Walace Oliveira, radialista, morre de câncer

terça-feira,  04 de fevereiro de 2014   -  Foto: Filipe Lemos / Campos 24 Horas

O corpo está sendo velado na Capela da Santa Casa. O sepultamento está marcado para às 17h

WP_002247

WP_002250Atualizado 5/02 – às 10h25 - O corpo de Walace Oliveira chegou em Campos por volta das 9h50 desta quarta-feira (5/02) e está sendo velado na Capela da Santa Casa, em frente ao Cemitério do Caju. O sepultamento está marcado para às 17h.

Sobre o radialista

Aos 57 anos, morreu no início da tarde terça-feira(4) o radialista Walace Oliveira. Ele tratava de um câncer no pâncreas e estava no Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, em São Paulo. No final de 2013, Walace foi internado pela primeira vez no Hospital Prontocárdio, em Campos, onde o câncer foi diagnosticado, sendo então transferido para São Paulo.

O translado do corpo do radialista  deve ser liberado ainda nesta terça-feira.

Walace era funcionário público federal, com lotação no INSS/Campos, e foi repórter e comentarista esportivo de diversas rádios de Campos.

Walace 2

Torcedor do Rio Branco, Walace atuou durante muitos anos como repórter esportivo nas rádios Difusora, Cidade(atual Record) e Continental. Era filho do saudoso radialista Carlos Galveas.
Ele era diretor do Sindicato dos Servidores Previdenciários do Norte Fluminense(SindisPrev).

O diretor do site Campos 24 Horas, o jornalista Fabiano Venancio, falou sobre as reportagens que fez ao lado de Walace. “Quando cheguei à Difusora no início dos anos 80, já o encontrei. Ele fazendo a cobertura do Goytacaz e eu do Americano. Não esqueço do que ele me disse quando pedi dicas sobre a profissão de radialista. Walace me falou que é preciso ser curioso, saber o que está acontecendo ao redor e, de maneira geral, ler muito”, disse Fabiano Venancio, que acrescentou: “Em que pese termos opiniões diferentes sobre diversas coisas, sobretudo na área política-partidária, sempre nos respeitamos”, finalizou Fabiano.

O médico Marcelo Gomes, colega de trabalho de Walace no INSS, disse ao Campos 24 Horas que ele se tratava de uma pessoa muita querida. “Perdemos um grande companheiro. Walace era extremamente solícito. Sempre disposto a ajudar, Walace era uma pessoa muito querida pelos colegas de trabalho”, disse Marcelo Gomes.

WP_002250

Capela Santa Casa

sbt