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Agressividade Infantil: gritar, morder, bater nos colegas, parecem hábitos rotineiros às crianças

21/11/2016     07h48     |     Foto: Campos 24 Horas
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Questões que há algum tempo atrás eram tidas como raras nos seios familiares quando o assunto era criança, hoje passam a ser pauta frequente entre os pais, familiares, equipe escolar e profissionais de saúde mental.

Cresce demasiadamente as incidências de atitudes violentas praticadas por crianças nos últimos tempos.  Sejam estas atitudes, contra os pais, com quadros de birra, agressão física ou verbal, sejam elas entre colegas no ambiente escolar ou familiar, ou ainda a própria automutilação infantil, que é outro problema que assusta os profissionais da área.

Cada vez mais, crianças ainda na primeira infância, geralmente após 2 anos de idade, já apresentam comportamento em desequilíbrio.  Muitas vezes estas crianças tem atitudes agressivas quando são contrariadas, manifestam semblantes transtornados em momentos de fúria e se voltam contra seus cuidadores – geralmente mãe e pai.

Além disso, é muito comum que estas práticas também aconteçam no ambiente escolar.  Geralmente estas crianças agridem aos colegas, mordem, e encontram muita dificuldade de socialização e a todo momento oscilam comportamento, quando contrariados, principalmente pelos professores, sem contar com aquelas que, em quadro de ira tamanha, acabam por se automutilar com mordidas, puxões de cabelo, gritos e atos violentos contra si.  Por vezes, a proporção é tão grande que há crianças que mantém esses quadros em situações adversas: em casa, na escola, em ambientes de lazer e até mesmo durante o sono.

Essa agressividade, que se manifesta na infância pode ter inúmeras causas: ou reflexo do meio familiar, ambientes muito conturbados, pais que não conseguem impor limites, gestações conturbadas que refletem na primeira infância, questões alimentares que alteram o metabolismo e funcionamento cerebral da criança, rotinas familiares disfuncionais, atrasos do neurodesenvolvimento, dentre outros que podem refletir em quadros de agressividade infantil.

Casos como estes, não tratados precocemente, podem trazer reflexos severos ao desenvolvimento da criança, por isso  a importância de detectar o problema e tratar o quanto antes.  Há casos, em que quadros de birra, por exemplo ocasionam o conhecido TOD (Transtorno Opositor Desafiador), ou até mesmo quadros psicológicos mais severos.  Ademais, vale ressaltar, que o tratamento nestes casos, não se resume em levar a criança ao psicólogo, este é peça fundamental no tratamento, desde que todo um contexto seja analisado e que coexista ao tratamento.  Dentre eles, adaptação de rotina familiar e mantença de novas condutas.

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