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GERAL

Em crise, Faetec sofre com debandada de alunos

O que ficou da experiência de Lorraynne Martis, de 17 anos, na Faetec foi frustração. A menina ficou empolgada com a possibilidade de estudar Eletrônica enquanto cursa o ensino médio, mas, por causa das greves e problemas internos, nenhum curso andava. A solução foi trocar de colégio, e ela migrou para a rede estadual. O movimento de saída dos estudantes tem sido percebido nas salas. Professores de cinco unidades da Faetec consultados pelo EXTRA estimam que perderam pelo menos 30% dos alunos do ano passado para cá.

— A bagunça lá é demais. Queria terminar meu ensino médio, então, larguei — conta a moradora de Anchieta.

A Faetec atrasou Lorraynne. O ano letivo de 2017 só começou na rede na última semana. Por isso, quando a jovem foi para a rede estadual, há cerca de um mês, entrou com o restante da escola já no meio do segundo bimestre. A diferença entre a rede estadual e a Faetec é que, na primeira, os salários são pagos com verba federal do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), que não pode ser usado para a Faetec, que faz parte da Secretaria estadual de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social. Por isso, os professores estão com os salários atrasados.

– Houve evasão muito grande no último ano, resultado de um desmonte da Faetec. A procura de novos alunos foi baixíssima. Tem cursos com apenas três matriculados. Temos medo de a Faetec começar a excluir cursos alegando falta de demanda — afirmou uma professora da rede: — E, mesmo assim, não há condições mínimas para atender nem esses poucos estudantes.

A Faetec informou que ainda não contabilizou a perda de alunos nos últimos dois anos. Segundo a fundação, não há dados sobre 2016 porque o ano letivo acabou há pouco tempo. E 2017 ainda tem matrículas abertas para cursos até o dia 4 de junho.

O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, Pedro Fernandes, afirmou que entende a saída de alunos. De acordo com ele, a perspectiva é começar o ano letivo de 2018 no mesmo período das outras redes de ensino.

— Essa debandada é muito natural por tudo que eles passaram. Quando a gente assumiu, há quatro meses, a situação era muito crítica. Mas retomamos as aulas e estamos tendo uma certa normalidade. Tanto é que concluímos o ano de 2016 e a perspectiva é iniciar 2018 no começo do ano — afirmou.

Por nota, a Faetec informou que “oferece aulas de apoio, reforço escolar, além de proporcionar aos alunos atividades dinâmicas através de docentes altamente qualificados (mestres e doutores)” para tentar conter a evasão.

O secretário Pedro Fernandes afirmou que a normalidade da Faetec, no entanto, ainda depende da regularização do pagamento dos professores e do saneamento das contas do estado.

— É muito difícil o professor manter a motivação com dois meses de salários atrasados. A expectativa é de que o governo, até julho, coloque o salário de todo mundo em dia, volte a pagar os fornecedores e, assim, o ano letivo funciona sem problemas. Acredito na normalidade daqui pra frente. Só assim, mostrando a importância da Faetec, vamos motivar os alunos — diz o secretário.

Dívida
O secretário Pedro Fernandes estimou a dívida da Faetec com fornecedores em mais de R$ 250 milhões. Essas são empresas que fornecem, por exemplo, mão de obra para limpeza e alimentação.

Atraso de salários
Por causa desse atraso do pagamento dos fornecedores, funcionários estão com salários atrasados há cerca de seis meses, de acordo com professores da instituição ouvidos pelo EXTRA.

Menos vagas
O número de vagas abertas pela Faetec caiu quase 15% entre 2016 e 2017. De acordo com a fundação, houve 8.505 vagas no ano passado e, para este, foram abertas 7.519.

Instalações
Os últimos anos com inúmeros problemas na rede fizeram mal às estruturas dos colégios. No Iserj, por exemplo, salas estão destruídas e há uma área em que cadeiras velhas foram depositadas.

Fonte: Extra 

 

Música, gastronomia e animação na segunda edição do projeto Choro na Vila

Com homenagens aos compositores e temáticas relacionadas ao universo musical do choro, o grupo regional “Pé de Pitanga” envolveu os amantes do projeto Choro na Villa, que está em sua segunda edição, mas já conquistou fãs de diversas idades. O evento teve início às 16h deste sábado (27) e pôde levar momentos de descontração unindo ítens como boa música, cervejas artesanais, drinques e gastronomia variada, aos jardins da Casa de Cultura Villa Maria.

O projeto Choro na Vila reuniu um público variado e ganhou a simpatia de pessoas como a estudante Laura Silva. Ela explicou que sentia que a cidade precisava de eventos culturais como este.

– Este é o tipo de evento que a cidade precisa, com um público selecionado, tranquilo e cheio de variedades gastronômicas- pontuou.

Numa homenagem ao compositor campista Juventino Maciel, que completaria 91 anos neste mês se ainda vivo, a segunda edição, assim como a primeira, teve entrada gratuita. O evento tem idealização e direção musical de Felipe Ábido, sendo uma realização da Fulô soluções artísticas e culturais e ainda conta com o apoio do departamento municipal de Turismo.

A estreia – Na primeira edição, o projeto promoveu um encontro musical entre a Bahia e Rio de Janeiro. Para tanto, o grupo recebeu como convidados especiais a flautista carioca Giselle Mascarenhas e o sanfoneiro baiano Marcone Cruz.

Fonte: Comunicação PMCG 

Sisu abre inscrições nesta segunda; vagas estão disponíveis para consulta

Começam amanhã (29) as inscrições para a segunda edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As vagas estão disponíveis para consulta na página do Sisu. As inscrições vão até dia 1º de junho.

Na hora da inscrição, os candidatos podem escolher até dois cursos por ordem de preferência. Até o final do período de inscrição, o estudante poderá alterar a opção de curso. Também deve definir se deseja concorrer a vagas de ampla concorrência ou pelo sistema de cotas destinadas a estudantes de escolas públicas ou a vagas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições.

Uma vez por dia o Ministério da Educação divulga a nota de corte de cada curso de acordo com as inscrições feitas até aquele o momento e a classificação parcial do candidato na opção de curso escolhida.

Ao todo serão ofertadas 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais. O número de vagas reduziu em relação ao ano passado, quando, no segundo semestre, foram ofertadas 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior. A oferta depende da adesão das instituições públicas de ensino superior, que neste ano ficou aberta até o dia 19 de maio.

Neste processo, valerá a nota do Enem 2016. Para participar, os candidatos não podem ter tirado zero na redação do Enem. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem no ano passado.

O Sisu terá uma única chamada, e a divulgação do resultado está prevista para o dia 5 de junho. Também nesta data será aberta a lista de espera, que permanecerá disponível até 19 de junho.

As matrículas serão do dia 9 ao dia 13 de junho e a convocação da lista de espera será feita a partir do dia 26 de junho.

Fonte: Agência Brasil 

Anatel deverá bloquear celulares sem certificação

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) poderá bloquear os celulares que não tenham certificação. A proposta apresentada pela área técnica da Anatel já foi aprovada em reunião administrativa da agência, mas deve passar pelo Conselho Diretor e ainda pode sofrer mudanças.

Antes de bloquear os celulares, as operadoras deverão avisar os clientes que têm aparelhos não regularizados e, somente, após 75 dias poderão bloqueá-los. A previsão é de que as empresas comecem a mandar mensagens com avisos para os usuários a partir do dia 30 de julho, mas pode haver um adiamento no início da implantação do sistema.

Segundo a Anatel, serão bloqueados os celulares que não tenham certificação da agência e Imei válidos. O Imei é uma sequência de números que identifica o celular internacionalmente e são listados no banco de dados da GSMA, organismo internacional que reúne as empresas de telefonia móvel. Ele equivale ao número do chassi dos carros. Os aparelhos sujeitos ao bloqueio são principalmente os vendidos irregularmente no mercado nacional.

O projeto do bloqueio de celulares e sua forma de implantação vem sendo estudados pela Anatel em conjunto com as operadoras de telefonia móvel e a Associação Brasileira da Indústria Eletro e Eletrônica (Abinee).

Fonte: Agência Brasil 

Como a musculação age para amenizar os efeitos do envelhecimento

Atualmente sabemos que a musculação é uma prática de treinamento extremamente importante para a saúde, para o desenvolvimento corporal e para a prevenção de doenças. Muitos estudos comprovam a eficiência da musculação (exercícios com pesos), provando os benefícios para a saúde das pessoas e para a aptidão física.

São inúmeros benefícios como melhoras na massa muscular, flexibilidade e massa óssea, a melhora nas condições funcionais em pessoas com idade avançada, onde temos dentro dos praticantes de musculação idosos com mais força física, disposição e menos sintomas de depressão.

Um desses estudos revelou que idosos que envelheceram praticando corrida ou natação apresentaram os mesmos níveis de hipotrofia muscular (diminuição da massa muscular, o contrário de hipertrofia) encontrados em idosos sedentários. Em contrapartida, os que envelheceram praticando musculação apresentaram conservação da massa muscular.

Diante dos novos estudos temos a nova realidade de treinamento físico para amenizar os efeitos do envelhecimento baseado no trabalho de força, exercícios musculares, onde a musculação ganhou um papel fundamental para as pessoas envelhecerem com mais saúde, mais força, prevenindo problemas articulares e diminuindo os efeitos do envelhecimento com a diminuição de gordura corporal.

Pelo fato de 70% dos acidentes com idosos são devidos a uma capacidade diminuída para andar, correr e saltar, ligada à uma capacidade de coordenação piorada, então fica evidente que vale a pena o treinamento muscular específico para melhorar as atividades diárias em indivíduos idosos. Além disso um fortalecimento dos principais grupos musculares (especialmente a musculatura abdominal e dorsal), conseguido durante a vida toda, evita o aparecimento precoce de problemas posturais, com as respectivas consequências.

Através de um treinamento de força, adequado à idade, que acompanhe toda a vida, os processos degenerativos da coluna vertebral, como por exemplo as degenerações dos discos vertebrais lombares, podem ser positivamente influenciados. Essas degenerações são muito comuns em indivíduos de idade, e causam muitas dores e impossibilidade de se locomover com habilidade. As pessoas que treinam com regularidade mostram uma menor morbidez em relação às síndromes das dores lombares do que as pessoas não treinadas.

Outro fator importante é a estética já que a musculação age na composição corporal da pessoa, deixando-a mais magra, aumentando a quantidade de músculos e diminuindo a gordura do seu corpo, isso faz com o indivíduo pareça bem mais novo, pois a gordura traz uma aparência de mais idade.

A grande vantagem na prática de musculação por pessoas de idade é a reversão do quadro de inabilidade motora decorrente da hipotrofia, evitando os aumentos perigosos de pressão arterial e de frequência cardíaca apresentadas nas atividades da rotina diária.

O enfraquecimento muscular das pessoas diante dos esforços da vida diária de alta intensidade, determina respostas hemodinâmicas excessivas, enquanto para pessoas com musculatura mais forte, os mesmos esforços tornam-se menos intenso, exigindo menor grau de esforço muscular e evitando assim, riscos de alteração de pressão arterial e frequência cardíaca.

Segundo estudos de Maria A. Flatarone, da Divison on Aging na Harvard Medical School no International Pre-Olympic Scientific Congress on Physical Activity, Sport and Health in Dallas, 1996, o fator condicional da força tem uma importância extraordinária pelas características de envelhecimento corporais influenciáveis (Bio-Markers of Aging), que se encontram bem comprovadas a nível científico, mas ainda pouco conhecidas:

Perda de massa muscular
Perda de força
Redução do metabolismo basal
Composição do peso corporal mais prejudicial
Diminuição da capacidade aeróbica
Redução da tolerância á glicose
Proporções de colesterol mais prejudiciais
Diminuição da pressão arterial
Redução da densidade óssea
Termo-regulação mais difícil
Maria A. Flaratone (pesquisadora em treinamento), afirma: “A independência funcional na velhice é, a nível corporal, sobretudo, uma questão de força e não de capacidade do sistema cardiovascular”. Artigo sobre estudos apresentados no International Pre-Olympic Scientific Congress on Physical Activity, Sport and Health, Dallas, 1996.

Hoje sabemos o quanto os exercícios musculares fazem diferença em um programa de treinos para amenizar os problemas do envelhecimento, e com isso podemos focar na força como uma maneira de treinarmos outras capacidades físicas e com isso melhor todo o sistema do indivíduo, cardiovascular, respiratório, endócrino, motor e muscular.

Fonte: Minha Vida

Campanha de Vacinação contra a gripe continua nesta segunda

Devido a orientação do Ministério da Saúde, a Campanha de Vacinação contra a Influenza em Campos foi prorrogada até o dia 9 de junho. Por isso, as vacinas permanecem disponíveis para o grupo prioritário em cerca de 50 polos distribuídos pelo município. Até a última quinta-feira (25), a Vigilância em Saúde tinha imunizado mais de 70 mil pessoas na cidade.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é destinada aos idosos a partir de 60 anos; aos trabalhadores da área da saúde; aos povos indígenas; a gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); a população privada de liberdade; aos funcionários do sistema prisional, as pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores.

— É importante que as pessoas do grupo prioritário procurem os postos para a imunização — disse a diretora de Vigilância em Saúde de Campos, dra. Andréya Moreira, ressaltando que os acamados devem agendar a vacina através do telefone da Vigilância: (22) 98175-2482.

A vacina contra a gripe não é recomendada para alérgicos a proteína do ovo; para quem tem alergia a qualquer componente da vacina; para menores de 6 meses.

Fonte: Comunicação PMCG

Brasil tem recorde de assassinatos em conflitos por terra nos primeiros meses de 2017, segundo a CPT

Brasil teve 37 assassinatos em conflitos por terra entre janeiro e maio deste ano, de acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), recorde registrado desde 2008. No mesmo período de 2016, 30 pessoas foram mortas em áreas indígenas, quilombolas ou em territórios em disputa com lideranças sem-terra e fazendeiros.

Ocorreram duas chacinas neste ano, envolvendo posseiros e trabalhadores rurais sem-terra. A primeira delas, em 19 de abril, ocorreu na Gleba Taquaruçu do Norte, em Colniza, no Mato Grosso, e causou nove mortes. De acordo com a CPT, um grupo de quatro pistoleiros chegou à comunidade e atirou, além de também usar golpes de facão. A perícia informou que houve tortura, já que alguns corpos foram encontrados amarrados e outros dois foram degolados.

“Nós estamos vivendo um momento muito complicado de paralisação da reforma agrária, indefinição sobre a questão fundiária, sobre demarcação de terra, sobre regularização de áreas de comunidades de quilombo e ribeirinhos, junto com uma ofensiva do setor ruralista no sentido de ampliar os interesses ligados ao agronegócio. Tudo isso acaba tensionando muito a situação no campo e, é claro, agravando as possibilidades de conflito”, disse José Batista Afonso, advogado da CPT.

Em quase todos os casos, a CPT acredita que há envolvimento de pistoleiros. A exceção está na segunda chacina do relatório, recente conflito da última quarta-feira (24) na Fazenda Santa Lúcia, em Pau d’Arco, no Pará, onde nove homens e uma mulher morreram em confronto com a polícia.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), os policiais foram cumprir mandados de prisão referentes ao assassinato de um vigilante de fazenda e foram recebidos a tiros. Os parentes das vítimas contestam a versão e dizem que foi a polícia quem chegou atirando.

“De fato, o Pará vive um grave momento de acirramento dos conflitos agrários. Isso é resultado imediato do abandonamento das políticas públicas de reforma agrária e titulação de territórios indígenas e de comunidades tradicionais. A situação é agravada pela extinção da Ouvidoria Agrária e a consequente ausência de tratamento adequado dos conflitos”, disse Eliane Moreira, promotora de Justiça da Região Agrária de Castanhal.

“Instituições como o Incra e Iterpa (Instituto de Terras do Pará) não cumprem o seu papel de reforma agrária e regularização fundiária, assim como deixam de fornecer informaçoes essenciais para a adequada analise dos conflitos. É preciso que o sistema de segurança implemente efetivamente a política estadual de proteção de defensores de direitos humanos, hoje uma imensa ausência que vulnera vidas”, completa Moreira.

No Pará, de acordo com a promotora, o número é maior que o apresentado pela CPT, com 18 assassinatos devido a conflitos. Em reportagem do Jornal Nacional publicada no início de maio, já eram apontadas sete mortes antes da chacina em Pau d’Arco.
Áreas indígenas e quilombolas

A maior parte das mortes envolve trabalhadores rurais sem-terra, posseiros, fazendeiros e/ou madeireiras, mas ocorrem, também, assassinatos em áreas indígenas e quilombolas.

Uma das vítimas, morta em 8 de março, Damião Lima da Silva, o Dão, era um líder indígena, segundo a CPT. O documento divulgado diz que ele foi assassinado a golpes de facão e tiros enquanto trabalhava em uma lavoura, área sobreposta à terra indígena ocupada por posseiros na Aladeia Coité, no município de Palmeiras dos Índios, em Alagoas.

No Rio Grande do Sul, o cacique Antônio José Mig Claudinho, do município de Ronda Alta, foi assassinado no dia 20 de março. A CPT acredita que o conflito está relacionao ao arrendamento de terras para o plantio de soja. A vítima já tinha denunciado ameaças de morte.

Raimundo Silva foi morto em área quilombola em 12 de abril, com um tiro nas costas quando voltava para a comunidade Charco, no município de São Vicente Ferrer, no Maranhão. A polícia ainda investiga o caso.
O que diz o Incra

Responsável pela reforma agrária no país, o Incra diz que o cadastro e seleção de beneficiários para a inclusão em novos assentamentos está paralisado desde abril de 2016 por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), e que aguarda uma decisão final do órgão para retomar o processo. A instituição informa ter 12 mil lotes prontos para assentar famílias, mas depende da liberação da corte.

Ouvidoria Agrária Nacional, diz o instituto, foi incorporada à estrutura do órgão no início do ano, e começou a atuar efetivamente há cerca de dois meses.

Sobre as mortes em Colniza (MT), o Incra diz que o conflito tem relação com extração de madeira, e não com a reforma agrária. E, sobre a chacina em Pau d’arco (PA), informa que o proprietário retirou a oferta de venda da terra para fins de reforma agrária que havia feito ao instituto.

O Iterpa, do Pará, diz que a área de Pau d’arco onde ocorreu a chcina não está área de atuação do instituto, responsável por cerca de 15% das terras do estado. “E o órgão vem cumprindo, sim, sua função. No que se refere a regularização de áreas quilombolas, por exemplo, o Pará é o estado que mais titulou em benefício desse segmento”, diz o órgão, em nota.

O instituto paraense também afirma que, nos últimos dois anos, concedeu mais de dois mil títulos de propriedade a pequenos produtores e comunidades extrativistas, superando o que foi feito entre 2011 e 2014. “A meta até 2018, é alcançar 8 mil titulos entregues em um período de quatro anos.”

Fonte: G1
 

Cremerj alerta para colapso nos hospitais federais do Rio

    O pedido de exoneração dos cargos de chefia de 28 médicos, de setores do Hospital Federal do Andaraí, na Zona Norte do Rio, feito na tarde desta sexta-feira, ligou o alerta vermelho sobre a crise dos seis hospitais federais do Rio de Janeiro. Segundo levantamento realizado pelo Cremerj (Conselhos Regional de Medicina) revelou que o orçamento congelado ou até a redução de recursos gerou consequências alarmantes, como a perda de médicos, contratados e estatutários, falta de medicamentos e de materiais para exames. De acordo com Nelson Nahon, presidente da entidade, a situação é de “desmonte”.

— Se nada for feito, a emergência do Hospital Federal de Bonsucesso pode fechar dentro de uma semana. É a situação mais grave que enfrentamos no momento nos seis hospitais federais do Rio. Está faltando o básico, mas não só lá. No Hospital do Andaraí, a emergência funciona em um espaço improvisado. As obras da nova emergência não saem do papel. As portas da emergência estão abertas, os médicos examinam todos os pacientes que chegam, mas só os casos mais graves estão sendo encaminhados para internação. A luta do Cremerj é contra o fechamento de qualquer tipo de serviço ou de unidade de saúde pública — frisa.

O Globo esteve no Hospital do Andaraí na manhã deste sábado. Em conversa com a reportagem, uma servidora pública aposentada, que pediu para não ser identificada, viu de perto a crise da unidade ao acompanhar uma paciente que foi operada ontem no setor de cirurgia plástica reparadora.

— Faltam medicamentos e a manutenção é precária. É triste ver o Hospital do Andarai morrer. Os profissionais daqui são muito bons — elogia.

Mas o número de médicos é cada vez menor nos hospitais federais do Rio.

— Os contratos dos médicos contratados não estão sendo renovados, concursos públicos não podem ser realizados e muitos médicos estão se aposentando. Tudo isso reduziu em cerca de 30% o número de profissionais em serviço. O resultado é uma superlotação. Enquanto médicos e enfermeiros trabalham sob forte pressão emocional, a população fica desassistida. É um caos — resume Nahon.

Na semana passada, o presidente do Cremerj entregou ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros, um dossiê com todas as vistorias realizadas em abril nos seis hospitais federais do Rio, comprovando de forma técnica os problemas da rede.

— Entreguei cópias do resultado da fiscalização que foi feita, que resultou em duzentas páginas. A saúde não pode ser tratada como negócio. Os atendimentos de média e alta complexidade são feitos pelos hospitais federais. Não se pode medir a necessidade de verba de um hospital só pela quantidade de atendimentos, mas também pela complexidade dos casos que atende. Exigimos uma solução imediata — conta.

O Cremerj convocou para esta semana uma reunião com o DGH (Divisão de Gestão Hospitalar) para reinvidicar medidas emergenciais na tentativa de colocar um fim na crise dos hospitasi federais no Rio.

— A situação é gravíssima — afirma Nahon.

Em nota, o Ministério da Saúde esclarece o pedido de exoneração dos médicos no Hospital Federal do Andaraí, assim como a denúncia do Cremerj que há falta de insumos e medicamentos nos seis hospitais federais do Rio.

“O Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (DGH), que coordena a integração assistencial dos seis hospitais federais, informa que nenhum pedido de entrega de cargo das chefias dos serviços médicos do Hospital Federal do Andaraí (HFA) foi devidamente formalizado. O procedimento exige apresentação de documento individual do servidor público. Cabe destacar que possíveis mudanças nas chefias não comprometerão a assistência à população,uma vez que os médicos manterão seus vínculos com o serviço público federal e continuarão atendendo normalmente. O DGH também informa que o HFA ampliou em 17% as consultas e atendimentos de emergência e em 13% as cirurgias apenas no primeiro trimestre deste ano. O estoque de medicamentos do HFA está abastecido, inclusive de medicamentos oncológicos, que em parte estão sendo substituídos pelo protocolo de tratamento do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O DGH informa ainda que já começou o processo de especialização dessas unidades, com a consultoria do hospital Sírio-Libanês (SP), a fim de qualificar os serviços e tornar mais eficiente o atendimento à população. Este processo implica em uma redefinição dos perfis assistenciais das unidades federais, otimizando os serviços e suprindo carências específicas”.

Fonte: O Globo

FMIJ realiza III Seminário Interno no Teatro Municipal Trianon

Nesta segunda-feira (29), a Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) realizará o III Seminário Interno da instituição, às 8h, no Teatro Municipal Trianon. O evento marcará o primeiro dia de capacitação dos 305 novos educadores e auxiliares de educadores aprovados no Processo Seletivo Simplificado (PSS), mas será extensivo a todos os funcionários da FMIJ.

A presidente da instituição, Suellen André de Souza, salientou que o Seminário é um importante momento para que os funcionários adquiram o conhecimento técnico necessário para tratar individualmente as situações que surgem no dia a dia com as crianças e adolescentes assistidos pela FMIJ, seja na sede, nos equipamentos ou nos acolhimentos.

No evento serão apresentados todos os programas e projetos desenvolvidos pela FMIJ. Ainda serão feitos esclarecimentos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e sobre a Proteção Social Básica e Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade.

Fonte: Comunicação PMCG 

Irmãos da Solidariedade pede socorro e pode fechar as portas, diz Fátima Castro

Uma instituição filantrópica de Campos com mais de 30 anos de serviços prestados e que se tornou referência no país na prevenção, combate e tratamento aos portadores do vírus HIV/Aids, passa por sua maior crise econômica. E pior: Pode fechar as portas a qualquer momento. A Associação Irmãos da Solidariedade, hoje com capacidade máxima esgotada, pede socorro para continuar atendendo aos seus 42 pacientes (nove deles cadeirantes) que dependem do trabalho ambulatorial 24h, além de atendimento médico, psicológico, psiquiátrico, fisioterapêutico, social e jurídico da Casa.

A fundadora e presidente da segunda Casa de Apoio a Portadores do HIV/Aids do país, Fátima Castro, explica que até onde pode “segurar” a baixa situação financeira da entidade, assim o fez. Mas agora, acrescenta, a situação tornou-se insuportável diante dos inúmeros gastos do dia a dia para manter uma entidade que, aos poucos, se transformou num hospital para doentes de Aids.

– Eu estou desesperada. Meus pacientes sempre foram tratados com dignidade, porque ali não é um depósito de gente, é a casa deles, é o hospital deles, é a referência de vida deles. E se for para deixar que eles não tenham mais esse tratamento, eu prefiro fechar as portas – diz a fundadora da instituição.

Fátima Castro ressalta que o apoio que tem recebido da sociedade durante todos esses anos é fundamental para que continue na luta. Prova disso é que todas as campanhas que realiza para arrecadação de alimentos, por exemplo, ela se faz presente. A entidade gasta hoje, por dia, cerca de 10 kg de carne, 20 litros de leite, além de frutas, entre outros. “A maioria deles precisa de uma alimentação balanceada, varia de paciente para paciente. A população nos ajuda muito e nossa equipe ainda faz palestras em Campos e região em troca de alimento”, explica.

A Associação Irmãos da Solidariedade recebe atualmente verba municipal de R$ 40 mil e federal de R$ 21 mil. A federal é específica para manutenção e, por isso não pode ser usada, por exemplo, para pagar os funcionários que a Casa mantém com carteira assinada. Entre os trabalhadores pagos pela entidade estão os que atuam na limpeza geral, lavanderia, cozinha, vigilância, entre outros que revezam no trabalho em sistema de plantão, num total de 22 funcionários.

Da: Redação
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