaixo)


INFORMAÇÃO E FAMILIA - "A comunicação e a informação é tudo, sem elas o indivíduo não existe, Mas as crianças e adolescentes passaram a ter acesso fácil a informação, via de regra sem controle e administração de casa. Hoje é comum se ver famílias almoçando no restaurante, enquanto crianças estão com o celular. Elas inclusive mexem no aparelho melhor do que um adulto, e isso é até bom. Mas há que se ter um controle mais presente dos pais, uma seleção prévia por parte dos pais, que por sua vez estão cada vez mais ausentes de casa pela demanda do trabalho. É o que mais me preocupa na formação da geração futura". (leia mais abaixo)


TV E TECNOLOGIA - "A tecnologia deveria tornar as pessoas mais seguras, mas elas estão mais inseguras, apesar de todos os avanços. A questão é a mensagem, cada vez mais contendo uma ética e moral muito agressiva. Os idosos rejeitam, os pais precisam controlar a recepção das crianças. Precisamos aferir as consequências porque vemos adolescentes que, quando sofre um abalo emocional, se sentem super inseguros porque as mensagens não fortificantes, mas agressivas e violentas. Não há também um filtro ético e moral favorável. Se não há controle desta permissividade, gera essa fragilidade emocional. Sei que não é um tema muito agradável para muitos, mas precisamos levar essa questão para o debate. E não faltam aqueles que falam neste assunto como se fosse censura. Não é. É a necessidade de zelar por uma geração que precisa estar preparada para este desafio". (leia mais abaixo)


EDUCAÇÃO - "As escolas estão informando, mas a questão de ser formadora deixou de ser uma vocação da escola. Qual a participação da família? Se ela (escola) não quer ser formadora, porque ela quer mexer com a criança? Isso não é só uma denuncia, mas uma proposta para fazermos este debate. E a população precisa assistir essas discussões sobre está realidade". (leia mais abaixo)


VALORES - "Reitero: não se trata de censura, mas zelo, proteção, prevenção e prudência para protegermos uma geração de crianças, que foi criança, mas não teve infância. Foi adolescente, mas não teve juvenibilidade. É jovem, mas é mais preocupado do que esperançoso. E a família não pode ser excluída deste debate. E quem não tem vontade de preservar os valores da família precisa aparecer. São epolíticos que precisam assumir suas posições". (leia mais abaixo)


DIREITOS - "Quando fui deputado federal era membro do Conselho dos Direitos Humanos, que abrange direitos da família, do adolescente e da família. Não é um Conselho só para quem comete crime ou está preso como está mídia dolosa tenta impingir". (leia mais abaixo)


A VOZ DO PASTOR - "Eu tenho orado todos os dias para Campos, oro para o nosso povo sair dessas terríveis dificuldades, intercedo para que nossos representantes não percam o ânimo e acumulem forças. Que eles cada vez mais sejam de dependentes de Deus, que exercitem a fé em Deus para conseguir efetivar seus ideais que devem convergir para o bem do povo de Campos. Estou muito esperançoso para 2022 com uma eleição que venha abençoar Campos que é uma cidade abençoada por suas, riquezas, sua produção, seu povo e seus representantes políticos". (leia mais abaixo)


SOLIDARIEDADE - "O que mais me sensibilizou nesta pandemia foi essa maravilhosa solidariedade do povo brasileiro. Este sentimento coletivo nos trouxe este desafio porque a gente estava muito macanizado, precisávamos deste espírito humanitário". (leia mais abaixo)


VOZ DOS MÉDICOS - "Os médicos tinham que participar mais da Saúde. Houve uma politização muito grande na pandemia. A Saúde tem que ser tratada por quem é da área, médicos ou enfermeiros, que serão bons administradores. Médico não é para apenas ser ouvido na hora de um diagnóstico ou atender um paciente, mas para gerir um sistema de Saúde. Saúde não pode ser pensada por políticos, mas por gestores de política de Saúde. Na pandemia nós tivemos sérios problemas de oxigênio e de leitos. Se estivesse tudo nas mãos de médicos, não de políticos seria no mínimo menos pior". (leia mais abaixo)


NOTAS - "Notas para o prefeito, o governador e o presidente? Olha, eu gosto dos três. Com relação ao governo federal, ganhamos muito em obras de infraestrutura numa área em que o país estava muito atrasado. Buscar um ministro como Tarcísio Freitas foi algo fenomenal. O governador Cláudio Castro é um político novo, que era vice e assumiu recentemente, com muita vontade de acertar. E Wladimir está há um ano no cargo, torço para que dê certo, gosto muito do estilo dele que sai para o front e não se esconde. Sendo bem assessorado, vai ser um grande politico e um bom gestor. Vou dar um um 7 para cada um dos três. Uma nota boa... (Vídeo abaixo da entrevista completa)


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