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Vigilância Sanitária suspende venda de lotes de água mineral de quatro marcas

As marcas afetadas são Pedra Bonita, Terê, Divina e Acqua Futura

27/08/2018 11h11 Foto: Reprodução

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A Subsecretaria de Vigilância em Saúde, do governo estadual, determinou as suspensões de venda e consumo de quatro lotes de águas minerais naturais engarrafadas no Estado do Rio. As marcas afetadas são Pedra Bonita, Terê, Divina e Acqua Futura. Segundo o órgão, análises em laboratório apresentaram resultados insatisfatórios para os lotes examinados.


Por meio da Portaria 151, a subsecretaria suspendeu a venda do lote 180517 da água mineral natural Pedra Bonita (com data de fabricação de 17/05/2018 e data de validade de 17/08/2018), envasada pela Refrag - Refrescos e Águas Minerais Ltda., localizada em Itaboraí.

Segundo o Laboratório Central Noel Nutels, a amostra analisada teve resultados insatisfatórios, por apresentar coliformes totais.

A Portaria 152 também suspendeu a comercialização do lote L3 da água mineral natural Terê (com data de fabricação de 21/12/2017 e data de validade de 21/12/2018). A empresa responsável é a Vale do Marmelo Mineração Ltda., situada em Teresópolis, na Região Serrana.

A amostra analisada, segundo o Laboratório Central Noel Nutels, apresentou resultados insatisfatórios em relação a características sensoriais, com presença de matérias estranhas.

O órgão de vigilância sanitária também determinou a suspensão de venda do lote A da água mineral natural Acqua Futura (com data de fabricação de 07/06/2018 e data de validade de 07/09/2018), engarrafada pela empresa Unidas Mineração Indústria e Comércio Ltda., que fica em Santo Aleixo, Magé.

Segundo a subsecretaria, o Laboratório Central Noel Nutels analisou uma amostra e constatou que a mesma teve resultados insatisfatórios, por apresentar coliformes totais. As informações constam da Portaria 156.

Outro alvo de fiscalização foi o lote 23/05/2018 (com data de validade 23/08/2018), da marca Divina. A empresa responsável é a MEG - Mineradora Estrela Guia de Raposo Ltda, localizada em Itaperuna, no Noroeste Fluminense.

De acordo com o laudo do laboratorial, a amostra verificada apresentou resultado insatisfatório quanto ao ensaio microbiológico, por apresentar coliformes totais. A Portaria que trata das suspensões de venda e consumo é a 155.

Todos os estabelecimentos de comércio e manipulação de alimentos em funcionamento no Estado do Rio devem recolher os referidos lotes de água mineral, segundo a Subsecretaria de Vigilância em Saúde. Caberá aos órgãos competentes de Vigilância Sanitária das secretarias municipais de Saúde inspecionar os pontos de venda para verificar o cumprimento da decisão.

As três portarias foram publicadas na edição do Diário Oficial do Estado do Rio desta segunda-feira, dia 27.

As empresas ainda não se posicionaram.

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