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GERAL

Justiça Federal derruba liminar que impedia Maia de disputar reeleição

23/01/2017

 

Concurso para oficiais da PM tem mais de 8 mil inscritos

23/01/2017     14h23      |     Foto: Divulgação 
Mais de 8 mil candidatos se inscreveram no concurso para oficiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro que, pela primeira vez, exige a formação superior em Direito. Com 45 vagas para homens e cinco para mulheres, o exame de seleção busca melhorar a prestação de serviços à população ao exigir maior qualificação dos profissionais. O oficial, que tem autoridade de polícia judiciária militar, é aquele que decide, em obediência às normas legais, se a ocorrência é crime ou não e estipula quais providências devem ser tomadas naquela situação.

– Hoje o Direito é a nossa mais importante ferramenta de trabalho. O curso, que antes durava três anos, passa a ter duração menor, de dois anos. Isso faz com que tenhamos mais policiais atuando em menos tempo e com menos gastos públicos – afirmou o comandante da Academia de Polícia Militar Dom João VI, Coronel PM Roberto Vianna.

Resultado será divulgado em abril

As provas objetivas, na primeira fase do concurso, serão aplicadas no dia 29 de janeiro. Haverá também testes de aptidão física, exames psicológicos, de saúde e social, além da avaliação de documentos. O resultado final será no dia 18 de abril.

Os concursados serão contratados pelo regime estatutário. Durante o curso de formação de oficiais, os aprovados receberão remuneração de R$ 2.550. Após conclusão do curso esse valor sobe para R$ 5.321,22, até que se torne 2º tenente, cujo salário é de R$ 6.595,83. As inscrições foram encerradas no dia 15 de janeiro.

O Rio de Janeiro não é o primeiro estado a exigir a formação em Direito. Doze estados brasileiros já fizeram esta transição.

Fonte: Imprensa RJ

Operação Verão da Lei Seca aborda mais de 3 mil motoristas

23/01/2017       14h08      |    Foto: Divulgação 
Com blitzes diurnas e em vários pontos do Estado do Rio, a Operação Verão da Lei Seca completou duas semanas e registrou 3.155 motoristas abordados, 789 veículos multados, 161 veículos rebocados e 184 carteiras de habilitações recolhidas. Também foi detectado alcoolemia em 182 motoristas. A ação começou no dia 5 de janeiro.

Este é o terceiro ano consecutivo da Operação Verão da Lei Seca. No ano passado, foram abordados 5.814 motoristas e 538 apresentavam sinais de embriaguez. Em 2015, foram abordados 4.970 motoristas e 350 tinham sinais de alcoolemia.

Durante a Operação Verão, os agentes trabalham uniformizados com bermuda, camisa polo branca com identificação da Lei Seca e boné. As blitzes à noite continuam sendo realizadas normalmente.

A ação segue até depois do Carnaval. Neste período, também são promovidas atividades educativas a fim de alertar a população sobre os riscos de beber e dirigir.

– É importante que a população entenda que os riscos de misturar bebida e direção não tem hora – disse o coordenador da Operação Lei Seca, tenente-coronel Marco Andrade.

Fonte: Imprensa RJ 

“Foram 14 meses de profunda crise”, diz ex-ministro de Dilma

23/01/2017     14h02      |     Foto: Divulgação 
Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o homem que chefiou a pasta da Justiça antes da queda de Dilma detalhou o clima que reinava no Planalto e na Esplanada.

“Olha, foi uma experiência muito rica e ao mesmo tempo extremamente dolorosa.”

É o que diz à Sputnik Brasil Eugênio Aragão, ministro da Justiça do Brasil entre 14 de março e 12 de maio de 2016, sobre o segundo mandato do governo de Dilma Rousseff.

Segundo Aragão, “os dados já tinham caído” na época da sua chegada à Esplanada dos Ministérios. Os “dados” são aqueles da crise política, sendo o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff “uma questão de tempo”.Houve inclusive tensão na família do ministro:

“Até me lembro de que na época, a minha esposa chegou meio nervosa e disse: ‘Agora você vai assumir este compromisso e eu perdi o meu marido’. Eu disse: ‘Calma, calma, isso não vai ser mais do que dois meses’.”

Parecia um pulo “de paraquedas dentro de uma fogueira” e os colegas apelavam: “Não entre nessa. Isso é fria”, conta Aragão.

Contudo, o ex-ministro afirma que a sua atuação no ministério foi parte de um esforço importante para salvar o sistema constitucional brasileiro:

“Nada é ruim quando você acredita. Eu digo com toda sinceridade, que eu faria de novo. Mesmo sabendo de tudo que veio, eu acho que, todo o esforço para a gente manter a integridade do nosso sistema constitucional, a integridade do mandato de uma presidente eleita. Todo esforço é pouco e acho que valeu a pena.”

Sim, o ministro, que acompanhou os últimos dois meses do governo de Dilma Rousseff, afirma que o final da história era bastante previsível. Ou, pelo menos, o início do fim, pois a presidente, primeiro, foi afastada temporariamente, levando seu vice, Michel Temer, à cadeira da presidência na importância de presidente interino. Contudo, em março e abril, a presidente não chegou a admitir a possibilidade de ser deposta nem no círculo ministerial. “Não, naquela época, no início, não”, ressalta Aragão. Mas reconhece que houve crise no governo, agravada pela “bala perdida” da Lava Jato e pelos entraves montados no âmbito legislativo:

“Foi afinal das contas, foram 14 meses de profunda crise política, uma crise econômica que veio a reboque da crise política porque todas as medidas, que o governo deveria implementar para enfrentar a crise, eram sistematicamente sabotadas pelo Congresso. Leia-se, por Eduardo Cunha!”

A crise política começou logo no final de outubro de 2014, quando Dilma Rouseff foi reeleita, gerando uma onda de protesto e desespero entre os seus opositores. Esses estavam também no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE. O clima no TSE na hora da contagem dos votos foi “a base de uísque” e de alegria, no aguardo da vitória de Aécio Neves, do PSDB. Mas depois, quando apareceram os resultados finais, a ressaca bateu. A cena descrita por Eugênio Aragão expõe um Brasil em transe político:

“Aos 14 minutos de chegar o definitivo, nós vemos um Merval [Pereira] na Globo com cara de quem comeu e não gostou olhando lá, dizendo assim ‘Não, isso não é possível, isso não é possível’. E depois verificou-se que era exatamente o momento que deu-se a virada. Até então, até essa virada, a oposição da época, o PSDB e os seus apoiantes e apoiadores, estava já em festa. Paulinho da Força tinha convidado a Vai-Vai para sambar na Paulista. Os políticos do PSDB da oposição, todos estavam em revoada para Belo Horizonte. Estava todo mundo achando mais que natural e via-se a alegria entre muitos ministros do TSE, todos sorridentes, felizes. E aí de uma hora para outra, quando veio o resultado final, evidenciou-se uma cara de funeral de todo o mundo, de velório. E inclusive teve um deles, que não quero citar nomes, um deles que se levantou e disse assim ‘eu não tenho nada para festejar hoje, até logo’. Isso daqui dito por magistrados, exemplos, que julgam uma eleição. Ali, havia claramente uma cara de insatisfação, quase de indignação, pelo resultado estreito que a presidente conseguiu lograr. E no dia seguinte, de imediato, começa um zum-zum-zum pelo deputado Carlos Sampaio de que iam pedir uma recontagem dos votos. Foi uma estratégia evidentemente errada porque, com isso, eles não chutaram na canela da presidente Dilma, e sim na canela do ministro Toffoli, que era presidente do Tribunal. Estavam dizendo que o Tribunal tinha melado as eleições. Como é que é isso?”Vale lembrar que Dilma Rousseff foi definitivamente afastada do seu cargo de presidente da República em 31 de agosto de 2016.

Fonte: Sputnik News Brasil

Demanda das empresas por crédito cai 2,2% em 2016, aponta Serasa

23/01/2017       13h44     |     Foto: Divulgação 
A procura das empresas por crédito caiu 2,2%, em 2016, em comparação com o ano anterior, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (23) pela Serasa Experian. A consultoria destacou que é o pior resultado dos últimos quatro anos. Em 2015, a busca dos empreendedores por empréstimos teve retração de 1,9%.

As empresas de porte médio foram as que mais reduziram as tentativas de obter financiamento (-12%). Entre os grandes negócios, a queda na demanda por empréstimos ficou em -10,4% e entre os pequenos em -1,7%.

A indústria foi o ramo em que a demanda por crédito teve a maior retração (-5%), seguida do comércio (-3,6%) e de serviços (-0,1%).

Na Região Norte, a procura por empréstimos empresariais teve a maior queda (-5,6%). No Nordeste, a retração ficou em -2,4%, no Centro-Oeste em -2,3% e no Sudeste em -1,2%. Na Região Sul houve ligeira expansão, de 0,8%

A Serasa atribuiu a diminuição da procura por financiamentos ao aprofundamento da recessão e às elevadas taxas de juros.

Fonte: Agência Brasil 

Vereador Cláudio Andrade quer presidente da República em Campos

23/01/2017     11h30       |     Foto: Divulgação
O vereador Cláudio Andrade recebeu em seu gabinete, a historiadora Sylvia Paes. Juntos, eles iniciarão um minucioso trabalho que visa trazer para a Campos os restos mortais do ex-presidente da República, o campista Nilo Peçanha, que hoje se encontra enterrado no cemitério São João Batista, em Botafogo, na capital.

Durante a reunião, ficou acordado que a historiadora irá buscar na cidade de Niterói algum parente do campista, já que o mesmo não deixou filhos para que os procedimentos jurídicos do translado possam ser iniciados pelo gabinete do vereador Cláudio Andrade.

Nascido em 02/10/1867, Nilo Peçanha era filho de Sebastião de Sousa Peçanha, padeiro, e de Joaquina Anália de Sá Freire. Teve quatro irmãos e duas irmãs. A família vivia pobremente em um sítio no atual distrito de Morro do Coco em Campos, até que se mudou para o centro da cidade quando Nilo Peçanha chegou na idade escolar. Seu pai era conhecido na cidade como “Sebastião da Padaria”.

Com a morte de Afonso Pena em 1909, assumiu o cargo de presidente. Durante seu governo presidencial, Nilo Peçanha criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de Proteção aos Índios (SPI), e inaugurou o ensino técnico no Brasil. No mesmo ano, o presidente Nilo Peçanha instalou 19 escolas de Aprendizes Artífices destinadas “aos pobres e humildes”, em vários estados.

Eram escolas similares aos Liceus de Artes e Ofícios, porém voltadas para o ensino industrial. Este ano, Nilo Peçanha completa 150 anos de falecimento.

Para o vereador Cláudio Andrade, é importante para a história de Campos que os restos mortais do ex-presidente estejam aqui, em sua terra.

“A ideia é que nossos estudantes tenham conhecimento da importância desse campista na história da nossa cidade. Faremos tudo que for possível pra resgatar todo esse contexto pra nós”, informou Cláudio.

Sylvia Paes acredita que os restos mortais do ex-presidente poderiam ficar no cemitério do Caju, ou no Palácio da Cultura onde já estão os restos mortais de algumas figuras de destaque na história local, como José do Patrocínio.

Fonte: Ascom

INSS paga aposentadoria corrigida na quarta-feira

23/01/2017     11h26     |    Foto: Divulgação
O INSS começa a pagar na próxima quarta-feira as aposentadorias, pensões e outros benefícios da Previdência Social com reajuste. Os primeiros a receber serão os aposentados e pensionistas com final de cartão 1, excluindo-se o dígito, e que ganham um salário mínimo (R$ 937). O crédito para esse grupo vai acontecer na quarta-feira.

Este mês, mais de 30 milhões de segurados do instituto vão ter correções diferenciadas: de 6,48% para quem ganha o piso previdenciário e de 6,58% para os que recebem acima do mínimo.

O calendário de pagamento prossegue na quinta-feira para os segurados com final de cartão de benefício 2 e recebem R$ 937. As datas de pagamento para quem ganha salário mínimo vão até o dia 7 de fevereiro.

Já as aposentadorias e pensões acima do piso nacional começam a ser pagas a partir do dia 1º de fevereiro. Os primeiros a ver o crédito feito serão os segurados com final de cartão 1 e 6. Os pagamentos também vão até o dia 7 do mês que vem.

DESCONTO DE R$ 2,29

Os cerca de 22,5 milhões de aposentados que têm benefícios baseados no salário mínimo ganharam reajuste de 6,48%. O piso subiu de R$880 para R$ 937. Conforme O DIA informou em 5 de janeiro, esse segmento sofreu descontos de R$ 2,29 na correção das aposentadorias e pensões este ano. De acordo com o Ministério do Planejamento, foi aplicado um resíduo redutor no cálculo do salário mínimo em 2017, resultado de uma diferença na correção do piso no ano anterior. Assim, o reajuste do mínimo em 2017 ficou em 6,48%.

O ministério explicou na ocasião que o INPC usado para ajustar o salário mínimo de 2016 foi de 11,57%, mas a inflação por este mesmo índice fechou o ano em 11,28%. Pelo cálculo da pasta, a conta é a seguinte: 11,28% – 11,57% x R$788 (valor do mínimo de 2015) = -R$ 2,29. Daí resulta o resíduo redutor de R$2,29 que será descontado.

A pasta alegou que o procedimento é uma determinação legal e se refere ao resíduo do ano passado previsto no §3º, Artigo 1º, da Lei 13.152/2015, que diz: “Verificada a hipótese de que trata o § 2º, os índices estimados permanecerão válidos para os fins desta lei, sem qualquer revisão, sendo os eventuais resíduos compensados no reajuste subsequente, sem retroatividade.”

No caso dos 9,9 milhões de aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima do salário mínimo, o reajuste este mês será de 6,58%. O aumento é baseado no acumulado do INPC do ano passado divulgado pelo IBGE. Assim, com a correção, o teto da Previdência Social subiu de R$ 5.189,82 para R$ 5.531,31 a partie deste mês. No ano passado, os benefícios pagos pelo INSS acima do salário mínimo tiveram reajuste de 11,28% no mês de janeiro.

É a primeira vez nos últimos anos que o reajuste dos segurados que ganham mais do que o piso será maior em relação a quem recebe o piso nacional. O salário mínimo é corrigido pela fórmula que considera, além da inflação do ano anterior, a variação do PIB de dois anos antes, que em 2015 foi negativo.

VEJA COMO TER ACESSO

NOVOS VALORES
Para conferir os valor dos benefícios com reajuste, os segurados do INSS podem consultar o contracheque de janeiro pela internet na página www.previdencia.gov.br. Inicalmente o acesso é liberado para que recebe um salário mínimo, atualmente R$ 937, e depois para os demais segurados.

NA PÁGINA
Os aposentados e pensionistas do INSS devem consultar os novos valores dos benefícios com correção na página da previdência.

SERVIÇOS DO INSS
Ao entrar na página da Previdência, os segurados devem procurar o campo ‘Serviços do INSS’ que fica do lado esquerdo da tela do site’ para começar a busca pelo contracheque.

EXTRATO
Em seguida, os segurados do INSS precisam clicar em ‘Extrato de benefício de pagamento’, que remeterá para uma nova tela do site.

DIGITAR DADOS
Neste campo, os aposentados e pensionistas do INSS deverão clicar em ‘Emitir Extrato’.

EXTRATO
Será aberta uma nova tela (Extrato de Pagamento). Neste espaço, os segurados devem digitar os seus dados para ter acesso ao contracheque.

Nº DO BENEFÍCIO
O primeiro campo a ser preenchido é do número do benefício do segurado.

DATA DE NASCIMENTO
Em seguida, é preciso que o beneficiário digite a data de nascimento, com quatro algarismos no ano: exemplo 1960.

NOME DO SEGURADO
Por fim, para ter acesso aos valores, vem um campo para preencher o nome completo do beneficiário e seu número de CPF. O INSS alerta que não devem ser usados pontos, traços ou barras neste campo.

CÓDIGO DE SEGURANÇA
O sistema vai pedir para que o segurado do INSS digite o código de segurança que aparece na tela e depois clicar em visualizar. Em seguida o contracheque aparecerá na tela.

Fonte: O Dia

Estado fecha na quinta acordo que ‘salva’ o Rio

23/01/2017     11h24     |    Foto: Divulgação
As negociações têm sido intensas e o governo estadual mobilizou uma grande equipe técnica para cuidar do projeto de recuperação fiscal do Rio em Brasília. A expectativa é de que os últimos detalhes sejam fechados esses dias, pois já na quinta-feira o governador Luiz Fernando Pezão e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, apresentarão o texto ao presidente Michel Temer.

O principal alívio que o plano de recuperação fiscal trará ao estado será a suspensão do pagamento das dívidas com a União e com bancos por três anos. A princípio, a medida seria implantada por três anos, depois foi especulado que seriam quatro anos. Agora, voltaram a afirmar que será por três anos.

Ao todo, pouco mais de R$ 25 bilhões deixariam de ser pagos nesse período. O valor é a soma dos R$ 14,2 bilhões do serviço da dívida do estado (total de prestações a serem pagas com juros e amortização nos quatro anos) e de R$10, 9 bilhões dos contratos de operações de créditos que o Rio tem.

Mas para o fechamento do acordo, medidas duras e que miram os servidores serão propostas pelo estado. Essas ações são aos moldes do que já havia sido proposto no pacote de austeridade apresentado pelo Executivo em novembro de 2016. Os projetos de congelamento de reajustes e a taxação de funcionários públicos foram alvos de críticas e o governo de frequentes protestos dos servidores.

Os textos causaram desconforto até mesmo de deputados da base governista que tiveram que aprovar projetos impopulares. Mas, agora, com uma promessa de ajuda da União, o diálogo no Legislativo já começa a mudar.

Para o novo pacote, o estado pensa em criar taxa previdenciária extraordinária e temporária para os servidores. A alíquota seria de 6% para inativos e pensionistas e de 8% para ativos. Mas o projeto ainda não foi fechado.

O congelamento de reajustes também será proposto. E quando essa mesma proposta — que atingia a Segurança e os auditores da Receita Estadual — foi apresentada, houve muita pressão, o que acabou levando o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB) a devolvê-lo ao Executivo.

No novo texto, a ideia é adiar os reajustes (a partir de 2018) da Segurança e auditores para 2020. Além disso, não concederia a correção salarial a nenhuma outra categoria.

Está sendo negociado ainda um empréstimo de R$ 5,5 bilhões para quitar as folhas. Mas o crédito pode chegar a cerca de R$ 4 bilhões. A operação teria como garantia as ações da Cedae, que será privatizada.

Fonte: O Dia

Cartões novos oferecem dinheiro de volta em vez de milhas aéreas

23/01/2017     11h02     |      Foto: Divulgação
Para conquistar novos clientes, algumas empresas de cartão de crédito estão oferecendo novas vantagens em seus programas de fidelidade.

No lugar das tradicionais milhas, as novatas do setor oferecem crédito de volta na fatura: os chamados “cash back”.

O Nubank, por exemplo, já afirmou que deve permitir que clientes usem pontos para “apagar” gastos. Para participar do programa, o cliente precisará pagar cerca de R$ 200 por ano.

Já no Banco Original, o cliente recebe um percentual dos gastos na fatura do cartão. Cada ponto equivale a R$ 1 de crédito na fatura, mas o percentual gasto que vira pontos varia de 0,25% a 1,75%, conforme o cartão e os gastos.

“O brasileiro sofre toda vez que vai resgatar milha, mas já incorporou esse sofrimento”, afirma Marcos Lacerda, diretor de marketing do Original.

No entanto, segundo informações da Folha de S.Paulo, estima-se que participantes de programas de milhagem possam recuperar até 10% dos gastos no cartão com bilhetes aéreos. O máximo que os programas de “cash back” brasileiros devolvem equivale a 2% dos gastos mensais.

Ele estima que participantes de programas de milhagem possam recuperar até 10% dos gastos no cartão com bilhetes aéreos. O máximo que os programas de “cash back” brasileiros devolvem equivale a 2% dos gastos mensais.

Fonte: Notícias Ao Minuto

Trabalhador vai sacar FGTS para investir

23/01/2017     11h01     |      Foto: Divulgação
O saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será liberado a partir de março. Porém, o dinheiro que antes estava fora dos planos agora já tem destino certo para uma parcela dos brasileiros.

O governo espera que os R$ 30 bilhões aos quais terão acesso 10,1 milhões de trabalhadores sejam usados principalmente para pagar dívidas. No entanto, parte desse público pretende investir o dinheiro, mesmo com as contas no vermelho.

Foi o que mostrou uma pesquisa do aplicativo de controle financeiro Guiabolso. Das 1,4 mil pessoas consultadas, 44,8% investiriam o valor sacado e 33,6% colocariam o orçamento em dia. Mesmo entre os endividados, aplicar o dinheiro foi a resposta de 43,8% dos participantes, contra 37% que vão priorizar o pagamento desses débitos.

A estudante Vanessa Garcia, 27 anos, vai usar o valor a ser resgatado para cobrir o saldo negativo da conta bancária – ela teve de recorrer ao crédito pré-aprovado após perder o emprego. No entanto, ela diz que também pretende poupar para terminar os estudos. “Assim que voltar a trabalhar, devo investir no Tesouro Direto”, diz.

“Criar uma reserva financeira é importante, e as pessoas estão cada vez mais conscientes disso”, diz o presidente do Guiabolso, Thiago Alvarez. Mas ele alerta que não faz sentido investir quando se tem dívidas caras.

Alvarez aconselha a quitar o que está pendente e evitar novos endividamentos do tipo “bola de neve”. “Pela conveniência, as pessoas acabam entrando no cheque especial ou no rotativo do cartão e só depois percebem que essas modalidades são caras”, diz.

Em dezembro, os juros do cheque especial chegaram a 12,58% ao mês, em média. Já os do rotativo do cartão de crédito ficaram em 15,33%. Os dados são de um estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

O educador financeiro Rafael Seabra lembra que dificilmente uma aplicação financeira renderia o suficiente para superar os juros. “Mesmo no Tesouro Direto, em que é possível ter rentabilidade em torno de 1% ao mês, não compensaria”, diz.

A exceção se dá no caso dos financiamentos imobiliários. Caso a taxa de juros cobrada seja inferior a 1% ao mês, é possível aplicar recursos para resgatar no futuro uma quantia superior ao necessário para quitar o restante do financiamento.

Quanto aos investimentos, mesmo modalidades mais conservadoras, como a poupança, remuneram a taxas mais altas. Em cálculos feitos para o jornal O Estado de S. Paulo com aplicações de curto prazo (um ano), o professor Alexandre Cabral, do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), mostra que o FGTS perde das principais aplicações de renda fixa (veja no gráfico ao lado).

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) lidera e consegue rentabilidade de 11,05% ao ano, contra 4,24% do FGTS. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é o segundo colocado, com retorno de 9,12%, e o Tesouro Direto Selic, o terceiro, com 8,77%.

Estrategista da Guide Investimentos, Luis Gustavo Pereira recomenda títulos públicos pré-fixados e indexados à inflação.

Com folga financeira, o economista Carlos Miranda, 26 anos, pretende usar parte do saldo do FGTS para viajar nas férias. Com o dinheiro, ele poderá escolher um destino que inicialmente não caberia no bolso e poderá estender a estadia. A outra parte dos recursos será aplicada em CDB e Tesouro.

Para quem precisa dos recursos do FGTS com urgência, é possível antecipar o recebimento com bancos, porém é preciso fazer conta para evitar um mau negócio.

Na semana passada, o Santander anunciou a criação de uma linha de crédito que antecipa o equivalente ao que poderá ser sacado do FGTS. As taxas vão de 2,59% a 4,59% ao mês. “O valor integral é depositado na conta do cliente 24 horas após a contratação. A liquidação é feita em uma única parcela, descontada no mês do aniversário do cliente”, diz o superintendente do banco, Geraldo Rodrigues.

Bradesco e Banco do Brasil estão avaliando a criação de uma linha semelhante. O Itaú diz que já oferece diversas modalidades de crédito pré-aprovado. A Caixa Econômica não se pronunciou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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